Translation Support

Mostrando postagens com marcador políticas públicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador políticas públicas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Governo japonês exige que população trabalhe menos

RIO — O governo japonês anunciou medidas, que serão válidas a partir de fevereiro, para que as pessoas deixem de literalmente morrer de trabalhar — uma prática que ficou conhecida como “karoshi”. A campanha, promovida pelo primeiro-ministro Shinzo Abe e pela Federação de Negócios do país, quer que as pessoas deixem o escritório mais cedo às sextas-feiras.

Cerca de 20% da força de trabalho no Japão cumpre experiente de pelo menos 80 horas semanais.

De acordo com o porta-voz do governo, Yoshihide Suga, o Japão precisa “acabar com a norma de longas horas de trabalho para que as pessoas possam equilibrar suas vidas com coisas como criar uma criança ou cuidar dos idosos”.

Algumas empresas, como a Japan Post Insurance, estão desligando as luzes à noite para evitar que ses funcionários deixem o escritório.

A Mitsubishi, uma das maiores empresas do país, foi advertida pelo governo por suspeita de forçar um funcionário de 31 anos a fazer excesso de horas extras.
Já Tadashi Ishii, presidente da Dentsu, uma grande empresa de publicidade, renunciou no final do ano passado, depois que o governo concluiu que Matsuri Takahashi, de 24 anos, morrera por excesso de trabalho em dezembro de 2015.

Fonte: OGlobo

Japão vai unificar ícones de vasos sanitários para facilitar a vida dos turistas

Japão é um país que adora tecnologia. Nas Olimpíadas de 2020, por exemplo, os organizadores pretender oferecer internet 5G em todos os estádios e também planejam exibir o primeiro carro voador do mundo. 

Até mesmo os vasos sanitários são mega modernos por lá, já que diferentes empresas locais investem em funcionalidade excêntricas dos itens. No entanto, a Japan Sanitary Equipment Industry Association, um consórcio de empresas produtoras de encanamento, incluindo Toto, Panasonic e Toshiba, concordou, esta semana, em unificar a iconografia usada nos painéis de controle para banheiros japoneses.

A decisão foi tomada em resposta aos turistas estrangeiros que não entendem o motivo de haver tantos botões nos vasos. Em uma pesquisa de 2014, informa o The Guardian, um quarto dos turistas comentaram que não entendiam alguns dos botões e ícones. 

Os fabricantes de sanitários planejam implementar oito novos pictogramas nos modelos lançados a partir de 2017, com a intenção de tornar o sistema um padrão internacional. Atualmente, os vasos tecnológicos japoneses contem botões para levantar tampa, levantar o assento, flush, pulverizador traseiros, bidê e secagem, entre tantas outras ações.

O Japão está bem animado para os Jogos Olímpicos de 2020, que serão realizados na capital Tóquio. Inclusive, as medalhas terão um diferencial: serão produzidas a partir de smartphones reciclados. Tal lixo eletrônico, incluso também outros pequenos dispositivos, contém metais preciosos suficientes para produzir todas as medalhas da competição. Em 2014, a quantidade de metais preciosos recuperados de produtos descartados no país asiático somava 143 kg de ouro, 1.566 kg de prata e 1.112 toneladas de cobre, o principal componente do bronze.

Fonte: Tudocelular

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Deslocados de Fukushima protestam contra o fim de suporte aos alojamentos

As famílias deslocadas de Fukushima denunciaram nesta terça-feira, 17, em Tóquio, que o governo local tem reduzido substancialmente o suporte financeiro aos alojamentos, indiretamente forçando-os a regressarem as zonas previamente contaminadas pelo desastre nuclear.
Cerca de 26.600 pessoas que deixaram a região "por iniciativa própria" segundo expõe o governo, vão deixar de receber, a partir do dia 31 de março, um repasse/auxílio.

Na época do desastre, o governo japonês havia ordenado as evacuações em função do alto nível de exposição às radiações. Nos locais em que esse nível era "tolerável", fugir ou ficar foi considerada uma decisão soberana e individual, referente a cada um dos residentes.

Aqueles que partiram às pressas, receberam posteriormente uma espécie de apoio do governo, mas por um prazo determinado que, finalmente, aproxima-se do fim. Assim, muitas famílias decidiram separar-se: o pai ficou para trabalhar, enquanto mãe e filhos partiram para outras regiões do país.

"Os sangramentos do nariz, a diarreia e os vômitos da minha filha de 12 anos levaram-nos a decidir, em junho de 2011 - três meses após o acidente da central nuclear de Fukushima. A minha partida com as crianças, deixando o meu marido para trabalhar no nosso restaurante em Koriyama foi difícil. Acabamos nos deslocando para a região de Kanagawa (nos arredores de Tóquio), o que não teríamos feito se não fosse esta catástrofe atômica", contou Noriko Matsumoto, uma antiga residente da província de Fukushima. "Gostaríamos de regressar, mas nas atuais condições não é possível. Continuamos preocupados com a nossa saúde", acrescentou Matsumoto.

Os peritos expuseram todos os critérios do governo, que considera controlada a maior parte da radiação exposta na região. "Já é possível "viver normalmente" nas zonas em questão" afirmou um porta-voz da prefeitura de Fukushima, contatado pela agência francesa AFP. "Portanto, deixaremos de garantir suporte financeiro aos alojamentos temporários" acrescentou. "Apenas os deslocados com maiores dificuldades econômicas, deverão continuar recebendo um apoio simbólico" concluiu.

Fonte: SIC Notícias Portugal

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Hospi, o gentil robô da Panasonic, recebe visitantes e serve bebidas no Japão

A Panasonic desenvolveu um robô chamado "Hospi" que irá atender hóspedes em um hotel no Japão. Suas funções, além de sempre estar bem humorado para receber visitantes, é servir água engarrafada e anunciar o horário de passagens de ônibus para o aeroporto no lobby.

A criação da empresa não é somente para agradar visitantes locais, pois em 2020 o Japão irá sediar as Olimpíadas e precisará receber diversos turistas. Além de circular pelo hotel, Hospi irá "trabalhar" no Narita International Airport, principal aeroporto internacional de Tóquio. Lá, Hospi irá recolher as louças utilizadas no salão do aeroporto. 

robô foi projetado inicialmente para atender pessoas em hospitais, fornecendo medicamentos e suprimentos para pacientes e trabalhadores do hospital. Ele opera de forma autônoma e usa sensores para evitar a colisão com objetos no meio do caminho. Ele não recebe ordens de visitantes, pacientes ou qualquer outra pessoa que não seja seus "programador". Mas informa de situações importantes como horários do traslado hotel-aeroporto.

Panasonic tem trabalhado em HOSPI desde 2004, mas o robô não estava disponível para venda em geral para os hospitais até 2014. Ele se comunica em três línguas: japonês, chinês e inglês.

Fonte: Adrenaline

Japão: temperatura das águas causou a morte a mais de 70% do maior recife coral

Mais de 70% do maior recife de coral do Japão, situado no sudeste do arquipélago, morreu em 2016 devido ao aumento da temperatura das águas, revela um estudo do Ministério do Meio Ambiente nipônico.

As águas em redor do recife, situado em frente à ilha de Ishigaki, no arquipélago de Okinawa, registraram no verão passado uma média de dois graus superior ao habitual, causando a descoloração dos corais, refere o texto, divulgado pela emissora pública NHK.

O departamento ambiental examinou entre novembro e dezembro o recife, que conta com mais de 70 espécies de corais e é considerado um dos mais antigos e de maior extensão do hemisfério norte. A avaliação determinou que 70,1% dos corais morreram por branqueamento.

O número representa um notável aumento em relação ao registrado nos meses de setembro e outubro, quando se constatou que 97% dos corais tinham sofrido branqueamento e 56% tinha morrido.

O ministério japonês indicou que as temperaturas marinhas na zona tinham baixado desde que começou o outono e que alguns corais tinham recuperado, mas alertou que mais podem morrer e que não é certo que o recife vá recuperar.

O fenômeno meteorológico El Niño, que causa o aumento das temperaturas da superfície do mar, contribuiu para o branqueamento dos corais em todo o mundo em 2016, incluindo alguns dos maiores recifes protegidos da Austrália, Tailândia ou Maldivas.

A descoloração dos corais acontece quando estes enfrentam alterações extremas e constantes de temperatura, luz e nutrientes.

Este processo põe em risco a abundância das espécies pesqueiras que dependem dos recifes para abrigo e alimento.

No Índico e no Pacífico, se a emissão de gases de efeito estufa continuar ao nível atual, as reservas pesqueiras podem diminuir entre 10% e 30% em 2050, em relação ao período 1970-2000, segundo dados da União Internacional para a Conservação da Natureza.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Japão tenta aprovar lei que proíbe fumar em estabelecimentos comerciais

O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar propôs em 2016 o projeto que proíbe fumar em estabelecimentos comerciais no pais. Toshio Omori Presidente do Comitê Central da Irmandade Saúde Ambiental Nacional disse, “a medida é radical demais, precisamos ser mais razoáveis”. 

As associações da indústria e restaurantes, acredita que a medida é autoritária e que a maioria dos estabelecimentos no país reserva um local para fumantes. O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar mostrou em 2016, um projeto com instalações padronizadas para fumantes em restaurantes. O advogado Mie Munakata, diz que a medida pode funcionar, segundo ele alguns clientes acabam tendo que sair do estabelecimento para fumar, para não incomodar outras pessoas com o cheiro e a fumaça do cigarro.

As pessoas que frequentam um bar ou café, já sabem que nestes ambientes os clientes fumam, então é uma escolha.

Alguns comerciantes temem a diminuição de clientes nos estabelecimentos caso seja aprovada essa medida.

Fonte: IPC Digital

Japão estuda alterar de 65 para 75 anos a idade para uma pessoa ser considerada idosa

Por Paulo Sakamoto

Tóquio - Grupos acadêmicos ligados à área da geriatria defendem que os japoneses com idades entre 65 e 74 anos não podem ser mais classificados como idosos porque são fisicamente e mentalmente mais jovens do que as pessoas da mesma idade que viviam há uma década.

De acordo com a proposta, divulgada na última quinta-feira (5), somente as pessoas com mais de 75 anos apresentam características físicas e mentais para serem classificadas como idosas. Atualmente, a idade de 65 anos é usada pelo governo como parâmetro para a promoção de políticas públicas para idosos.

As pessoas com idades entre 65 e 74 anos seriam classificadas como "pré-idosas", e as com mais de 90 anos seriam chamadas de "superidosas", segundo a proposta.

Para justificar a alteração, o grupo comparou avaliações físicas e mentais de pessoas com mais de 65 anos que viviam na décadas de 1990, 2000 e 2010. A comparação mostrou que, atualmente, as pessoas com idades entre 65 e 74 anos têm condições de participar ativamente de atividades sociais produtivas.

A intenção da proposta é incentivar um debate público sobre uma revisão dos sistemas de seguro social do país, incluindo a alteração da idade mínima para uma pessoa se aposentar que, atualmente, é de 65 anos.

Segundo estimativas do governo, até setembro de 2016 cerca de 27% da população japonesa tinham mais de 65 anos. Se a definição for alterada, a proporção de idosos no país cairia para 13%.

Fonte: Alternativa

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Da língua à sinalização, o Japão já se prepara para se fazer entender nos Jogos Olímpicos de 2020

Por Ubiratan Leal

A comunicação com milhões de estrangeiros é um dos desafios perenes do turismo no Japão. Ainda que a população seja conhecida pelo esforço e simpatia na tentativa de receber bem, o conhecimento do inglês ainda é restrito no arquipélago. Um problema grave quando se pensa que a escrita também é um desafio e Tóquio está a três anos e meio de receber o maior evento poliesportivo do planeta. Mas os japoneses já estão se mexendo. E em várias áreas da comunicação.

A primeira meta é fazer que todos os 90 mil voluntários (estimativa do comitê organizador) consigam atender aos visitantes. Para isso, sete universidades especializadas em estudos internacionais e de idiomas (espalhadas por Chiba, Kioto, Kobe, Nagasaki, Nagoia, Osaka e Tóquio) uniram forças para realizar programas bienais de ensino de idiomas. O programa é centrado em ferramentas básicas para tradução e interpretação e abrange inicialmente cinco idiomas: inglês, chinês, espanhol, coreano e português (sim, português).

Os cursos são voltados não apenas às línguas em si, mas também à cultura, religião, esportes e temas na área de hospitalidade. A intenção não é apenas haver uma conversa, mas evitar que surjam ruídos por diferenças na forma de japoneses e estrangeiros interpretarem cada situação. Quem pretende trabalhar em setores mais específicos, como atendimento médico, também está recebendo cursos de idiomas focados nesses temas.

Outra preocupação dos japoneses é permitir que um estrangeiro se oriente facilmente pelo país. O Japão ganhou fama entre visitantes de ter placas divertidas, quase um cartum (até há um blog sobre isso), mas o problema maior é o padrão adotado para a sinalização, diferente do internacional. Ainda que muitos símbolos sejam intuitivos, outros alguns podem criar confusão.

Por isso, o governo criou um comitê para revisar todos os símbolos do padrão japonês, que toma como base uma linguagem criada em 1964 justamente para a primeira vez que Tóquio recebeu os Jogos Olímpicos. Alguns pictogramas serão criados, enquanto outros serão substituídos pelo utilizado internacionalmente.

Em estabelecimentos comerciais, a adoção dos novos símbolos não será obrigatória, apenas recomendada. A dúvida é grande em casas termais, os onsen, que consideram que a marca atual já é consagrada e não vêem motivos para troca pelo símbolo mundial.

Fonte: Rodínia

Mitsubishi investigada por novo caso de excesso de trabalho no Japão

A Mitsubishi Electric está sendo investigada pela justiça japonesa, que considera a empresa suspeita de forçar um funcionário a trabalhar um número de horas excessivo, fazendo com que este desenvolvesse uma doença mental e fosse despedido.

O Ministério do Trabalho do Japão já transferiu o caso para o Ministério Público tratando-se do segundo com estas características depois da empresa de publicidade Dentsu ser investigada pela morte de uma funcionária, que se suicidou por trabalhar excessivamente e de outro trabalhador pelo mesmo motivo.

A Mitsubishi Electric alegadamente obrigou um funcionário de 31 anos, que tinha entrado na empresa em abril de 2013, a trabalhar mais de 100 horas por mês, provocando, segundo a promotoria, uma perturbação mental, segundo reportou a agência de notícias Kyodo.

Fonte: Ionline

Jovem de Limoeiro é selecionado por governo do Japão para intercâmbio

Na sexta-feira (13), o aluno da Faculdade Joaquim Nabuco embarca na aventura de conhecer o oriente.

Em novembro de 2016, a vida de Jefferson Gino, morador do interior de Limoeiro, deu uma reviravolta: Ele recebeu a notícia que foi escolhido pelo governo do Japão para participar do programa de intercâmbio chamado Juntos! O estudante do terceiro período do curso de Serviço Social da Faculdade Joaquim Nabuco passou pelo processo seletivo e, na sexta-feira (13), embarca para passar nove dias no oriente junto com outros 19 jovens de todo o Brasil. Jefferson é o único do Nordeste que participa do programa. Ele leva na mala o profissionalismo do professor voluntário que já teve mais de 350 alunos, apesar da pouca idade.

Apaixonado pela cultura japonesa, o jovem teve o primeiro contato com a língua antes mesmo de ingressar no ensino superior. Foi através de músicas que ele aprendeu os termos básicos do idioma, em 2012. Cinco anos depois, ele dá aulas na comunidade em que mora, no interior de Limoeiro, agreste do estado. Pelas mãos de Jeferson já passaram mais de 350 crianças que tiveram o primeiro contato com a cultura do país que fica do outro lado do mundo.

Com a viagem, Jefferson pretende não somente disseminar o conhecimento sobre a cultura japonesa quando voltar, mas também incentivar outros jovens a sonharem e quebrarem as barreiras. “Limoeiro não é uma cidade tão desenvolvida e nós, jovens, precisamos muito desses projetos sociais para enxergarmos uma saída. Quero cruzar o mundo em busca de conhecimento que possa mudar a realidade da minha comunidade”, comenta.

A paixão pelo voluntariado e desenvolvimento de projetos que modifiquem a realidade foram os motivos que levaram o jovem a escolher o curso de Serviço Social da Faculdade Joaquim Nabuco. Para estudar, ele sai de casa às 15h e só retorna meia-noite. A força de vontade do garoto não deixa o cansaço impedir de dar aulas voluntariamente às crianças.

Para quem compõe a faculdade Joaquim Nabuco, tê-lo como parte do corpo discente é uma honra. “Estudantes como o Jefferson renova em todos nós, professores da faculdade e também nos próprios alunos, a esperança e a determinação em lutar pelos nossos sonhos. É inspirador ver um garoto aprender um idioma e se apaixonar dessa forma por uma cultura a ponto de fazê-lo cruzar o mundo. Nós desejamos todo o sucesso para ele e ficamos tranquilos de que estamos cumprindo com nosso papel de formarmos profissionais qualificados e pessoas determinadas a conquistarem o mundo”, relata o diretor da Faculdade Joaquim Nabuco, Leonardo Estevam.

Com os livros e sonhos na mala, a única coisa que Jefferson tem a dizer é “Sayonara, Brasil”.

Fonte: Segs

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Japão extingue mortes por arma de fogo

O Japão tem uma das menores taxas do mundo de crimes cometidos com armas de fogo. Em 2014, foram registradas no país seis mortes contra 33.599 nos Estados Unidos no mesmo período. Mas qual é o segredo dos japoneses?

Se você quer comprar uma arma no Japão é preciso paciência e determinação. É necessário um dia inteiro de aulas, passar numa prova escrita e em outra de tiro ao alvo com um resultado mínimo de 95% de acertos.

Também é preciso fazer exames psicológicos e antidoping.

Os antecedentes criminais são verificados e a polícia checa se a pessoa tem ligações com grupos extremistas.

Em seguida, investigam os seus parentes e mesmo os colegas de trabalho.

A polícia tem poderes para negar o porte de armas, assim como para procurar e apreendê-las. E isso não é tudo. Armas portáteis são proibidas. Apenas são permitidos os rifles de ar comprimido e as espingardas de caça.

A lei também controla o número de lojas que vendem armas. Na maior parte das 47 prefeituras do Japão, o número máximo é de três lojas de armas e só se pode comprar cartuchos de munição novos se os usados forem devolvidos.

Até mesmo o crime organizado no Japão dificilmente usa armas de fogo. Geralmente, os criminosos utilizam facas.

A polícia tem que ser informada sobre onde a arma e a munição ficam guardadas – e ambas devem estar em locais distintos, trancadas. Uma vez por ano a polícia inspecionará a arma. Depois de três anos, a validade da licença expira e a pessoa é obrigada a fazer o curso e as provas de novo.

Tudo isso ajuda a explicar por que os tiroteios e massacres com armas de fogo são muito raros no Japão.

Quando um massacre ocorre no país, geralmente o criminoso utiliza facas.
   
Fonte: Jornale