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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Japão tem bolsas de estudo para professores do ensino básico

A educação do Japão é, sem dúvida, uma referência mundial. Que tal, então, aprender com eles pessoalmente? O Consulado Geral do Japão de São Paulo abriu um programa de bolsas de estudos para professores do ensino básico e profissionais da área administrativa escolar. As inscrições vão até 22 de fevereiro por correio ou 24 de fevereiro, sendo feitas presencialmente no consulado.

Para participar, é preciso ter 34 anos completos até 1º de abril, curso superior ou magistério, ao menos cinco anos na função de professor do ensino básico ou na área administrativa escolar e ser fluente em inglês ou japonês. O programa é para pesquisas relacionadas à área. Podem se candidatar professores da educação infantil, ensinos fundamental e médio, orientadores pedagógicos, assistentes educacionais e diretores.

Serão duas etapas eliminatórias, sendo a primeira um exame escrito de inglês e japonês e a segunda uma entrevista presencial. No total, o programa dura um ano e meio e cobre, além dos estudos, a passagem de ida e volta. O curso deve começar em outubro desse ano.

Fonte: Universia

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Jovem de Limoeiro é selecionado por governo do Japão para intercâmbio

Na sexta-feira (13), o aluno da Faculdade Joaquim Nabuco embarca na aventura de conhecer o oriente.

Em novembro de 2016, a vida de Jefferson Gino, morador do interior de Limoeiro, deu uma reviravolta: Ele recebeu a notícia que foi escolhido pelo governo do Japão para participar do programa de intercâmbio chamado Juntos! O estudante do terceiro período do curso de Serviço Social da Faculdade Joaquim Nabuco passou pelo processo seletivo e, na sexta-feira (13), embarca para passar nove dias no oriente junto com outros 19 jovens de todo o Brasil. Jefferson é o único do Nordeste que participa do programa. Ele leva na mala o profissionalismo do professor voluntário que já teve mais de 350 alunos, apesar da pouca idade.

Apaixonado pela cultura japonesa, o jovem teve o primeiro contato com a língua antes mesmo de ingressar no ensino superior. Foi através de músicas que ele aprendeu os termos básicos do idioma, em 2012. Cinco anos depois, ele dá aulas na comunidade em que mora, no interior de Limoeiro, agreste do estado. Pelas mãos de Jeferson já passaram mais de 350 crianças que tiveram o primeiro contato com a cultura do país que fica do outro lado do mundo.

Com a viagem, Jefferson pretende não somente disseminar o conhecimento sobre a cultura japonesa quando voltar, mas também incentivar outros jovens a sonharem e quebrarem as barreiras. “Limoeiro não é uma cidade tão desenvolvida e nós, jovens, precisamos muito desses projetos sociais para enxergarmos uma saída. Quero cruzar o mundo em busca de conhecimento que possa mudar a realidade da minha comunidade”, comenta.

A paixão pelo voluntariado e desenvolvimento de projetos que modifiquem a realidade foram os motivos que levaram o jovem a escolher o curso de Serviço Social da Faculdade Joaquim Nabuco. Para estudar, ele sai de casa às 15h e só retorna meia-noite. A força de vontade do garoto não deixa o cansaço impedir de dar aulas voluntariamente às crianças.

Para quem compõe a faculdade Joaquim Nabuco, tê-lo como parte do corpo discente é uma honra. “Estudantes como o Jefferson renova em todos nós, professores da faculdade e também nos próprios alunos, a esperança e a determinação em lutar pelos nossos sonhos. É inspirador ver um garoto aprender um idioma e se apaixonar dessa forma por uma cultura a ponto de fazê-lo cruzar o mundo. Nós desejamos todo o sucesso para ele e ficamos tranquilos de que estamos cumprindo com nosso papel de formarmos profissionais qualificados e pessoas determinadas a conquistarem o mundo”, relata o diretor da Faculdade Joaquim Nabuco, Leonardo Estevam.

Com os livros e sonhos na mala, a única coisa que Jefferson tem a dizer é “Sayonara, Brasil”.

Fonte: Segs

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Em parceria com o Japão, ONU tem programa de bolsas de mestrado e doutorado em engenharia espacial

Já imaginou fazer um mestrado ou doutorado no Japão e por meio da Organização das Nações Unidas (ONU)? A organização, em parceria com o Instituto de Tecnologia de Kyushu (Kyutech) e o governo japonês, abriu um programa de bolsas para estudantes de países em desenvolvimento e não desenvolvidos. As inscrições vão até 22 de janeiro.

Para se candidatar é preciso ter projetos de atuação na área de tecnologia de nano satélites, ter um diploma em áreas correlatas, ter até 35 anos – completados a partir de 2 de abril de 1982 – e ser capaz de fazer uso profissional da experiência adquirida durante o programa. Serão eleitos dois candidatos para o programa de mestrado, que dura dois anos, e até quatro para o de doutorado, com duração de três anos.

A ideia do programa é promover a engenharia espacial e ajudar países não desenvolvidos a construir capacidades científicas para a elaboração de tecnologias voltadas para a área. As candidaturas, assim como mais informações sobre o programa, estão disponíveis no site da ONU.

Fonte: Universia

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Estudar no Japão: o sistema de ensino superior e as instituições

Como a maioria do mundo, o ensino superior no Japão começa após 12 anos de educação (seis de ensino fundamental e três de ensino médio). As instituições de educação superior japonesas são divididas em cinco tipos:

Faculdades de tecnologia;
Faculdades de treinamento profissional;
Faculdades comunitárias (Junior colleges);
Universidades;
Escolas de Pós-Graduação.

Cada uma delas oferece cursos e diplomas que diferem em duração e especialidade. As Faculdades de Tecnologia, por exemplo, oferecem programas de estudo abrangentes de cinco anos de duração para pessoas recém formadas no ensino médio. Como regra geral, os estudantes internacionais podem começar um curso neste tipo de instituição pelo terceiro ano, eliminando o primeiro e o segundo.

As Faculdades de Treinamento Profissional (“Senmongakkou”) oferecem cursos mais vocacionais e especializados em alguma carreira.

Escolas de Japonês


Apesar de as instituições de ensino superior japonesas oferecem quase 900 cursos lecionados em inglês, é bastante comum que o estudante internacional prefira se matricular em uma escola de japonês primeiramente, para adquirir proficiência no idioma por um ou dois anos, e depois prestar o exame de admissão universitária.

Há dois tipos de instituições de língua japonesa para estudantes internacionais interessados em cursar uma graduação ou pós-graduação no Japão:

1. Cursos preparatórios na língua japonesa oferecidos para estrangeiros por universidades particulares: estes são cursos regulares na grade curricular da universidade e têm como objetivo oferecer um preparatório com disciplinas como língua, sociedade e cultura japonesas necessárias para que o estrangeiro seja admitido em um curso superior no Japão. No total, 66 universidades e faculdades particulares oferecem esse tipo de preparatório.

2. Cursos de japonês em instituições de língua japonesa de treinamento ou vocacionais: as escolas de treinamento especializado (senshu gakko), faculdades vocacionais (senmon gakko) entre outras instituições do tipo oferecem cursos de língua inglesa como preparatórios. É importante verificar se a escolha ou faculdade é reconhecida pelo Ministério da Justiça do Japão.

Fonte: UOL