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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Takata deve admitir culpa como parte de acordo de US$ 1 bi nos EUA

NOVA YORK - A empresa japonesa Takata deve chegar a um acordo de US$ 1 bilhão com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos no qual a companhia se comprometerá a reconhecer sua culpa em acusações de fraude, disseram fontes da agência Reuters.

O acordo, que, espera-se, deve ser tornado público nesta sexta-feira, vai resolver a investigação do governo americano sobre o rompimento de uma peça de airbags fabricados pela Takata que foi relacionado com pelo menos 16 mortes e várias lesões em todo o mundo.

Segundo as fontes, a expectativa é que o acordo inclua também alguma compensação financeira a algumas vítimas e montadoras — empresas que foram obrigadas a fazer o recall de veículos equipados com airbags com os airbags defeituosos.

Segundo reguladores, os recalls poderiam afetar 42 milhões de veículos nos Estados Unidos. Os cerca de 70 milhões de airbags com problemas fazem deste o maior recall de segurança dos EUA.

Os airbags com problemas podem ser ativados com muita força e acabar se rompendo, lançando pedaços de metal dentro da cabine do veículo.

Fonte: O Paraná

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Austrália fecha acordo de fornecimento de hidrogênio líquido para o Japão

A Austrália tornou-se ontem, quarta-feira, 11, fornecedor de hidrogênio líquido para o Japão.

Um projeto piloto será iniciado em 2020.

A Kawasaki Heavy Industries já está construindo um navio estaleiro para transportar o hidrogênio. A imprensa australiana dá conta que a holandesa Shell, também estaria envolvida na assessoria do projeto.

O Japão está prospectando diversas alternativas energéticas que supram o déficit causado pelo desastre de Fukushima e o hidrogênio líquido possui enorme potencial energético, especialmente como matriz para automóveis.

Vale dizer ainda que as leis internacionais que regulam o transporte de gás “liquificado” ainda não aplicam-se ao caso do hidrogênio líquido – vácuo burocrático rapidamente aproveitado por ambas nações.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Cingapura vê pouca chance de acordo transpacífico sobreviver

CINGAPURA - O primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, disse no último sábado, 31, que as perspectivas de um acordo trans pacífico diminuíram e que o país continua a buscar outras formas de cooperação econômica.

"Outro grande foco tem sido o fortalecimento dos laços com os principais parceiros, para criar oportunidades para empresas de Cingapura e para a população", disse Lee, em sua mensagem de ano novo.

Ele destacou várias cooperações econômicas que estava buscando, incluindo um acordo comercial com um bloco de 16 países na Ásia, que engloba países como China e Japão.

O futuro do acordo transpacífico se tornou obscuro, por causa da oposição do presidente eleito Donald Trump, que disse que os Estados Unidos vão se retirar do grupo de 12 países em seu primeiro dia no cargo, em janeiro.

O acordo necessita da ratificação dos EUA para entrar em vigor. Quatro países do Sudeste Asiático, incluindo Vietnã, Cingapura, Malásia e Brunei, faziam parte do acordo comercial. Outros, incluindo Filipinas e Indonésia, manifestaram sua intenção de aderir.

Para que o acordo comercial tenha efeitos, é necessário que pelo menos seis países que representem ao menos 85% do Produto Interno Bruto combinado dos 12 membros fundadores ratifiquem o pacto em dois anos.

Sem os EUA, os 11 membros restantes não atingiriam essa condição.

O presidente Barack Obama havia enxergado a região de mais de 600 milhões de pessoas, com uma economia combinada de mais de US$ 2,5 trilhões, como um contrapeso à influência crescente da China. Assim, ele participou de reuniões anuais com os líderes da Associação de Nações do Sudeste Asiático.

O primeiro-ministro também disse que a economia de Cingapura deve crescer mais de 1% neste ano, mas menos do que o governo esperava. O governo esperava que a economia crescesse entre 1% e 1,5% em 2016. 

Fonte: Estadão

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Tesla e Panasonic iniciam produção de painéis solares em NY

(Bloomberg) - A Tesla Motor e a Panasonic começarão a produzir células e módulos solares no ano que vem em uma fábrica em Buffalo, Nova York.

A produção começará no verão americano e a capacidade de produção da fábrica se expandirá para 1 gigawatt em 2019, disseram as empresas em comunicado na terça-feira. A Panasonic investirá mais de 30 bilhões de ienes (US$ 256 milhões) na instalação de equipamentos de produção, disse Yayoi Watanabe, porta-voz da empresa com sede em Osaka, Japão, por telefone. O investimento total não foi revelado no comunicado.

O anúncio ressalta o aprofundamento dos laços entre as duas companhias. Elas estão construindo em conjunto uma mega fábrica de íon de lítio de US$ 5 bilhões em Nevada, EUA, para produzir baterias para carros elétricos e produtos de armazenagem de energia para residências e empresas distribuidoras de energia. Em outubro, a Tesla revelou planos de trabalhar com a Panasonic para produzir células e módulos solares para a instaladora de telhados solares SolarCity - companhia adquirida pela Tesla no mês passado por US$ 2 bilhões.

"Quando a produção dos telhados solares começar, a Tesla também incorporará as células da Panasonic nos muitos tipos de telhas de vidro solares que a Tesla fabricará", diz o comunicado. O presidente do conselho da Tesla, Elon Musk, revelou os planos dos telhados solares feitos de telhas de vidro em outubro.

Os componentes solares da planta de Buffalo também funcionarão perfeitamente com os aparelhos de armazenagem de energia da Tesla, como o Powerwall e o Powerpack, afirmaram as companhias.

Honda pode ser a segunda montadora parceira da Waymo

A Honda negocia fechar uma parceria com a Waymo, a empresa irmã do Google que desenvolve tecnologias de condução autônoma. Caso a parceria se confirme, a montadora japonesa será a segunda montadora a abrir suas portas para conribuir com a gigante da tecnologia.

As conversas entre as duas empresas foram confirmadas por um representante da Honda à Reuters. "Há apenas uma quantidade de tecnologia que uma empresa pode desenvolver enquanto foca em uma abordagem específica. Ao abordar o tema por meio de múltiplos ângulos é possível propor inovações mais rapidamente", disse o porta-voz da Honda, Teruhiko Tatebe. Já a Waymo não se pronunciou oficialmente. Segundo a Reuters, um representante da empresa apenas disse, de forma anônima, que a Waymo está "ansiosa para explorar oportunidades de colaboração com a Honda".

Segundo a publicação, as conversas entre as duas empresas começaram há poucos dias, logo depois que a Waymo foi oficialmente lançada. Até então, o desenvolvimento de tecnologias de condução autônoma era tocado pela divisão de experimentos da Alphabet, o conglomerado que reúne diversas empresas, como o Google e, agora, a Waymo.

Ainda enquanto era um projeto embrionário, a Alphabet fechou parceria com a FCA para testar as tecnologias desenvolvidas. Para isso, a Chrysler cedeu algumas unidades da minivan Pacifica. O modelo será um dos destaques da Waymo durante a CES 2017, a maior feira de tecnologia do mundo. A próxima edição do evento será realizada no início de janeiro de 2017.

Fonte: Autoesporte

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Limitada imunidade dos funcionários das bases dos EUA no Japão

Washington e Tóquio planeiam estabelecer quatro categorias de pessoal civil nas bases e excluir da proteção do Acordo sobre o Estatuto das Tropas dos Estados Unidos no Japão (SOFA, na sigla inglesa) todos os que não pertençam a elas.

O Japão espera que o acordo seja assinado antes da mudança de administração nos Estados Unidos, em janeiro.

"É [um pacto] novo, e o acordo é um bom exemplo de como os Governos japonês e norte-americano podem obter resultados visíveis se cooperarem. Creio que contribuirá para um aprofundamento da aliança entre os Estados Unidos e o Japão", disse Kishida, em declarações à agência Kyodo.

O novo pacto vai complementar o SOFA, que deixa nas mãos dos Estados Unidos a jurisdição sobre militares e pessoal civil das suas bases acusados de cometer um crime enquanto estão de serviço.

Apesar de os Estados Unidos terem acordado, em 1995, a exceção de entrega à justiça japonesa dos suspeitos de crimes graves, o acordo não obrigava até agora o exército norte-americano a transferir os suspeitos antes que fossem acusados.

O pré-acordo acontece depois da detenção, em maio, do ex-militar Kenneth Franklin Shinzato, de 32 anos, que nessa altura era trabalhador civil na base de Kadena em Okinawa, pelo assassínio de uma jovem local de 20 anos, Rina Shimabukuro.

O incidente despertou a indignação local e reavivou críticas ao SOFA, que também será revisto pelos governos dos dois países para delimitar o denominado "componente civil" do mesmo.

A prefeitura de Okinawa alberga mais de metade dos cerca de 48 mil efetivos que os Estados Unidos mantêm no Japão, bem como 70% das instalações militares norte-americanas no país.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Consulado do Japão doa R$ 246 mil para infraestrutura do Instituto Reação

O Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro doou, nesta terça-feira, um aporte financeiro no valor de R$ 246 mil ao Instituto Reação, que fomenta a inclusão social por meio do Judô. A cerimônia foi realizada na Cidade de Deus, um dos 5 polos de atuação do Instituto, e contou com a presença do Cônsul Tsuyoshi Yamamoto e Flávio Canto, presidente do Instituto. A doação será utilizada na compra e instalação de 200 tatames, 150 quimonos e equipamentos para fisioterapia. O objetivo da ação é estimular a prática do Judô, um esporte essencialmente japonês, e levar mais infraestrutura para o desenvolvimento de futuros talentos. O Instituto Reação atende 1.300 alunos em 5 polos de atuação - além da Cidade de Deus, está presente na Rocinha, Pequena Cruzada, Tubiacanga e Deodoro.

- O programa tem foco em faciltar a atuação esportiva e fortalecer a amizade entre os países. O esporte é uma forma de mudança social e esta iniciativa é nossa forma de contribuir para a comunidade - explicou o Cônsul geral Yamamoto.

- Nossos tatames eram emprestados pelo Comitê Olímpico Brasileiro. Agora poderemos comprar o nosso próprio material, que devemos honrar com muito treinamento - enfatizou Canto.

Também estiveram presentes na cerimônia Rafaela Silva, medalhista olímpica e aluna do Instituto desde criança; Victor Penalber, medalha de bronze no Mundial de Judô de 2015; Geraldo Bernardes, coordenador do programa Reação Olímpico; e os atletas olímpicos refugiados Popole Misenga e Yolande Bukasa.

O programa de Assistência a Projetos Comunitários Culturais, desenvolvido pelo Consulado do Japão, tem como meta reforçar laços e as trocas culturais entre o Japão e países em desenvolvimento. Entre os campos apoiados está o Esporte, com o projeto "Sports For Tomorrow" (Esportes para o Amanhã), que foca estimular a prática desportiva, promover os Jogos Olímpicos Tóquio 2020 e usar o esporte como forma de mudança social para um futuro melhor.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

EUA devolvem 4 mil hectares de suas bases militares em Okinawa ao Japão

Tóquio, 22 dez (EFE).- Os Estados Unidos devolveram nesta quinta-feira ao Japão o controle de 4 mil hectares ocupados até agora por suas bases militares na ilha de Okinawa (sul), uma entrega que ocorreu em cerimônia com a presença de autoridades dos dois países.

Ao ato, que foi celebrado em Nago (Okinawa), assistiram o ministro porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga, e a embaixadora dos EUA no Japão, Caroline Kennedy, embora estiveram ausentes autoridades regionais, muito críticas à presença americana na ilha.

Trata-se da maior devolução de terreno por parte dos EUA desde que o Japão recuperou em 1972 a administração de Okinawa, palco de uma batalha na qual morreram 240 mil pessoas na Segunda Guerra Mundial e controlada por Washington desde então.

Esta parcela, que supunha 17% do território administrado pelo Exército dos Estados Unidos na ilha, era utilizada para treinamentos focados no combate em zonas de selva.

"A diminuição da área de treino em Okinawa não deteriorará nosso compromisso para trabalhar conjuntamente com governo do Japão (...) na defesa mútua deste país", afirmou o tenente americano Lawrence D. Nicholson em comunicado.

Nicholson destacou que a capacidade de atuar no Pacífico seguirá sendo "consistente", embora reconheceu que os EUA tenham a intenção de realizar mais devoluções de terreno ao Japão no futuro.

"Planejamos (...) outras devoluções nos próximos anos, porque respeitamos o desejo dos okinawenses de que nossa presença se reduza", acrescentou.

A população da ilha e os políticos locais se mostraram contrários à presença de bases americanas na ilha, uma rejeição que se intensifica periodicamente devido a diversos incidentes.

O último, em 13 de dezembro, foi o acidente de um dos polêmicos aviões americanos Osprey MV-22, um modelo capaz de decolar e aterrissar em vertical como um helicóptero e que as autoridades japonesas autorizaram em seu território em 2012.

O governador de Okinawa, Takeshi Onaga, não compareceu à cerimônia de entrega, prova da tensa relação que existe entre o governo regional e o governo japonês quanto à presença americana na ilha.

A Prefeitura de Okinawa abriga mais da metade dos cerca de 48 mil soldados que os EUA mantêm no Japão, assim como 70% das instalações militares americanas no país asiático. 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

EUA restituem terras de Okinawa ao Japão

Os Estados Unidos anunciaram nessa quarta-feira (21) que vão restituir ao Japão mais de 4.000 hectares de terra situadas em Okinawa, um gesto simbólico para reduzir a presença militar americana nesse arquipélago subtropical japonês. Trata-se da "maior restituição de terras ao governo japonês desde 1972", data de devolução de Okinawa, ocupada pelo Estados Unidos depois da Segunda Guerra Mundial, indicou em um comunicado o tenente-general Jerry P. Martinez, comandante das forças armadas americanas no Japão. "Isso reduzirá a superfície de terras administradas pelos Estados Unidos em Okinawa em aproximadamente 17%", acrescentou.

Conforme acordo firmado em 1996, o Estados Unidos devolverão ao Japão um pouco mais da metade de seu campo de treinamento, chamado "Northern training area", no norte de Okinawa, constituído, em sua maioria, or uma selva tropical preservada. Outras terras serão restituídas nos próximos anos, garantiram as forças armadas americanas, "porque respeitamos o desejo dos cidadãos de Okinawa de que nossa presença seja reduzida".

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, expressou sua gratidão, e a embaixadora do Estados Unidos no Japão, Caroline Kennedy, comentou que isso representa uma etapa importante na aliança entre os países. O arquipélago de Okinawa, que representa menos de 1% do território japonês, está situado em uma zona estratégica. Nele se encontram mais da metade dos 47.000 soldados americanos enviados ao Japão que, depois dessa decisão, manterá 75% de suas instalações.

Grupo japonês assina acordo com indianos para enviar sonda à Lua

Um grupo de engenheiros do Japão assinou um importante contrato com indianos para enviar uma sonda lunar à Lua, que deverá ser lançada no final do ano que vem, informou nesta quarta-feira (21) a emissora estatal japonesa ‘NHK’.

Formada por 100 integrantes e denominada Hakuto, a equipe japonesa completou o protótipo da sonda lunar em agosto. Takeshi Hakamada, líder da equipe, explicou à ‘NHK’ que a sonda tem cerca de 60 centímetros de comprimento e pesa quatro quilos.

A sonda está sendo testada em dunas de areia e terrenos de relevo irregular no Japão. Trata-se da primeira sonda lunar construída no Japão.

Inicialmente, o plano era enviar a sonda à Lua em meados de 2017, a bordo do foguete Falcon 9, produzido por uma empresa dos Estados Unidos, mas os parceiros da Hakuto naquele país se afastaram do projeto.

Agora, a equipe anunciou a assinatura de um contrato com uma equipe da Índia, que planeja lançar a sonda japonesa em dezembro de 2017.

“Estou muito animado”, disse Hakamada após confirmar a ‘NHK’ o anúncio do contrato que garante o envio da sonda à Lua.

Fonte: Mundo-Nipo

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

CCIBJPR recebe representantes da FIEP/SENAI visando sequência de acordo bilateral Paraná-Japão

Nesta quinta-feira, 15, o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná - CCIBJPR, Yoshiaki Oshiro, recebeu a visita do coordenador de Assuntos Internacionais para Área de Tecnologia e Inovação da Federação das Indústrias do Paraná - FIEP, João Bosco Faiad Militão, e do gerente de Alianças Estratégicas do SENAI, Rafael Teixeira Sinelli.

Na pauta, o detalhamento do protocolo de intenções e acordo firmado entre a FIEP/SENAI e a feira de Suwa, no Japão. O objetivo, segundo Oshiro, é o estabelecimento de um canal de exposição institucional entre a indústria do Paraná e feira, uma das mais importantes no segmento de tecnologia e inovação do Japão, bem como o intercâmbio de conhecimento.

A reunião contou ainda com a assessoria da colaboradora do Instituto Cultural e Científico Brasil Japão, Massue Habasaki.