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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Bolsa de Tóquio fecha semana em alta de 0,34%

A Bolsa de Tóquio fechou a semana em alta, à espera da posse iminente de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. O índice Nikkei dos 225 principais valores avançou 0,34% aos 19.137,91 pontos.

(Redação - Agência IN)

Fonte: IN

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Heineken pagará US$ 870 mi por Kirin Brasil, diz jornal japonês Nikkei

SÃO PAULO  -  O jornal japonês “Nikkei” publicou reportagem dizendo que a japonesa Kirin Holdings venderá a operação da Brasil Kirin para a Heineken em breve por aproximadamente 100 bilhões de ienes (US$ 870 milhões). Por esse valor a Kirin vai sair do Brasil com perda total de dezenas de bilhões de ienes.

No terceiro trimestre de 2016, a Brasil Kirin, que fabrica a Schin iniciou conversações com os concorrentes Heineken, Ambev e Grupo Petrópolis sobre possíveis parcerias, incluindo uma possível fusão. A Heineken propôs comprar a empresa, pois os resultados pareciam estar em recuperação.

De acordo com o jornal, a Kirin adotou um foco voltado a operações mais rentáveis, desde que Yoshinori Isozaki se tornou presidente do grupo, em março de 2015. A empresa fez uma parceria com a Coca-Cola nas áreas de logística e compras, para aumentar a rentabilidade, no momento em que o mercado japonês de refrigerantes encolhe.

Ter operações fora do Japão é fundamental para o sucesso continuado da Kirin, no momento em que o mercado de cerveja do país também encolhe. Ainda de acordo com o Nikkei, a Kirin deve se concentrar agora na Ásia e na Oceania, onde possui marcas mais populares.

Fonte: Valor

Crise da Toshiba acentua-se com perdas de 5,6 bilhões em ativos. Ações despencam

A Toshiba continua em maus lençóis, com uma crise financeira que se agravou ainda mais nesta quinta-feira, 19, depois de notícias que a empresa iria registrar uma desvalorização de 6 bilhões de dólares na sua divisão de energia nuclear nos EUA. Os mercados reagiram e as ações da gigante japonesa já caiam 15%, segundo a Reuters.

E há sérias dúvidas se a empresa tem capacidade de "consertar" este sério problema, mesmo que se conclua o rentável negócio de chips e memórias flash da Toshiba.

O grupo japonês contatou o Banco de Desenvolvimento do Japão para pedir ajuda, segundo uma fonte anônima referida pela Reuters. Além disso, a empresa tem estado em várias reuniões com os seus principais financiadores para discutir possíveis suportes.

Depois de um escândalo contabilístico em 2015, em que se descobriu que a empresa manipulou resultados, a Toshiba mergulhou numa inesperada crise no final do ano passado, quando se começou a especular sobre os verdadeiros custos dos projetos que envolviam a construção de diferentes unidades de energia nuclear adquiridas nos EUA.

A Toshiba não quis comentar a notícia da Reuters, mas desde 2015, a empresa tem tido dificuldade em encontrar financiamento em diferentes mercados. Em cima da mesa poderá estar a separação da unidade de chips e memória flash, além da criação de uma nova empresa para tal negócio, na qual a empresa é pioneira e detentora de várias patentes.

O grupo japonês quer ainda vender uma posição minoritária na unidade de semicondutores. A Toshiba emprega quase 190 mil pessoas globalmente e opera em diversos negócios, desde eletrodomésticos até turbinas hidrelétricas.

Já parceira da Tesla, Panasonic quer produzir sensores para veículos autônomos

A Panasonic anunciou uma parceria com a Tesla há poucas semanas. De origem japonesa, a companhia irá investir US$ 256 milhões na fábrica da montadora em Nova York, especificamente em produção de células e módulos fotovoltaicos. No entanto, os orientais esperam que essa relação seja muito mais frutífera. 

A empresa japonesa está procurando se envolver na produção do sistema de auto-condução de Tesla, também, com uma proposta de colaboração no desenvolvimento de sensores. E isso não é mera especulação. O CEO da Panasonic, Kazuhiro Tsuga, foi quem detalhou o interesse em uma entrevista concedida nesta quinta-feira (19/01). Disse ele à agência Reuters:  "Estamos profundamente interessados ​​no sistema de auto-condução de Tesla. Esperamos expandir nossa colaboração desenvolvendo conjuntamente dispositivos para isso, como sensores."

Atualmente, a Panasonic é o parceira de fornecimento exclusivo da Tesla para baterias usadas em seus veículos, incluindo o Modelo S, já disponível no Brasil a um preço absurdamente alto há alguns meses, e o Modelo X. A companhia japonesa também fornecerá para o Modelo 3, que exigirá um aumento significativo na oferta, uma vez que a Tesla pretende vender 500.000 destes carros em seu primeiro ano.

Diversas empresas de tecnologia estão fazendo parcerias com montadoras de automóveis para criação de unidades autônomas. O Google anunciou o Waymo, feito em parceria com a Chrysler, e a Qualcomm confirmou que irá trabalhar com a Volkswagen.

Fonte: Tudocelular

Bolsa de Tóquio sobe pelo segundo dia consecutivo, após comentários de Yellen

A Bolsa de Tóquio fechou em alta pelo segundo dia consecutivo nesta quinta-feira (19), impulsionada pela perspectiva de juros mais altos e de fortalecimento do dólar após comentários da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Janet Yellen.

O Nikkei, índice que reúne as empresas mais negociadas na capital do Japão, subiu 0,94%, a 19.072,25 pontos, depois de registrar ganho de 0,43% no pregão anterior.

Em discurso ontem, Yellen disse que demorar muito para elevar as taxas de juros pode levar a uma "desagradável surpresa" na forma de inflação. Dados publicados na quarta-feira mostraram que a inflação anual ao consumidor dos EUA ultrapassou 2% pela primeira vez em dois anos e meio em dezembro. A fala de Yellen reforçou a expectativa de que o Fed continuará aumentando os juros básicos este ano, após o ajuste do mês passado.

A expectativa de juros mais altos impulsionou ações de seguradoras em Tóquio: Dai-ichi Life Holdings e T&D Holdings avançaram 2,8% e 2,4%, respectivamente.

Além disso, o iene se enfraqueceu frente ao dólar durante a madrugada, favorecendo papéis dos setores industrial e de eletrônicos, caso da Sharp (+4,6%) e da Fanuc (+3,7%).

A Toshiba, por outro lado, sofreu um tombo de 16%, após notícia de que as perdas da empresa relacionadas a atividades de energia nuclear podem superar 500 bilhões de ienes (US$ 4,4 bilhões), mais do que se previa anteriormente.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Premiê do Reino Unido diz que país vai se desvincular totalmente da União Europeia

A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, afirmou que seu país vai se desvincular totalmente da União Europeia.

Em seu muito aguardado discurso sobre o chamado Brexit, na terça-feira, 17, May delineou a estratégia de seu governo para deixar o bloco. Ela estabeleceu doze objetivos de negociação. Disse que não quer uma filiação parcial ou qualquer coisa de deixe o Reino Unido "metade dentro e metade fora".

A premiê britânica havia sugerido anteriormente que tentaria manter o acesso ao mercado único, ao passo que restringiria a imigração. No entanto, os líderes da União Europeia declararam que o Reino Unido não poderá escolher apenas o que lhe convém dentro do bloco.

Segundo analistas, a saída do país do mercado único pode afetar negativamente instituições financeiras e empresas exportadoras com sede no Reino Unido. Eles disseram ainda que a medida pode causar transtornos aos mercados financeiros.

Fonte: NHK

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Bolsa de Tóquio fecha em baixa de 1,48%

A bolsa de Tóquio terminou a sessão em forte baixa nesta terça-feira, 17, com investidores cautelosos no aguardo do esperado discurso da primeira-ministra britânica, Theresa May, sobre o Brexit. 

No índice Nikkei, dos 225 principais valores, registrou-se queda de 1,48% aos 18.813,53 pontos.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Bolsa de Tóquio cai, em meio a iene forte e cautela antes da posse de Trump

A Bolsa de Tóquio fechou em baixa nesta segunda-feira (16), à medida que o iene voltou a se fortalecer ante o dólar e os investidores demonstraram cautela antes da posse do presidente eleito dos EUA, Donald Trump.

O índice Nikkei, que reúne as ações mais negociadas na capital do Japão, caiu 1%, a 19.095,24 pontos, ampliando as perdas de 0,86% que acumulou na semana passada.

Esperanças de que Trump seja agressivo na adoção de estímulos fiscais ajudaram a impulsionar os mercados acionários globais desde o início de novembro, mas o sentimento agora é de relutância antes que o republicano apresente planos concretos. Na última quarta-feira, Trump decepcionou na primeira entrevista coletiva desde sua eleição, ao falar muito pouco sobre iniciativas para a economia.

A bolsa japonesa deverá ter uma semana difícil antes da posse de Trump, marcada para sexta-feira (20), segundo Tomoichiro Kubota, analista de mercado sênior da Matsui Securities.

Além disso, persistem temores de que a saída do Reino Unido da União Europeia (o chamado "Brexit") seja "dura", o que ajudou a impulsionar o iene em relação ao dólar e outras moedas durante a madrugada. Em momentos de incerteza, a divisa do Japão costuma atrair maior demanda.

A operadora japonesa de serviço postal, a Japan Post Holdings, foi destaque de baixa hoje em Tóquio, com queda de 4,9%, após notícia de que o Ministério de Finanças do país pretende vender uma fatia adicional na empresa, talvez já em meados deste ano. Subsidiárias do grupo, Japan Post Bank e Japan Post Insurance recuaram 5,1% e 3,6%, respectivamente.

Já a Nippon Steel & Sumitomo Metal teve queda de 4,1%, depois de a siderúrgica estimar que demorará oito meses para regularizar a produção em uma de suas fábricas, atingida por um incêndio no último dia 6.

A Nintendo, por sua vez, caiu 2,3%, ampliando desvalorização recente após os preços elevados de seu novo console de vídeo game, o Switch, decepcionarem participantes do mercado.