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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Bombeiros ainda trabalham em incêndio que queimou 150 prédios no Japão

Tóquio, 23 dez (EFE).- Os bombeiros continuam hoje trabalhando para assegurar que o incêndio que queimou cerca de 150 prédios e deixou 18 feridos na cidade de Itoigawa, no noroeste do Japão e onde centenas de moradores tiveram que ser retirados, não recomece.

A magnitude do incêndio, que queimou 40.000 metros quadrados do centro deste município da Prefeitura de Niigata, responde aos fortes ventos que assolam nos últimos dois dias a cidade litorânea.

A estreiteza das ruas - que complicou o trabalho das viaturas dos bombeiros - e a grande quantidade de edificações tradicionais de madeira que existem na cidade também contribuíram para que o fogo se espalhasse com grande rapidez.

O incendiou começou na quinta-feira por volta das 10h30 (horário local, 22h30 de quarta-feira em Brasília) em um restaurante do centro da cidade e em seguida gerou uma gigantesca coluna de fumaça que atingiu 300 metros de altura.

Os bombeiros demoraram dez horas para controlar o incêndio, mas se mantêm ainda atentos perante a possibilidade de que possa recomeçar ajudado pelos fortes ventos de até 87 km/h que sopram hoje em Itoigawa.

O incêndio obrigou a evacuar cerca de 740 pessoas procedentes de 360 casas, informou a agência "Kyodo".

Também deixou levemente feridos duas mulheres e seis bombeiros, segundo detalhou a emissora pública "NHK".

Trata-se do maior incêndio não provocado por um desastre natural registrado no Japão nos últimos 20 anos. 

Imperador do Japão faz 83 anos, com seu destino nas mãos do governo

O imperador Akihito do Japão completou 83 anos nesta sexta-feira, um aniversário que reuniu no palácio imperial uma multidão não vista em quase três décadas de reinado, em um momento em que a nação debate a possibilidade do soberano abdicar.

Akihito e parte da sua família, como o príncipe herdeiro Naruhito, apareceram por alguns minutos na janela do palácio e foram recebidos por japoneses que todas as idades que balançavam pequenas bandeiras e gritavam "Banzai" ("Dez mil anos", que significa "longa vida").

Como demonstra a presença de cerca de 33.000 pessoas, os japoneses são muito respeitosos com o imperador Akihito e a imperatriz Michiko, que em 1989 inauguraram uma era batizada de "Heisei" ("a conquista da paz"), humanista e humilde, que foi destacada em sua mensagem de sexta-feira.

Cansado, o imperador teme que a velhice lhe impeça de exercer no futuro seu papel de "símbolo da nação".

"Felizmente, atualmente estou bem de saúde, mas quando me vejo declinar progressivamente, me preocupo com as dificuldades para cumprir minhas funções", declarou em um discurso televisado em agosto passado.

Embora não tenha pronunciado a palavra "abdicação", os japoneses leram suas intenções nas entrelinhas, o que gerou um debate nacional sobre o fim do seu reinado. 

"Agradeço profundamente a todos os que prestaram atenção às minhas palavras e refletiram com diferentes pontos de vista", declarou nesta sexta-feira o soberano. 

Sob a lei que rege a Casa Imperial, o imperador do Japão não está autorizado a deixar o trono enquanto viva. 

A legislação prevê, porém, que ele possa eventualmente ser dispensado de suas funções - como a assinatura de muitos documentos, a recepção de embaixadores e chefes de estado, o comparecimento a várias cerimônias, as viagens pelo Japão e ao exterior - em caso de doença ou incapacidade mental, mas as condições do sistema de regência são muito restritivas.

Para poder resolver a questão, o primeiro-ministro, o nacionalista Shinzo Abe, nomeou uma comissão de personalidades para abordar como "aliviar as tarefas públicas do imperador e outros tópicos", que deverá preparar um relatório com recomendações sobre a melhor abordagem considerada. As conclusões estão previstas para o início de 2017. 

Segundo as pesquisas, 90% da população opina que o imperador deve ser autorizado a abdicar, mas está dividida em relação a como isso deve ser feito.

A opção mais provável de ser adotada pela comissão é a redação de uma legislação especial que permita ao atual imperador o direito de ceder seu título ao seu primogênito Naruhito.

Fonte: AFP/ClicRBS

Consulado do Japão doa R$ 246 mil para infraestrutura do Instituto Reação

O Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro doou, nesta terça-feira, um aporte financeiro no valor de R$ 246 mil ao Instituto Reação, que fomenta a inclusão social por meio do Judô. A cerimônia foi realizada na Cidade de Deus, um dos 5 polos de atuação do Instituto, e contou com a presença do Cônsul Tsuyoshi Yamamoto e Flávio Canto, presidente do Instituto. A doação será utilizada na compra e instalação de 200 tatames, 150 quimonos e equipamentos para fisioterapia. O objetivo da ação é estimular a prática do Judô, um esporte essencialmente japonês, e levar mais infraestrutura para o desenvolvimento de futuros talentos. O Instituto Reação atende 1.300 alunos em 5 polos de atuação - além da Cidade de Deus, está presente na Rocinha, Pequena Cruzada, Tubiacanga e Deodoro.

- O programa tem foco em faciltar a atuação esportiva e fortalecer a amizade entre os países. O esporte é uma forma de mudança social e esta iniciativa é nossa forma de contribuir para a comunidade - explicou o Cônsul geral Yamamoto.

- Nossos tatames eram emprestados pelo Comitê Olímpico Brasileiro. Agora poderemos comprar o nosso próprio material, que devemos honrar com muito treinamento - enfatizou Canto.

Também estiveram presentes na cerimônia Rafaela Silva, medalhista olímpica e aluna do Instituto desde criança; Victor Penalber, medalha de bronze no Mundial de Judô de 2015; Geraldo Bernardes, coordenador do programa Reação Olímpico; e os atletas olímpicos refugiados Popole Misenga e Yolande Bukasa.

O programa de Assistência a Projetos Comunitários Culturais, desenvolvido pelo Consulado do Japão, tem como meta reforçar laços e as trocas culturais entre o Japão e países em desenvolvimento. Entre os campos apoiados está o Esporte, com o projeto "Sports For Tomorrow" (Esportes para o Amanhã), que foca estimular a prática desportiva, promover os Jogos Olímpicos Tóquio 2020 e usar o esporte como forma de mudança social para um futuro melhor.

Em 2017 uma startup japonesa vai tentar aterrar na Lua

Enquanto a NASA e outras agências espaciais têm os olhos colocados noutros planetas do Sistema Solar, a startup japonesa ispace Inc tem a Lua como objetivo, com a pequena equipa Team HAKUTO a ter o objetivo de aterrar no satélite natural da Terra em 2017.

A equipa procurará assim vencer o Lunar X-Prize da Google, sendo que para tal terá de aterrar na Lua e enviar imagens para a Terra. Caso seja bem-sucedida, esta startup receberá um prémio de 19 milhões de euros. Para mostrar que está no bom caminho, a Team HAKUTO revelou o veículo com que pretende vencer a competição. O vídeo acima mostra todos os pormenores deste pequeno veículo.

O valor total envolvido na competição é de 28 milhões de euros, com a grande fatia de 19 milhões a ser atribuída ao primeiro classificado. O restante valor é distribuído pelos segundos e terceiros concorrentes que consigam completar a missão.

Japonesa AGC adquire 100% das ações da empresa biofarmacêutica CMC Biologics

A empresa japonesa AGC Asahi Glass, mundialmente conhecida como fabricante de materiais de vidro, produtos químicos e de alta tecnologia, anunciou no último dia 20 que entrou em um acordo para realizar a aquisição de participação de 100% no CMC Biologics, fabricante mundial de ingredientes farmacêuticos ativos e produtos biológicos.

Para adquirir 100% das ações da CMC Biologics, incluindo a Monitor Clipper Partners e os parceiros europeus de capital, a AGC Group vai desembolsar 60.000 milhões de ienes japoneses. A CMC conta com cerca de 530 funcionários operando globalmente com instalações de produção na Dinamarca (Copenhagen) e nos EUA (Seattle e Berkeley).

A empresa CMC Biologics é líder mundial na fabricação clínica e comercial de anticorpos monoclonais, fatores de coagulação e proteínas terapêuticas. Destaca-se na produção de API (Active Pharmaceutical Ingredient) usadas no desenvolvimento de medicamentos (ensaios pré-clínicos e clínicos) e drogas biofarmacêuticas para comercialização.

“Estou animado por a CMC Biologics vir a ser parte da AGC, uma empresa de nível internacional comprometida com a excelência e alta satisfação dos clientes. A dedicação da AGC em desenvolver soluções tecnológicas melhores e parcerias de longa data com clientes combina com a busca da alinhar com tão bem CMC Biologic em ser a parceira preferencial para serviços de CDMO de biológicos das maiores empresas farmacêuticas e biotecnológicas do mundo”, disse David Kauffmann, presidente da CMC Biologics. 

Fonte: AgoraVale

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Veja: empresa japonesa cria 'esposa virtual' em holograma para solitários

 
A empresa japonesa Vinclu está para lançar uma novidade que, antes mesmo de chegar ao mercado, já está provocando polêmica no Japão.

Apelidada de "esposa virtual", o aparelho será como um controle remoto inteligente que traz a projeção virtual de uma mulher. O produto teria como alvo homens jovens solteiros solitários em busca de uma companhia.".

A mulher surge na forma de um holograma, que conversa e até manda mensagem para seu "dono".

O produto será lançado apenas no fim do ano que vem e não será barato - a previsão de preço ultrapassa os R$ 9 mil.

Enquanto muitos japoneses acreditam que a "esposa virtual" será um excelente produto para irá ajudar os japoneses que sofrem de solidão e depressão, outros criticam a ideia - acham que ela "vai longe demais".

Fonte: UOL/BBC

Veja: vídeo regista cidade no Japão em chamas


 Um incêndio tomou grandes proporções na cidade Itoigawa, localizada na província de Niigata, Japão, acabando por consumir, pelo menos, 140 edifícios.

Os bombeiros tiveram bastante dificuldade em combater as chamas, situação que piorou devido aos ventos fortes que chegam do Mar do Japão.

Apesar do sucedido, não há registro de mortes ou feridos graves. As autoridades japonesas contam com dois feridos ligeiros devido à inalação de fumo, segundo conta a imprensa internacional e foi emitida uma ordem de evacuação nas zonas mais próximas.