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sábado, 29 de junho de 2013

Governador participa do Imin Matsuri 2013

O presidente da Câmara do Comércio e Indústria Braisl Japão do Paraná, Yoshiaki Oshiro, com o 
representante da entidade no Japão, Satoshi Tsuda, e o governador do Paraná, Beto Richa 

O governador Beto Richa participou neste sábado (29) da abertura da 23ª Festa da Imigração Japonesa – Imin Matsuri 2013, que acontece na praça Burle Marx, ao lado do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Tradicional da colônia japonesa, a festa comemora nesta edição os 105 anos da chegada dos primeiros imigrantes daquele país ao Brasil. 

Recebido pelo cônsul geral do Japão no Paraná, Yoshio Uchiyama, e pelo presidente da Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira (Clube Nikkei Curitiba), Janio Akira Ishisaki, Richa destacou a parceria do Governo do Estado com a comunidade japonesa, firmada já há muitos anos. “Os japoneses contribuem muito para o desenvolvimento do Paraná”, disse o governador, que esteve acompanhado da secretária estadual da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, e o presidente da Comec, Rui Hara. 

Richa enfatizou a participação dos japoneses no desbravamento de diferentes regiões do Estado, em especial no Norte e Noroeste. “Paraná e Japão criaram forte laço de amizade, de solidariedade”, afirmou. Ele citou como exemplo o Jogo da Solidariedade, realizado em 2011 (evento que contou com o apoio da CCIBJ do Paraná), em Curitiba, para ajudar as vítimas do terremoto e tsunami no Japão e das enchentes no litoral paranaense. 

O cônsul geral do Japão no Paraná também enalteceu a amizade entre os dois povos e ressaltou o momento difícil que o Paraná atravessa por causa das chuvas e enchentes, que afetam milhares de pessoas. “Somos solidários e estamos dispostos a ajudar no que for preciso”, afirmou o cônsul. 

Realizada pela Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira, a Imin Matsuri prossegue neste domingo, com gastronomia, música, dança e artesanato. Na edição do ano passado a festa recebeu mais de 40 mil pessoas.

Fonte: AEN

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Kirin faz frete aquaviário para evitar perdas

A fabricante de bebidas japonesa Brasil Kirin está migrando seu frete de modal rodoviário para o sistema aquaviário. O objetivo da ação é atingir economia e eliminação das avarias das cargas, causadas em grande parte pelas condições precárias das rodovias brasileiras, além de também contribuir para o meio ambiente.

O modelo adotado pela Kirin é chamado de porta a porta. As bebidas saem da fábrica em caminhão, são levadas ao porto, onde o carregamento é embarcado em navio e, ao chegar ao porto de destino, são mais uma vez transportadas a uma outra fábrica.

A lógica deste sistema é fazer circular a mercadoria suprindo necessidades pontuais de algumas das 13 fábricas e dos seus respectivos mercados, principalmente no Norte e Nordeste.

Fonte: SP Shimbun

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Congresso Nacional homenageia expoentes da comunidade nipo-brasileira do Paraná em comemoração aos 105 anos da imigração japonesa

Na última segunda-feira, 24, o deputado federal Hidekazu Takayama, vice-presidente do Grupo Parlamentar Brasil Japão da Câmara dos Deputados em Brasília homenageou quatro lideranças da comunidade nipo-brasileira do Paraná em jantar proposto pelo Consulado Geral do Japão em Curitiba.

Os homenageados, Yoshiaki Oshiro, presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Hirofumi Nakagiri, presidente da CCM do Brasil, Saburo Sugisawa, médico e fundador do Hospital Sugisawa e Yoshio Uchiyama, Cônsul Geral do Japão para a região sul, receberam um diploma e uma placa pelos relevantes serviços prestados à integração das comunidades de ambos os países.

O presidente da CCM do Brasil, Hirofumi Nakagiri posa com a família durante as homenagens 
prestadas nesta segunda-feira na residência consular do Japão em Curitiba

Originalmente planejada para ser realizada na semana passada no plenário Ulysses Guimarães em Brasília, a homenagem, que integra o calendário nacional de comemorações dos 105 anos de imigração japonesa no país, foi adiada e redirecionada para Curitiba por uma questão de agenda. “Em face dos inúmeros compromissos em paralelo, estávamos com dificuldades de conciliar a agenda dos homenageados. Contudo, graças à parceria com o Consulado, conseguimos “deslocar” a cerimônia para Curitiba, evitando outros adiamentos e contratempos” explicou Takayama.

O médico e fundador do Hospital Sugisawa, Dr. Saburo Sugisawa (ao centro) também foi homenageado pelo Grupo Parlamentar Brasil Japão da Câmara dos Deputados

Entre os convidados, destaque para o secretário de estado do Planejamento, Cassio Taniguchi, o deputado federal, Luiz Nishimori, o deputado estadual Teruo Kato, o secretário de estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, o diretor presidente da COMEC, Rui Hara, o assessor de Relações Internacionais da Prefeitura Municipal de Curitiba, Jorge Yamawaki, o presidente da Associação Cultural e Beneficente Nipo-brasileira de Curitiba, Akira Ishisaki, o presidente da Fecomercio/PR, Darci Piana, o presidente da Agência de Internacionalização do Paraná, Rui Lemes, além de empresários e demais lideranças regionais.

O homenageado Yoshio Uchiyama, Cônsul Geral do Japão para a região Sul, exibe diploma do 
Congresso Nacional para sessão de fotos

Agradecimentos

A Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná agradece imensamente o carinho e reconhecimento do Grupo Parlamentar Brasil Japão do Congresso Nacional através do seu representante Vossa Excelência deputado federal Hidekazu Takayama pela singela homenagem ao nosso presidente Yoshiaki Oshiro. 

Da esquerda para a direita: O Cônsul Geral do Japão para a Região Sul, Yoshio Uchiyama, o presidente da CCIBJ do Paraná, Yoshiaki Oshiro, o propositor das homenagens, o deputado federal Hidekazu Takayama, o deputado estadual, Teruo Kato, e o deputado federal, Luiz Nishimori

De certa forma este ato também pode ser considerado uma espécie de chancela e/ou gesto que avaliza positivamente as ações conduzidas pela CCIBJ do Paraná nos últimos quatro anos, algo que nos motiva e nos impulsiona a seguirmos em frente, sempre voltados ao fomento produtivo das relações bilaterais Brasil-Japão. E finalmente, não poderíamos deixar de registrar o nosso respeito e inestimável apreço a todas as empresas associadas que acreditam no nosso trabalho e nos ajudam diretamente a mantermos viva esta importante entidade. Aos nossos mantenedores, o nosso muito obrigado!

Multinacional japonesa inaugura Centro Tecnológico e ‘abre as portas’ aos parceiros

A multinacional japonesa Mazak Sulamericana, subsidiária brasileira da Yamazaki Mazak, especializada na produção de máquinas-ferramenta e máquinas de corte a laser, inaugurou, na última terça-feira, o seu novo Centro Tecnológico no Brasil, instalado em uma área estratégica e de fácil acesso aos clientes: à margem da Rodovia Anhanguera (logo na entrada de Vinhedo), a 20 minutos do Aeroporto de Campinas e a 75km da cidade de São Paulo.

A nova sede, que custou nada menos que US$ 15 milhões, servirá como base para as atividades da empresa no Cone Sul e faz parte do processo de expansão pretendido pela multinacional japonesa, que, em 2012, cresceu 15% em relação a 2011.

Com o novo Centro, a expectativa, segundo seus executivos, é aumentar o faturamento em cerca de 20%, além de ampliar o market share da companhia no País e ter maior visibilidade no mercado. A expectativa é que o local gere cerca de 100 novos empregos em Vinhedo.

A inauguração foi marcada por uma solenidade oficial com as presenças do presidente mundial da Yamazaki Mazak, Tomohisa Yamazaki; do cônsul-geral do Japão Noriteru Fukushima; do cônsul do Departamento de Economia do Japão Toshinobu Tsuboi; do diretor da Mazak Sulamericana, Motoyasu Kakutani; e do prefeito de Vinhedo, Milton Serafim.

Fonte: SP Shimbun

terça-feira, 25 de junho de 2013

Visitas à Câmara: Prefeitura Municipal de Nova Esperança

De rápida passagem por Curitiba, o vice-prefeito de Nova Esperança, Fábio Yamamoto, acompanhado do vereador Hélio Kobayashi, estiveram na tarde desta terça-feira, 25, visitando a sede da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná.

Recebidos pelo presidente da entidade, Yoshiaki Oshiro, ambos representantes contextualizaram rapidamente as potencialidades econômicas do município, colocando-se a disposição da Câmara no que diz respeito à atração de novos investimentos e prospecção de novos negócios para a região.

Segundo Oshiro, o município, localizado na região noroeste do estado e que hoje conta com cerca de 30 mil habitantes, tem condições de atrair empresas de pequeno e médio porte.  “Próxima de grandes pólos comerciais e industriais como Maringá e Londrina, a cidade tem muito a oferecer as empresas japonesas. Todavia, ainda continua sendo um desafio convencê-las a aportarem novos investimentos no interior ou em regiões mais afastadas dos grandes mercados consumidores do país" colocou.

Contudo, o presidente destacou que hoje existem uma série de fatores que tem influenciado positivamente na reversão deste cenário. "A melhoria da qualidade técnica da mão-de-obra no interior, somada ao inchaço geográfico da capital (falta de espaço) e a execução de importantes obras de infraestrutura viária (como a duplicação da BR116 no trecho que liga o município de Fazenda Rio Grande a Curitiba) são apenas alguns dos avanços obtidos nos últimos anos que estão resultando numa expansão do capital privado japonês ao interior" defendeu Oshiro, relembrando dois cases de sucesso beneficiados diretamente por este progresso, como a Hamaya Corporation (reciclagem de eletrônicos - originária de Saitama) e Sumitomo Rubber (fabricante de pneus - originária de Kobe), ambas instaladas em Fazenda Rio Grande e que juntas deverão gerar mais de 5 mil empregos indiretos.

Sobre o município, acesse:
http://www.novaesperanca.pr.gov.br/‎

UE, Japão e Canadá lideram críticas ao Brasil na OMC

A orientação política tomada pelo governo brasileiro é privilegiar a produção nacional, e não para abrir a economia ao comércio internacional e a investimentos. É assim que vários parceiros interpretam o relatório da Organização Mundial do Comércio (OMC), que serve de base para o exame da política comercial do Brasil.

A própria OMC é menos incisiva, mas sugere ao Brasil, que chama de sexta economia do mundo, a abertura de sua economia. "Devido ao tamanho e a importância da economia brasileira, é crucial para o país continuar a se abrir ao comércio e ao investimento e adotar políticas que favoreçam o crescimento", diz a entidade.

No primeiro dia de exame da política comercial brasileira na OMC, a União Europeia acusou o Brasil de "estar agora determinado a prosseguir uma política industrial cada vez mais protecionista, indo contra seus compromissos internacionais", depois de "ter resistido por vários anos a essa tentação". O Canadá foi além, acrescentando que a desaceleração econômica do Brasil, o crescente déficit nas contas correntes e alta da inflação servem para "mostrar como barreiras ao comércio não garantem crescimento, empregos e prosperidade". Por sua vez, o Japão disse esperar que "a deterioração do status econômico do Brasil não cause a introdução, ou continuação, de medidas protecionistas".

Esses foram os três parceiros mais virulentos, enquanto os EUA mostraram-se firmes, mas moderados. No geral, todos pediram para o governo brasileiro acabar com medidas que afetam o comércio e investimentos. Cada parceiro usa e interpreta o relatório feito pela OMC como lhe convém. Boa parte dos países faz declarações no plenário e envia questões por escrito ao Brasil, que devem ser respondidas amanhã. Não há propriamente debate. Até ontem, o país tinha recebido quase 800 questões.

Após a apresentação do Brasil, a UE abriu fogo, declarando-se "seriamente inquieta" com práticas do país e avaliando que o Brasil pode estar entrando numa nova fase de desenvolvimento econômico, caracterizada por "crescimento real muito mais baixo" desde o segundo semestre de 2011. A exemplo de outros parceiros, a UE apontou como as práticas mais problemáticas e em alta, a restrição às importações e os subsídios a produtores domésticos pela via da desoneração fiscal. Para a UE, o programa Inovar-Auto, para o setor automotivo, é emblemático, mas apenas ilustra um problema maior.

A UE queixou-se da decisão do Mercosul de aumentar cem tarifas, e prevê multiplicação das dificuldades para seus exportadores, se o bloco sul-americano levar adiante o plano de elevar mais cem alíquotas este ano. Bruxelas disse esperar que o Brasil procure alcançar seus objetivos econômicos e sociais respeitando as regras da OMC, uma maneira de dizer que atualmente o país estaria violando essas regras.

Para o Canadá, o programa Brasil Maior cria desvantagem para companhias estrangeiras nos setores industriais. Para os canadenses, com o aumento de barreiras restritivas ao comércio o Brasil corre o risco de se tornar "cada vez mais isolado dos fluxos globais de comércio, o que terá impacto negativo no crescimento e na competitividade da economia brasileira".

Os Estados Unidos conclamaram o Brasil a assumir "responsabilidades adicionais de acordo com sua posição proeminente na economia global". Washington disse que "deficiências" na proteção de propriedade intelectual continuam a ser um obstáculo para exportações e investimentos dos EUA no Brasil. De maneira geral, a China e a grande maioria dos parceiros destacaram o aumento do comércio com o Brasil e fizeram questões especificas de interesse de seus exportadores.

A Argentina foi provavelmente o país mais entusiasmado com as práticas do Brasil, destacando um "uso inteligente dos espaços de política comercial para desenvolver sua economia através de maior investimento e maior conteúdo tecnológico em sua produção".

Em seu documento, a OMC diz que o Brasil resistiu bem à crise econômica mundial, graças a uma forte demanda interna e externa e a políticas macroeconômicas coerentes, e que o aumento considerável das importações pelo país contribuiu para a recuperação da economia global.

Mas nota que o crescimento econômico brasileiro desacelerou consideravelmente desde o segundo semestre de 2011, atribuindo parcialmente a perda de dinamismo à valorização do real e à fragilidade da economia mundial. Segundo a OMC, isso também é reflexo de problemas estruturais de longa data, que minam a competitividade da economia brasileira, como infraestrutura inadaptada, acesso insuficiente ao crédito e carga fiscal muito pesada.

Para a OMC, ao tentar resolver esses problemas, o governo adotou também medidas que têm impacto restritivo sobre o comércio, como alta temporária de alíquotas de importação, exigência de conteúdo nacional em produtos e serviços nas compras públicas e aumento de crédito à exportação.

Fonte: Valor

Empresas do Brasil e Japão firmam parceria

A Argos, empresa prestadora de serviços e especialista em soluções para cadeia de suprimentos, confirmou uma parceria com a Kubota, empresa japonesa do ramo de maquinários, para atuar no mercado de mini máquinas no Brasil.

As empresas inicialmente comercializarão três modelos de miniescavadeiras da Kubota: U15-3, U30-5 e U5-5. As miniescavadeiras se aplicam em diversos segmentos, entre eles, de pequenas empresas de jardinagem, podendo chegar a grandes obras administradas por renomadas construtoras.

A Argos é responsável por gerenciar a cadeia de importação, oferecer apoio técnico, comercial e mercadológico à Kubota, além de coordenar o suporte e manutenção em todas as regiões do país por meio da administração dos distribuidores regionais.

Fonte: SP Shimbun