Translation Support

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz 2012!

Prezados amigos e associados,

Finalmente chegamos ao fim de mais um ano.

Esperamos que o ano de 2012 seja repleto de bons desafios e cada vez mais trabalho!

Estaremos em recesso entre os dias 26 de dezembro de 2011 e 9 de janeiro de 2012.

Contudo, durante este período estaremos atendendo somente por e-mail.

Saudações,

Diretoria
CCIBJ do Paraná

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Sumitomo lançará pedra fundamental da fábrica em Fazenda Rio Grande

O secretário do Planejamento e Coordenação Geral, Cassio Taniguchi, recebeu nesta terça-feira (13), o presidente da Sumitomo Rubber do Brasil, Ippei Oda. Durante o encontro, o presidente entregou ao secretário o convite para solenidade de lançamento a Pedra Fundamental da construção da fábrica de pneus.

O evento de lançamento será realizado às 10h30, no dia 27 de janeiro de 2012, no município de Fazenda Rio Grande.A solenidade será prestigiada com a presença do presidente da Sumitono japonesa, Ikuji Ikeda, autoridades estaduais e da região de Fazenda Rio Grande, além dos representantes da área automobilística.

Protocolo

O governador Beto Richa, o executivo japonês Ippei Oda e o prefeito de Fazenda Rio Grande, Francisco dos Santos, assinaram no mês de agosto, o protocolo oficial para instalação de uma unidade da empresa no município. A multinacional fabrica pneus das marcas Dunlop e Falken e será beneficiada pelo programa Paraná Competitivo.

Fábrica

Em uma área total de 50O mil metros quadrados e área construída de 80 mil metros quadrados, a empresa vai investir R$ 500 milhões na instalação da primeira base de produção do grupo na América do Sul, que deve começar a produzir em 2013. Devem ser abertos 1.500 empregos diretos na primeira etapa, com 15 mil pneus por dia e o dobro desse volume de empregos e de pneus na segunda etapa.

Após o lançamento da pedra fundamental, no ano que vem, a Sumitomo inicia a construção da fábrica na Região Metropolitana de Curitiba. No mês de maio de 2013, serão realizados os testes para funcionamento e em outubro do mesmo ano, será iniciada a produção dos pneus.

Fonte: AEN

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Japonesa Sumitomo inicia contratações no Paraná

A empresa Sumitomo Rubber do Brasil, que está se instalando em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, começa a contratar os primeiros funcionários, principalmente intérpretes e tradutores. A empresa, beneficiada por incentivos do programa Paraná Competitivo, prepara para o dia 27 de janeiro o lançamento da pedra fundamental. No terreno, máquinas trabalham a todo vapor na terraplanagem.

O relato foi feito por dirigentes da companhia ao secretário estadual de Planejamento, Cassio Taniguchi, nesta terça-feira. Quinze pessoas já trabalham nos dois escritórios administrativos abertos em Curitiba e São Paulo, informou o presidente da Sumitomo no Brasil, Ippei Oda. Destes, três vieram do Japão; os demais foram contratados no Brasil. A diretoria se muda para Fazenda Rio Grande assim que a primeira edificação for erguida.

A Sumitomo Rubber do Brasil é um dos novos investimentos atraídos pelo Governo do Paraná. A empresa beneficia-se de incentivos fiscais previstos no Paraná Competitivo e, na primeira etapa, vai gerar 1.500 empregos. O princípio básico do programa é conceder incentivos quando não prejudiquem a concorrência com empresas já instaladas no Estado.

Com investimento de R$ 500 milhões, a Sumitomo vai fabricar inicialmente pneus com as marcas Dunlop e Falken. A unidade em Fazenda Rio Grande será a primeira base de produção do grupo na América do Sul e terá capacidade para fabricar até 15 mil pneus por dia, a partir de 2013. O presidente da Sumitomo adiantou que, se a demanda crescer, prevê a ampliação do empreendimento.

“Os intérpretes e tradutores que estão em processo de contratação começam a trabalhar em fevereiro ou março”, diz Oda. Apesar da grande colônia de descendentes de japoneses no Paraná, a Sumitomo não encontra facilidade no recrutamento. A empresa exige que eles também leiam e escrevam em japonês, além de falarem o idioma.

Fonte: AEN

Kirin busca brasileiro para presidir Schin

A lista de candidatos à presidência da segunda maior cervejaria do Brasil é restrita. Segundo apurou o Valor, cerca de cinco nomes estão na seleção da Kirin para ocupar o comando da Schincariol. O escolhido entrará no lugar de Adriano Schincariol, neto do fundador, que no momento acumula a presidência executiva e a diretoria comercial do grupo, lugar deixado pelo primo, Gilberto Schincariol Júnior. Adriano deve permanecer no comando da companhia até o fim de janeiro.

A Kirin decidiu valorizar a prata da casa e está disposta a contratar como presidente um executivo que já pertence aos quadros da companhia, apurou o Valor. Mas também estão no páreo alguns nomes de fora da empresa, todos brasileiros. A Kirin acredita que o mercado nacional de bebidas tem muitas peculiaridades e que não vale chamar um executivo japonês para a missão. É preciso alguém acostumado ao perfil do consumidor local.

O novo presidente deve ser escolhido até o começo de janeiro. Na metade do mês, é esperada a visita do CEO mundial da Kirin, Senji Miyake, ao Brasil. O perfil procurado pelos japoneses é um executivo com experiência no mercado de consumo, capaz de obter resultados financeiros ao mesmo tempo em que busca recuperar participação de mercado perdida para a Petrópolis, dona da Itaipava que, nos últimos meses, passou à frente da Schincariol na venda de cervejas.

"Se eu estivesse comandando essa seleção, aproveitaria para recrutar alguém de consumo, mas fora do mercado cervejeiro, que carece de ideias novas", diz o headhunter Winston Pegler, da Odgers & Berndtson, uma das principais empresas de recrutamento de altos executivos do país. Segundo apurou o Valor, a Kirin não contratou consultoria de headhunting.

Ontem, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra da Schincariol pela Kirin. A decisão foi tomada por unanimidade. Ao julgar o caso, os conselheiros tiveram algumas questões para analisar, como uma cláusula de não concorrência entre os japoneses e a Schin, cujos termos foram mantidos sob sigilo, o fato de o negócio ter sido discutido na Justiça e os acordos que a Kirin detém com a Anheuser-Busch para produzir e distribuir a Budweiseir no Japão.

Ao fim, todas essas questões foram superadas e o negócio foi aprovado por uma razão simples: a Ambev tem liderança absoluta na venda de cervejas, perto de 70% do total. "O mercado é muitíssimo concentrado. A cláusula de não concorrência não tem nenhum problema", afirmou o relator do processo, conselheiro Alessandro Octaviani.

Daniel Andreoli, sócio do TozziniFreire Advogados, que assessora a Kirin, concorda. "Em cerveja, a Kirin tem menos de 0,5% do mercado nacional, onde participa com produto importado".


Veículo: Valor Econômico

Tóquio é a cidade mais cara do mundo para expatriar um profissional

SÃO PAULO - Com a manutenção da força do iene japonês, Tóquio continua sendo a cidade mais cara para transferências de executivos, segundo estudo divulgado pela ECA International. A capital do Japão ocupa o topo da lista pelo segundo ano consecutivo. A segunda cidade mais cara do mundo, segundo a lista, é Oslo, na Noruega, que em 2010 ocupava a sexta posição no ranking. Completa o pódio Genebra, na Suíça, que passou da oitava colocação em 2010 para a terceira neste ano.

A cidade brasileira mais cara para se viver é o Rio de Janeiro, ocupando a 22ª posição da lista. Também aparecem no ranking São Paulo (29ª) e Brasília (33ª). Segundo o levantamento, o custo de vida nas cidades brasileiras aumentou bastante nos últimos anos. A capital fluminense, por exemplo, ocupava a 141ª posição no ranking da ECA em 2008, pulando para o 51º lugar em 2009 e chegando nas 20 primeiras posições em 2010. De acordo com os responsáveis pela pesquisa, esse encarecimento é justificado pela valorização do real frente a diversas outras moedas no período, ao aumento do preço das commodities e à inflação dos preços de forma geral.

Lauren Smith, gerente geral da ECA International Nova York, explica que o encarecimento do custo de vida no Brasil é uma "faca de dois gumes". "Para as empresas que trazem talentos seniores para o país, o custo de um trabalhador aumentará, já que são necessários subsídios maiores para manter o poder de compra desse funcionário. Por outro lado, as empresas que enviam profissionais para fora do Brasil podem aplicar licenças de custo de vida mais baixas e ainda assim oferecer uma remuneração suficiente para manter um bom padrão de vida", disse ela na conclusão da pesquisa. Ela adverte, no entanto, que essa situação pode mudar em um curto espaço de tempo por conta da incerteza econômica atual, que tem afetado moedas além da zona do euro.

Nas Américas, a cidade mais cara para transferências internacionais é Caracas, na Venezuela, que ocupa a 13ª posição no ranking global. Buenos Aires, por sua vez, foi o local que mais ganhou posições na lista mundial, consequência da inflação excessiva, segundo a ECA. A cidade argentina passou da 163ª colocação para a 95ª.

Cidades mais caras do mundo

Fonte: ECA International
Ranking 2011Ranking 2010Cidade/País
11Tóquio / Japão
26Oslo / Noruega
38Genebra /Suíça
43Nagoya / Japão
57Zurique / Suíça
64Yokohama / Japão
710Berna / Suíça
89Stavanger / Noruega
911Basileia / Suíça
105Kobe / Japão
112Luanda / Angola
1212Copenhagen / Dinamarca
1316Caracas / Venezuela
1415Helsinque / Finlândia
1525Sidney / Austrália
Fonte: Valor

Mitsubishi Heavy construirá fábrica de rotores nos Estados Unidos

SÃO PAULO – A Mitsubishi Heavy Industries iniciará em breve a construção de uma fábrica de rotores, componente central de turbinas a gás e vapor, em seu complexo de Pooler, Georgia, nos Estados Unidos. Conforme a companhia, as obras devem ser iniciadas no segundo trimestre de 2012 e concluídas no terceiro trimestre do ano seguinte.

Em comunicado, a Mitsubishi Heavy informa que, com esse investimento, pretende expandir seus negócios de sistemas de energia na América do Norte, mercado em que a demanda por geração de energia por meio de turbinas a gás de ciclo combionado deve crescer de maneira significativa.

Finalizada a construção da unidade, a Mitsubishi Heavy terá capacidade de produção de 12 turbinas a gás de ciclo combinado por ano sem necessidade de importação de nenhum dos principais componentes do Japão.

(Stella Fontes | Valor)

Câmara no suporte a empresas asiáticas

Nesta semana pela segunda vez no Paraná, Satoshi Tsuda, presidente da FMO Co. Ltd. (empresa japonesa de consultoria) participou de uma série de reuniões agendadas pela CCIBJ do Paraná junto a FIEP (C2i - Centro de Inovação e CIN - Centro Internacional de Negócios) e universidades sediadas em Curitiba (UTFPR e PUC).

Acompanhado pelo diretor de projetos da câmara, Fujio Takamura, Tsuda, que representa duas empresas asiáticas interessadas em investirem no Paraná, a Microsonic do Japão, e a TSW Wire de Taiwan, realizou apresentações dando enfoque para a importância do estabelecimento de parcerias entre o capital privado japonês e as universidades do estado no desenvolvimento de novos produtos, em especial na área de ultra-sonografia.

Real-Time Ultrasonic Microscope


Tsuda explica que no caso da Microsonic, a empresa vem há alguns anos desenvolvendo o que eles denominaram de Real-Time Ultrasonic (equipamento de ultrasom) que promete revolucionar a patologia convencional implementando significativas mudanças na maneira de se conduzir os procedimentos ligados ao ultrasom na medicina. "O termo "real time" refere-se a transmissão em tempo real da imagem do órgão que está sendo analisado. Em termos de comparação com o raio-x, que registra as imagens num formato estático, o Real Time Ultrasonic vai muito além, sendo capaz de transmitir estas mesmas imagens num formato ao vivo, ou seja, dinâmico".

Parceria com universidades

De acordo com Takamura, a Microsonic busca selar parcerias com universidades pois toda sua gama de produtos, essencialmente ligados a ultra-sonografia, demandam um alto conhecimento técnico, restrito apenas as melhores universidades do país. "Diferentemente de uma peça ou um pneu, a manufatura de um equipamento médico exige um detalhado acompanhamento técnico, e sendo assim, essa é uma das maiores preocupações da Microsonic. A possibilidade da empresa manufaturar seus produtos na América Latina, em especial no Paraná, depende deste aval técnico". completou.

No Japão, a Microsonic mantém parcerias com a renomada Tokyo Metropolitan University e hospitais, como o Teramoto Memorial Hospital, e Hitachi Saiseikai Omiya Hospital.

JSW Wire

Além da Microsonic, Tsuda também representa a Jung Shing Wire, empresa fabricante de fios magnéticos de alta qualidade na escala de 0.025~3.20mm voltados para diversas aplicações, desde o setor automotivo, ao setor de eletroeletrônicos e sistemas de fibra ótica.

Contando com diversos certificados internacionais como ISO 9001, ISO 14001, SONY GP, ISO/TS 16949, ISO14064 –1, e IECQ QC 080000, exportando para 5 continentes através de suas 6 filiais, e tendo como principais clientes empresas como a Denso, a JSW pretende expatriar seus investimentos no país tendo como foco principal o setor automotivo.

Acesse: