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quarta-feira, 2 de março de 2011

Diretor de Desenvolvimento Econômico de Maringá visita sede da câmara

Na última sexta-feira (25) recebido pelo diretor Fujio Takamura, o diretor de Desenvolvimento Econômico de Maringá, Shudo Yasunaga, esteve visitando a sede da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná no intuito de apresentar a instituição o já quase totalmente concluído Parque do Japão (Memorial Imin 100) que está sendo constituído na cidade.

Tendo suas obras iniciadas em 2008, o parque tem por objetivo muito mais que a comemoração do centenário da Imigração Japonesa, visando a constituição de um complexo comunitário que esteja a serviço da população de Maringá, e devido sua beleza, torne-se uma referência turística na região.

Equipado com um complexo esportivo, bosques, casa de chá, lagos, ilhas e plantas exóticas, o projeto inicial prevê ainda a construção de um restaurante e um centro cultural, as únicas duas instalações ainda não finalizadas. "O prefeito Silvio Barros tem buscado insessantemente recursos para finalizarmos este belo e singular trabalho. E, ao que tudo indica, ao final de 2011 já teremos as obras do restaurante concluídas, faltando apenas o centro cultural. Estamos otimistas que conseguiremos concluir o parque até 2012" relatou Yasunaga.

Diversas empresas como Honda, Toyota, Positivo e Farmácias Nissei, além de bancos como Itaú, BMG, Santander, Banco Safra, Bradesco e Caixa, ajudaram na constituição do parque até o presente momento. A prefeitura de Kakogawa (cidade co-irmã de Maringá) também ajudou a viabilizar o projeto.

Aliás, vale destacar que o processo de irmandade constituído entre ambas as cidades em 1973 integra a biografia do nosso Presidente de Honra e então Deputado Federal e líder da Comissão Parlamentar Brasil Japão, Antônio Ueno, no trabalho de mediação junto aos prefeitos Silvio Magalhães Barros e Sadao Inaoka.

Conheça o Parque do Japão: http://www.parquedojapao.com.br/

terça-feira, 1 de março de 2011

Câmara no Kanmingodokaigi 2011

Realizado nos dias 21 e 22 de fevereiro no hotel Maksoud Plaza em São Paulo, o Kanmingodokaigi 2011 reuniu a embaixada japonesa, consulados, organizações e câmaras do comércio e indústria do Japão estabelecidas no Brasil, além das principais empresas japonesas que atuam no país como Panasonic, Mitsubishi, Kurashiki, Denso, Honda, Marubeni, Hitachi, Nittsu, entre outras, no intuito de discutirem o futuro dos negócios bilaterais Brasil-Japão para os próximos anos.

A Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná esteve representada pelo seu presidente, Yoshiaki Oshiro, e pelo Deputado Federal e diretor para assuntos Brasil-Ásia, Luiz Nishimori, que focaram suas apresentações na enorme potencialidade agrícola do Estado do Paraná em detrimento ao estabelecimento de novas parcerias econômicas e comerciais com o Japão através do setor.

Comitiva de Maringá visita Sede da câmara

Na tarde desta terça-feira (01) o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Yoshiaki Oshiro, esteve recebendo em nossa sede empresários de Maringá e região.

Gintaro Ikeda (Diretor Comercial da Paraná Diesel de Campo Mourão), Takumi Shimada (Presidente de Honra da Aliança Cultural Brasil-Japão), Ricardo Origasa (Vice-presidente da Aliança Cultural Brasil-Japão) e Kenji Ueta (Diretor da Ueta Foto Cine Maringá) puderam se familiarizar com os projetos e trabalhos desenvolvidos pela câmara.

"Sem dúvida, uma das metas da próxima gestão será implementar uma superintendência regional da câmara em Maringá. No momento, este projeto ainda encontra-se em fase embrionária. Contudo já temos um grupo de empresários interessados em dar prosseguimento ao mesmo e ao que tudo indica, a constituição de um escritório regional sairá do papel este ano" finalizou Oshiro.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Japão registra novo mês com deflação

SÃO PAULO - O índice de preços ao consumidor japonês caiu 0,2% em janeiro, perante um ano antes, marcando o 23º mês seguido de baixa. O indicador exclui alimentos frescos. Alguns economistas esperavam uma leitura negativa de 0,3% para o período.

Visto como um indicativo do comportamento dos preços em nível nacional, o índice de preços ao consumidor da região metropolitana de Tóquio, sem alimentos in natura, declinou 0,4% em fevereiro, na comparação com mesmo intervalo de 2010. A expectativa era de uma queda de 0,3%.

Fonte: Juliana Cardoso Valor, com agências internacionais

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Câmara na posse da nova diretoria da FACIAP

Em evento promovido na noite desta segunda-feira (21) no Castelo do Batel, a Federação das Associações Comerciais e Empresarias do Paraná (FACIAP) apresentou aos convidados presentes a sua nova diretoria para a gestão 2010-2012.

A nova gestão teve início em janeiro, na primeira reunião do Conselho de Administração, quando foram traçadas as diretrizes e o planejamento do trabalho da nova diretoria, que foi eleita no final de 2010.

No evento, o empresário Ardisson Naim Akel, antecessor de Rainer Zielasko (novo presidente) na Faciap e atual presidente da Junta Comercial do Paraná, tomou posse no Conselho Superior da federação. Formado por líderes de diversas regiões, o grupo quer aumentar a integração entre o empresariado da capital com o interior e fortalecer o sistema associativista.

Fundada em 1959, a Faciap está presente em 75% dos municípios do Paraná, por meio de 288 associações comerciais e 12 coordenadorias regionais, representando os interesses de mais de 50 mil empresários. Como entidade representativa, tem sido porta-voz do empresariado junto aos governos municipal, estadual e federal, além de entidades privadas que interferem na ação das empresas.

A NOVA DIRETORIA DA FACIAP:

Rainer Zielasko – Presidente – Toledo

Edson José Ramon – 1º Vice-presidente – Curitiba

Adilson Emir Santos – 2º Vice-presidente – Maringá

José Divonsil da Silva – Vice-presidente Adjunto – Guarapuava

Manuele Fritzen – Vice-presidente Adjunta – Foz do Iguaçu

Marcos Paulo Destefeni – Vice-presidente Adjunto – Toledo

Augusto José Sperotto – Vice-presidente para Assuntos das Sociedades Garantidoras de Crédito – Toledo

Caio Vieira Gottlieb – Vice-presidente para Assuntos de Comunicação e Marketing – Cascavel

Claudenir Machado – Vice-presidente para Assuntos das MPEs – Toledo

Darnes Frademir de Almeida – Vice-presidente para Assuntos de Esportes – Marechal Cândido Rondon

Deborah Regina Wolski Dzierwa – Vice-presidente para Assuntos de Eventos – Curitiba

Elizangela de Paula Kuhn – Vice-presidente para Assuntos de Turismo – Foz do Iguaçu

Elói Mamcasz – Vice-presidente do Conselho de Jovens Empresários – Guarapuava

Eugênia Ceres Rauen Costa Monteiro – Vice-presidente para Assuntos de Responsabilidade Social – Paranavaí

Gastão Fabiano Gonchorovski – Vice-presidente para Assuntos de Inovação – Fazenda Rio Grande

Geison Cortez – Vice-presidente para Assuntos de Estágio – Arapongas

Guido Brezolin Junior – Vice-presidente para Assuntos da Indústria – Cascavel

Jean Flávio Zanchetti – Vice-presidente para Assuntos de Empreendedorismo – Nova Esperança

José Torres Sobrinho – Vice-presidente para Assuntos de Serviço – Cascavel

Khaled Nakka – Vice-presidente para Assuntos de Novos Projetos e Serviços – Cascavel

Luiz Ajita – Vice-presidente para Assuntos do Cooperativismo – Maringá

Luiz Carlos Peretti – Vice-presidente para Assuntos de Desenvolvimento Regional – Dois Vizinhos

Lupercio Guandeline – Vice-presidente para Assuntos de Infraestrutura e Logística – Porecatu

Marcelo Bernardi Andrade – Vice-presidente para Assuntos de Finanças e Patrimônio – Curitiba

Marcio Pauliki – Vice-presidente para Assuntos do Comércio – Ponta Grossa

Marcos Bertolini – Vice-presidente para Assuntos das Coordenadorias Regionais – Castro

Marcus Vinícius Tadeu Pereira – Vice-presidente para Assuntos Jurídicos – Curitiba

Massimiliano Alfredo Silvestrelli – Vice-presidente para Assuntos do SCPC – Maringá

A Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná esteve representada pelos diretores Fujio Takamura e Kiyoshi Ishitani.

Recuperação econômica global ajuda governo do Japão a enfraquecer iene

O desejo do primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, de ver um iene mais fraco em relação ao dólar vem se tornando realidade graças ao fortalecimento da economia mundial, que encoraja investidores locais a enviar mais dinheiro ao exterior, em busca de maior rendimento.

Desde o pico atingido em agosto, o iene desvalorizou-se 8,3% em relação a uma cesta com nove moedas de países desenvolvidos, segundo o índice Bloomberg Correlation-Weighted Currrency.

O enfraquecimento da moeda é uma virada de rumo em relação ao início de 2010, quando os investidores mundiais em busca de refúgio contra a crise das dívidas soberanas europeias levaram a moeda japonesa à sua maior cotação em 15 anos em relação ao dólar.

O declínio é guiado pela diferença cada vez maior de rendimento entre os bônus governamentais do Japão e os dos Estados Unidos, que levou ao renascimento das operações de "carry trade", em que os investidores captam empréstimos em países onde os juros estão baixos, como o Japão, e compram ativos em países que oferecem melhor retorno.

Kan, cujo índice de aprovação caiu para 17,8% em janeiro, pode beneficiar-se da queda da moeda, que amplifica os lucros de empresas exportadoras japonesas, como a Toyota Motor Corp.

"Os investidores vão procurar rendimentos maiores no exterior, tendo em vista que os rendimentos estão tão baixos no Japão", disse Kei Katayama, diretor do grupo de renda fixa internacional do Daiwa SB Investments Ltd., em Tóquio, que administra US$ 54,3 bilhões em ativos. "Os países em desenvolvimento vêm ganhando impulso e essa tendência não mudará facilmente."

A divisa japonesa deverá desvalorizar-se para 86 ienes por dólar até o fim do segundo trimestre e a 90 por dólar ato fim do ano, segundo mostra pesquisa da "Bloomberg" com 40 especialistas. Na semana encerrada em 18 de fevereiro, a moeda valorizou-se 0,3%, para 83,18 ienes por dólar.

A mudança do iene chega em meio ao aumento de rendimento dos títulos do Tesouro americano provocado pela especulação de crescimento tanto na economia como na inflação dos Estados Unidos. O Produto Interno Bruto (PIB) do país se expandirá 3,2% neste ano, na sequência do avanço de 2,9% observado em 2010, com o rendimento anual pago pelos bônus de dez anos do governo podendo chegar a 3,94%, em comparação aos 3,29% verificados em 31 de dezembro, de acordo com pesquisas da "Bloomberg".

O fluxo de investimentos em fundos mútuos japoneses focados em ativos internacionais em janeiro aumentou 14%, para 624,6 bilhões de ienes (US$ 7,51 bilhões), de acordo com a Investment Trust Association. Em 2010, o volume dobrou para 6 trilhões de ienes, em comparação ao ano anterior.

Em 2010, as operações de carry trade que consistiram na captação de dólares e venda da moeda para comprar divisas da Austrália, Noruega, Nova Zelândia e Brasil trouxeram retorno de 11,5%, segundo dados compilados pela "Bloomberg".

Neste ano, a situação reverteu-se, com as operações de carry trade com iene trazendo retorno de 23,8%, ante ganho de 2,8% proporcionado pelas negociações financiadas em dólares.

"Os investidores compram cada vez mais ativos de alto rendimento, uma vez que a recuperação econômica mundial está se estabilizando, disse Morio Okayasu, analista-chefe em Tóquio da FOREX.com Japan Co., uma unidade da empresa de câmbio on-line Gain Capital, de Bedminster, de New Jersey. "As operações de carregamento em iene estão ficando populares, portanto a tendência é de que a moeda japonesa seja vendida."

A cotação havia atingido 80,22 ienes por dólar em 1º de novembro, nível mais forte desde abril de 1995. A valorização de 15% da moeda japonesa em 2010 levou Kan a mostrar receio quanto à força da divisa e resultou em compras de 2 trilhões de ienes pelo governo, a primeira intervenção do país no mercado de câmbio desde 2004.

Fonte: Valor

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Takayama irá presidir grupo parlamentar Brasil Japão pela segunda vez consecutiva

De acordo com o deputado federal e membro do conselho consultivo da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Hidekazu Takayama, o estreitamento da relação entre os dois países reflete-se no fortalecimento do comércio internacional, na transferência de tecnologia e no intercâmbio cultural. “A atuação do Grupo Parlamentar nos últimos anos permitiu uma troca de conhecimentos importante para os dois países, que levou, por exemplo, à adoção do modelo japonês da TV Digital no Brasil”, afirma Takayama.

Outra vantagem resultante dessa relação bilateral, lembra o deputado federal, foi o crescimento da produção de soja no Brasil. “O Japão enviou 300 técnicos para estudar a viabilidade da soja no cerrado brasileiro. Como resultado, tivemos uma explosão da produtividade nas terras do Centro-Oeste”, diz o parlamentar.

O Japão é um dos maiores parceiros comerciais do Brasil. Na Ásia, é o segundo maior comprador de produtos brasileiros, atrás somente da China. Em 2010, mesmo com o baixo crescimento da economia nipônica, estima-se que os brasileiros de ascendência japonesa que lá trabalham enviaram cerca de US$ 3 bilhões ao Brasil.

O grupo parlamentar Brasil Japão é o maior grupo de relações internacionais do Legislativo brasileiro.

Fonte: PSC Paraná