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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Reunião entre câmara, Sanepar, Jica e Deputado Estadual Teruo Kato, prevê novos investimentos no Paraná

活動内容 
会議

詳細/議題
下水工事専門の日本人技術者のパラナ訪問支援及び補佐

参加者
パラナ州水道局(Sanepar)会長、日本水道コンサルタント社の技術者、テルオ・カトウ(パラナ州議会議員)、ヨシアキ・オオシロ(当会議所会頭)、ジルベルト・ハラ(当会議所副会頭)

開催市
クリチバ

開催州/国
パラナ

Esta semana, o presidente e vice-presidente da câmara, Yoshiaki Oshiro e Gilberto Hara, estiveram reunidos com o presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Stênio Jacob, com o deputado estadual, Teruo Kato, e técnicos da Nihon Suido Consultants (empresa japonesa de consultoria técnica nas áreas de saneamento e esgoto), para analisarem a viabilidade de um possível financiamento por parte da Jica (Agência de Cooperação Internacional do Japão) ao projeto que visa a composição de um novo e mais amplo sistema de saneamento para os pequenos municípios do Paraná.

Visitando diversas unidades da Sanepar em nosso Estado, os técnicos japoneses estão avaliando as potencialidades e deficiências do nosso atual sistema de saneamento em detrimento à aplicabilidade do novo projeto, que uma vez aprovado pela Jica, prevê investimentos na ordem de R$500 milhões no Paraná.

Missão Econômica - É válido lembrar que este convênio, fruto do empenho do deputado Kato em conjunto da Sanepar, fora mediado desde o início pela câmara, que, através da sua já tradicional Missão Econômica ao Japão, pôde levar o projeto diretamente aos diretores da Jica no Japão, além de assessorar o governo do Paraná em questões de consultoria.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Taxa de desemprego no Japão vai a 5% em março

A taxa de desemprego do Japão ficou em 5% em março, em uma base ajustada sazonalmente, informou nesta sexta-feira o Ministério da Saúde, Emprego e Bem-Estar do país asiático.

O resultado denota uma alta de 0,1 ponto em relação a fevereiro, quando a taxa se situou em 4,9%.

Levantamento preliminar do governo mostrou ainda que o número de desempregados aumentou em 150 mil em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado, somando 3,5 milhões.

(Karin Sato | Valor, com agências internacionais)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Ciclo de palestras e cursos da câmara chega à Paranavaí e região

活動内容 
支援/参加

詳細/議題
当会議所主催講演会「職場でのリーダーシップ及び自己啓発について」(日伯文化学術研究所との共催)

参加者
ヨシアキ・オオシロ(当会議所会頭)、テルオ・カトウ(パラナ州議会議員)、参加者

開催市
パラナヴァイ

開催州/国
パラナ

O presidente da câmara, Yoshiaki Oshiro, esteve em Paranavaí para ministrar o curso de "Liderança no trabalho e desenvolvimento pessoal" abrangendo um público total de mais de 300 pessoas em 8 horas de palestras em diferentes associações e empresas da região.

Para Oshiro, que foi secretário de planejamento de Maringá, presidente do Ceasa-PR, diretor-geral do canal de televisão CNT, um dos precursores na introdução da metodologia de trabalho "5 S" no Brasil, e hoje situa-se como empresário e industrial no ramo de alimentos, remédios e colchões, o ciclo de palestras é de fundamental importância para empresas e associações. "É ministrando palestras como esta, que nos sentimos aptos a diagnosticar a presença de possíveis líderes dentro de um determinado grupo de funcionários ou colaboradores".

O curso também integra as atividades do Instituto Cultural e Científico Brasil Japão, que há mais de uma década zela pelo desenvolvimento harmonioso da cultura no Estado.

Este ciclo de palestras, que começou no dia 19 de abril no Hara Palace Hotel, em Curitiba, se extenderá até o próximo semestre e está incluso nos serviços oferecidos pela câmara aos seus associados.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Diretor da câmara visita municípios do Noroeste do Estado

活動内容 
訪問

詳細/議題
パラナ地方都市(パラナポエマ市・イナジャ市、パラナシティー市)への当会議所の業務説明

参加者
フジオ・タカムラ(当会議所理事)及び各市市長

開催市
地方都市

開催州/国
パラナ

No começo desta semana, o diretor da câmara, Fujio Takamura, esteve visitando vários municípios do noroeste do Paraná na busca por um maior estreitamento nas relações envolvendo a Câmara e a região.

Acompanhado pelo sócio-diretor da Jotagil Consultoria (empresa associada), Jorge Quadros, Takamura visitou os municípios de Colorado, Itaguaje, Jardim Olinda, Paranapoema, Inajá e Paranacity, onde foi recebido pelo prefeito Mario Shideo Yamamoto.

As visitas institucionais também serviram para Takamura expôr aos prefeitos interessados, a nossa nova gama de serviços na área de consultoria administrativa, algo inédito em termos de Câmara de Comércio.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Com projetos bilionários, japoneses reagem ao avanço da China no Brasil

Os japoneses não assistem impassíveis a aproximação entre os governos do Brasil e da China, como ficou evidente na visita do presidente chinês, Hu Jintao ao Brasil, na semana passada, para encontro dos quatro grandes países emergentes conhecidos como BRICS (Brasil, Índia, China e Rússia): assim como os chineses, que anunciaram contratos bilionários com empresas brasileiras, uma missão japonesa, com 20 executivos de grandes empresas e grandes organizações estatais do Japão, visitou Brasília no fim da semana, para negociar aumento da presença japonesa no país.

Enquanto os BRICs anunciavam um acordo de intenções para coordenar ações de seus bancos de desenvolvimento, o Banco Japonês para Cooperação Internacional (JBIC, da sigla em inglês), que já tem acordo semelhante com o BNDES, informava ao governo que, após firmar dois contratos com a Petrobras, de US$ 1 bilhão no total, em março, pretende financiar mais dois projetos que somam outros US$ 1 bilhão ainda neste ano só com a estatal.

O assédio das empresas japonesas ao Brasil tem forte apoio do Estado japonês, não só financeiro. Em maio, uma missão de japoneses interessados em investir no país em projetos de desenvolvimento sustentável virá ao Brasil para contatos com o BNDES, a Petrobras, a Vale e outras companhias. Em setembro, uma outra missão visitará o Japão, com empresas brasileiras, patrocinada pela Japan External Trade Organization (Jetro). " Estamos discutindo um possível acordo sobre bitributação, e está crescendo nosso entendimento mútuo " , afirma o diretor da divisão de América do ministério de Economia, Comércio e Indústria do Japão, Yakushi Akahoshi.

Os japoneses lembram que ainda há queixas dos empresários do país ao que consideram barreiras do Brasil ao investimento e comércio. Mas o empenho das instituições financeiras, como o JBIC, é um fato notável, quando se lembra que, na década passada, a moratória da dívida externa decretada em 1986 pelo Brasil ainda traumatizava os japoneses e inibia empréstimos do Japão ao Brasil. Em março, o JBIC emprestou à Petrobras US$ 700 milhões para um navio de processamento e estocagem de óleo (FSPO) que a estatal, com a japonesa Modec, usará no campo de Tupi, no litoral santista, segundo informou o representante do banco no Rio de Janeiro, Takahiro Hosojima.

Outros US$ 300 milhões foram destinados a uma plataforma de perfuração para operação conjunta da Petrobras e Mitsui na África - com complementação de bancos japoneses, esse contrato pode chegar a quase US$ 500 milhões. Esperam assinatura dois contratos de financiamento de US$ 500 milhões. O JBIC estuda mais dois empréstimos, de US$ 500 milhões cada, para financiar outros FSPO da Petrobras com companhias japonesas, diz Hosojima, que participa do grupo de trabalho em energia, recursos naturais e infra-estrutura do comitê de promoção de comércio e investimentos Brasil-Japão.

" Estamos conversando com a Vale com quem firmamos um memorando de entendimento e pretendemos financiar a empresa de US$ 3 bilhões no máximo durante quatro anos " , acrescenta o executivo do JBIC. " Estamos na fase de identificação de projetos concretos que forneçam vantagem a empresas japonesas " . O acordo com a Vale é um modelo do tipo de atuação dos japoneses: assinado em 2008, dois anos depois se aproxima da fase em que representará desembolso real para empresa brasileira; e, como a maioria dos projetos do JBIC no Brasil, está concentrado nas áreas de recursos naturais e infra-estrutura.

A atuação dos japoneses no Brasil, assim como a dos chineses, tem a característica de reforçar o país como supridor de matérias primas e insumos para as economias asiáticas. Os japoneses se comprometeram com US$ 200 milhões para o trecho Oeste do Rodoanel, em São Paulo por exemplo, e têm interesse em financiar projetos siderúrgicos, especialmente na Usiminas, que tem a Nippon Steel como sócia. Os próprios japoneses reconhecem que não há expectativas de mudança nesse modelo em médio prazo, embora o governo brasileiro tente atrair os japoneses para investimentos no parque produtivo brasileiro.

No setor de serviços, o JBIC chegou a financiar no passado o setor de telefonia, com empréstimos de quase US$ 1 bilhão à Brasil Telecom, mas nada está previsto para este ano fiscal no setor. Neste ano, o JBIC ganhou novo mandato e um orçamento de US$ 5 bilhões para projetos ligados ao meio ambiente em todo o mundo. No Brasil, os executivos do banco estão interessados em geração de energia com etanol e biomassa, além de fontes alternativas como energia eólica e solar. Ainda sob sigilo comercial, uma empresa japonesa vem discutindo com possíveis sócios brasileiros um projeto de geração de energia com turbinas movidas a etanol.

" Nossa missão teve objetivo de reduzir obstáculos ao investimento " , diz Hosojima. Um dos motivos de queixa do Japão é a lei brasileira que fica em cinco anos, com possível prorrogação de mais cinco, o prazo para firmas estrangeiras transferirem tecnologia a companhias brasileiras (ao fim do prazo, a parceira brasileira passa a ser detentora da tecnologia, livre de royalties ou barreiras). " O prazo atual para transferência de tecnologia no Brasil é insuficiente, e é grande a burocracia dificulta " , comenta o executivo do JBIC.

Os obstáculos no Brasil para investimentos japoneses foram um dos principais temas do encontro da missão japonesa com o governo japonês. Os japoneses ouviram dos brasileiros pelo menos uma boa notícia para os interesses das empresas do Japão: no caso dos contratos de transferência de tecnologia, as firmas estrangeiras poderão estabelecer por contrato prazos superiores a dez anos para a proibição de venda dessa tecnologia a terceiros.

Fonte: Valor Online

terça-feira, 13 de abril de 2010

Presidente de Honra da câmara será homenageado no Japão

Antônio Ueno (ao centro) com o então presidente Fernando Henrique Cardoso e princesa Sayako

活動内容 
支援

詳細/議題
神戸日伯協会によるアントニオ・ウエノ当会議所名誉理事表敬

参加者
地元代表者

開催市
神戸

開催州/国
日本

Será homenageado no mês que vem em Hyogo, no Japão, pela Associação Brasil-Japão de Kobe, o presidente de honra e fundador da câmara, Iosio Antônio Ueno.

A associação fez uma apuração dos sete nomes mais influentes de todos os tempos da colônia nikkey do Paraná e, naturalmente, o nome do ex-deputado federal integrou o grupo selecionado.

A história política deste empresário de origem humilde nascido em Assaí, região norte do Estado, pode ser comparada apenas aos grandes nomes da política nacional. Só em termos de mandatos como deputado federal, por exemplo, foram oito seguidos, sendo um recorde mantido até hoje entre os políticos do Paraná, perdendo apenas para Inocêncio Oliveira, de Pernambuco, com 09 mandatos seguidos, e Ulysses Guimarães, de São Paulo, com 11 mandatos consecutivos.

O Paraná, sem dúvida, enaltece a impecável biografia deste que ajudou a gerar centenas de empregos no Estado, sobretudo na condução dos processos de intercâmbio bilateral com o Japão, trazendo dezenas de empresas ao Estado.

Cargos Ocupados:

- Duas vezes vereador pela Câmara Municipal de Assaí (1955 - 1958), (1959 - 1962);
- Deputado Estadual pela Assembléia Legislativa do Paraná (1963 - 1966);
- Três vezes presidente da Comissão de Orçamento da Assembléia Legislativa do Paraná (1964, 1965, 1966);
- Oito vezes Deputado Federal (1967 - 1970; 1971 - 1974; 1975 - 1978; 1979 - 1982; 1983 - 1986; 1987 - 1990; 1991 - 1994; 1995 - 1998);
- Membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados; da Agricultura e Política Rural;
- Presidente da Comissão Regional Sul;
- Foi oito anos membro da Junta Administrativa do IBC (1962 - 1970);
- Fundador da Liga Desportiva Paranaense (1947);
- Fundador da Escola Agrícola de Apucarana (1958);
- Co-fundador e presidente da Federação Paranaense de Baseball (1963);
- Como representante do governo do Paraná, em Kobe, no Japão, firmou o Tratado de Intercâmbio, Cultural e Científico entre o nosso Estado e a Província de Hyogo (1970);
- Fundador da Aliança Cultural Brasil Japão do Paraná (1973);
- Fundador do Centro Agrícola de Rolândia (1973);
- Fundador e presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná (1978);
- Presidente do Grupo Parlamentar Brasil Japão na Câmara dos Deputados em Brasília (1988 - 1990);
- Fundador e presidente do Instituto Cultural e Científico Brasil Japão (Palácio Hyogo) (1996);
- Coordenou a vinda da família imperial japonesa ao Brasil nas décadas de 70, 80 e 90;
- Realizou 37 missões econômicas ao Japão;
- Colaborou com a criação e instalação do Consulado do Japão no Paraná, sediado em Curitiba;
- Colaborou junto à câmara no estabelecimento de tratados diplomáticos de irmandade entre cidades do Brasil e Japão (Maringá-Kakogawa; Londrina-Nishinomiya; Curitiba-Himeji; Ibiporã-Asso; Paranaguá-Tsuna);
- Realizou 17 seminários econômicos envolvendo Brasil e Japão;
- Na Constituinte de 1987 e 1988, apresentou 136 emendas, sendo aprovadas 36 no setor da economia, agricultura e nacionalidade.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Câmara prestigia solenidade em homenagem ao Cônsul Geral do Japão no Paraná

活動内容
参加

詳細/議題
クリチバ市議会の提案による在クリチバ日本国総領事への名誉市民権章授与

参加者
佐藤宗一(在クリチバ日本国総領事)、当会議所会頭及び常任理事、企業経営者、地元の代表者

開催市
クリチバ

開催州/国
パラナ

Nesta quinta-feira, em nome do município de Curitiba, o presidente da Câmara Municipal, João Claudio Derosso, entregou ao Cônsul Geral do Japão no Estado do Paraná, Soichi Sato, o Título de Cidadão Honorário de Curitiba.

Entre o público que compareceu na Sessão Solene realizada na Câmara Municipal, estiveram presentes diveresas lideranças e empresários da colônia nikkey do Estado.

Para o presidente da câmara, Yoshiaki Oshiro, que esteve presente na solenidade, o título apenas reforça a já reconhecida competência do Cônsul Sato.

"O Cônsul Geral Soichi Sato sempre auxiliou a Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão no intercâmbio com o Japão, principalmente nas questões envolvendo as nossas Missões Econômicas. Esperamos que essa integração, não só com nós, mas com todos os japoneses e descendentes que aqui residem, permaneça forte e estruturada por um bom tempo".