Translation Support

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Diretores da Toshiba apresentam nova tecnologia de produção agrícola em Colombo

O presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão Paraná (CCIBJ-PR), Yoshiaki Oshiro, esteve na quarta-feira (08/07), na Chácara Strapasson, em Colombo (PR), acompanhando a apresentação de uma nova tecnologia de produção agrícola de ponta na produção de vegetais folhagens e legumes.

A apresentação foi feita pelos diretores da Toshiba South América Ltd., Makoto Akita e Jean Carlos Preseproski, ao proprietário da Chácara Strapasson, Gilberto Strapasson e Maicol Strapasson.

Durante a reunião, os diretores da Toshiba mostraram aos empresários a nova tecnologia de produção agrícola, com geração de sol 24 horas e diminuição de mais de 40% para maturação e colheita, sem uso de agrotóxicos e produção em água corrente com os nutrientes.

A tecnologia permitirá produção em qualquer época e tempo, com menor espaço, ocupando altura, sem desperdício de nutrientes, ou produção orgânico com alta tecnologia, produtividade e rentabilidade.

Segundo o presidente da CCIBJ-PR, Yoshiaki Oshiro, o empresário Gilberto Strapasson, ficou muito interessado em conhecer profundamente e implantar a nova tecnologia de ponta na produção de vegetais folhagens e legumes.  “O objetivo da CCIBJ-PR é fazer este intercâmbio de tecnologia japonesa para auxiliar as empresas no desenvolvimento de negócios”, afirma o presidente.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

“Definitivamente aumentaremos o imposto sobre o consumo em 2017”, diz ministro da economia do Japão

O governo japonês confirmou que não adiará mais uma vez o aumento do shohizei (imposto sobre o consumo), previsto para ser elevado de 8% para 10% em abril de 2017.

“A menos que ocorra um grande choque econômico, definitivamente aumentaremos o imposto sobre o consumo (em 2017)”, disse o ministro da economia, Akira Amari, em entrevista coletiva na quinta-feira (2).

Os comentários do ministro revelam a pressão que o governo está sofrendo para  resolver o problema da dívida pública crescente.

Segundo o ministro, a desaceleração da economia da China representa um risco maior para o Japão do que qualquer turbulência financeira decorrente da crise na Grécia.

Uma pesquisa realizara pela agência de notícias Reuters revelou que dois terços das empresas japonesas (67%) apoiam o plano do governo de aumentar o imposto sobre o consumo.

Fonte: IPC Digital

Gisele Loeblein: paciência milenar para convencer o Japão

Considerado mercado premium, o Japão segue resistindo ao levante de embargo imposto à carne bovina brasileira, após a comunicação de caso atípico de encefalopatia espongiforme bovina (popularmente conhecida como mal da vaca louca) em 2012. Quase três anos depois, o governo federal segue batalhando para que o mercado seja retomado.

A expectativa de que isso possa ocorrer ganhou força, nesta segunda-feira, em Tóquio, durante visita da ministra da Agricultura, Kátia Abreu. Na ocasião, foi anunciada a vinda ao Brasil de uma missão de técnicos japoneses. O grupo irá inspecionar laboratórios, frigoríficos e propriedades.

– Sabemos da preocupação do Ministério da Saúde. Por isso, queremos, com muita compreensão, que o governo japonês conheça de fato o sistema brasileiro de defesa, porque temos certeza que eliminarão suas preocupações – afirmou a ministra, estimando que, até agosto, as barreiras para a exportação desse produto possam ser superadas.

Os ministérios da Agricultura e da Saúde do Japão receberam nesta segunda documentos de análise de risco que estavam pendentes. Foi a penúltima das sete etapas a serem cumpridas para a liberação da venda de carne bovina termoprocessada – o produto in natura nunca entrou no mercado do país asiático, e a briga por esse espaço virá mais adiante, ainda neste ano, segundo o ministério.

Vale lembrar que os japoneses costumam usar a vacinação contra a febre aftosa como limitador de negócios. No caso da carne suína, só os catarinenses conseguiram furar o bloqueio, porque são livres da doença sem vacinação.

Simultaneamente à missão, uma consulta pública sobre o tema será aberta no Japão. Tudo parte do ritual a ser cumprido para que se consiga a reabertura do mercado.

Assim como o Brasil, outros países se submetem às rigorosas exigências japonesas porque sabem da importância desse comprador, que busca produtos com qualidade diferenciada, tendo remuneração à altura.

– A abertura de qualquer mercado é sempre importante – pondera José Roberto Pires Weber, presidente da Associação Brasileira de Angus.

Vencer a barreira japonesa é uma espécie de atestado de qualidade, capaz de abrir muitas outras portas ao produto brasileiro. Paciência e persistência são as chaves para dobrar os argumentos japoneses.

Gisele Loeblein é colunista do Jornal Zero Hora de Porto Alegre

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Presidente da CCIBJ-PR se reúne em São Paulo com presidente da Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil

Com o objetivo de realizar novos e mais profundos estudos que tragam resultados e desenvolvimento da participação Japonesa na economia brasileira, com a participação dos Estados, o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná (CCIBJ-PR), Yoshiaki Oshiro, visitou no do dia 3 de julho, a Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil, em São Paulo (SP).

Durante o encontro, o presidente da CCIBJ-PR foi recebido pelo presidente, Toshifumi Murata e pelo secretário-geral, Fujiyoshi Hirata.

Yoshiaki Oshiro apresentou a proposta já informada ao embaixador do Japão no Brasil, Kunio Umeda, durante sua estada em Curitiba, da necessidade de criação de um Conselho Nacional das Câmaras e também de dar incentivos para criação de novas Câmaras em Estados, com o propósito de vincular em cooperação com as instituições já criadas como, Associações Comerciais, industriais, entre outras.

“A ideia é desenvolver formas fáceis e participativas com todas as instituições produtivas para o desenvolvimento da economia e fomentar os intercâmbios tecnológicos, econômicos, científicos e empresariais, de acordo com interesse da comunidade regional” informou Oshiro.

Em suas considerações, o presidente Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil, Toshifumi Murata, apresentou uma proposta de unificação com centralização pela CCIBJ-SP, e outros Estados, como regionais.

Diretor da Jica recebe presidente da câmara

O presidente da Câmara do Comércio Indústria Brasil Japão Paraná (CCIBJ-PR), Yoshiaki Oshiro, esteve na JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão), no dia 03 de julho, em São Paulo.

Em reunião com o diretor da JICA para Centro e Sul do Brasil, Hiroaki Endo, o presidente da CCIBJ-PR foi buscar apoio para o evento de 120 anos de Cooperação entre o Brasil e Japão e para Feira de Tecnologia Japonesa, que serão realizadas em Londrina e Curitiba, no mês de setembro.

Na pauta do presidente também foram abordados assuntos sobre estudos de formas simples e produtivo de intercâmbio estudantil e profissionais para melhoria da qualificação; apoio às médias indústrias do Japão com intenções em desenvolver o intercâmbio; cooperação e formação de parcerias industriais, com preparação prévia das intenções e interesse mútuo de promover seminários.

Reunião na sede da Hitachi do Brasil fortalece parceria com CCIBJ-PR

Para tratar de estudos e da participação da Hitachi South América Ltda., em sistemas de transporte Monotrilho no Paraná e Santa Catarina, o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná (CCIBJ-PR), Yoshiaki Oshiro, participou no dia 3 de julho, de uma reunião na empresa em São Paulo (SP) com o presidente Kazuhiro Ikebe e executivos  Iwayama Toshiro e Emil Seko.

Durante o encontro, Oshiro transmitiu a necessidade em divulgar o sistema de transporte monotrilho e coloca à disposição o site da CCIBJ-PR, para que todos possam conhecer o sistema da Hitachi.

“Considero o transporte Monotrilho o mais adequado e viável sistema, evitando desapropriações, utilizando a estrutura do sistema urbano existente, com implantação de sistema que aceita as deformações topográficas e curvas e sem agredir o meio ambiente”, destacou o presidente da CCIBJ-PR.

Yoshiaki Oshiro também informou ao presidente da Hitachi sobre a realização da Feira de Tecnologia Japonesa, em setembro, nas cidades de Londrina e Curitiba e a possibilidade da empresa levar os equipamentos importantes na área educacional, transmissão e gravação e de equipamentos hospitalares.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Japão aciona OMC contra incentivos fiscais do Brasil

O governo do Japão abre uma disputa na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra o Brasil, alegando que a política de incentivos fiscais aos setores de telecomunicações, automóveis e tecnologia é ilegal e afeta empresas estrangeiras de forma " injusta ". 

Tóquio questiona a forma pela qual Brasília isenta setores de impostos, sempre que garantam produção em território brasileiro. O Japão iniciou a primeira etapa da queixa. 

Um ataque similar já havia sido apresentada pela UE contra o Brasil e o sistema de solução de controvérsias da OMC foi acionado. Bruxelas argumentou que, ao dar isenção de IPI a diversos setores sob certas condições, o Brasil estava violando as regras internacionais do comércio.

Em setembro de 2011, o governo estabeleceu uma isenção de IPI para carros de montadoras que se comprometam a investir no País e comprem peças locais. Em 2012, o plano foi renovado por mais cinco anos, o que deixou os países ricos irritados. Incentivos fiscais também foram dados a computadores, smartphones e semicondutores.

O governo brasileiro sempre alegou que as medidas beneficiavam montadoras europeias e japonesas, justamente contra a concorrência chinesa. Mas, segundo a União Europeia, as medidas adotadas por Dilma têm afetado as exportações do bloco. Em 2011, 857 mil carros foram exportados ao mercado brasileiro. Em 2013, esse número caiu para 581 mil até outubro.

Consultas entre as duas diplomacias ocorreram em Genebra em fevereiro.

Pressão. Agora, o Brasil agora sofre a pressão dos japoneses, também preocupados com o comportamento de Brasília e o temor de que a linha adotada pelo governo de Dilma Rousseff comece a ser imitada por outros emergentes. No caso do Japão, o centro do questionamento é o setor de informática e tecnologia.

Tóquio questionou já no passado as exigências do edital de licitação da faixa de frequência de 2,5 GHz - destinada ao serviço de quarta geração da telefonia móvel (4G). A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estipulou uma exigência de conteúdo nacional mínimo de 60% para quem quisesse participar de licitações, incluindo equipamentos e sistemas.

O Japão questiona o governo brasileiro se o mesmo padrão de favorecimento às indústrias nacionais será repetido "quando o Brasil conduzir leilões sobre os direitos de outras frequências".

Para o governo de Tóquio, algumas das medidas brasileiras já existem há algum tempo. " Mas foram fortalecidas nos últimos anos ", indicou. Elas afetariam os setor automotivo, de informática, comunicações e tecnologia. 

O pedido de consultas é a primeira fase da disputa na OMC. Durante os próximos dois meses, os dois governos terão de realizar as reuniões e, se não houver um acordo, o Japão pediria que os árbitros internacionais examinem o Brasil.

Fonte: Estadão