Translation Support

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Panasonic desiste da China e traz produção para Fukuroi e Kusatsu

Devido ao aumento dos custos trabalhistas na China e ao enfraquecimento do iene frente ao dólar, a japonesa Panasonic informou que trará de volta ao Japão a maior parte de sua produção de eletrodomésticos.

As máquinas de lavar de grande porte, que atualmente são produzidas na China, será o primeiro produto que a empresa passará a fabricar em solo japonês. A empresa disse que retomará a produção desse tipo eletrodoméstico em uma fábrica de Fukuroi, Shizuoka.

Fornos de microondas e aparelhos de ar-condicionado voltarão a ser fabricados nas unidades da Panasonic de Kobe e Kusatsu. A empresa disse que pretende economizar bilhões de ienes ao utilizar espaços vazios em suas fábricas ociosas do Japão.

Fonte: IPC Digital

Miniveículo Tanto da Daihatsu é o carro mais vendido no Japão

O miniveículo Tanto, da Daihatsu, foi o carro mais vendido no Japão em 2014. De acordo com dados das três entidades representantes da indústria automobilística do Japão, as boas vendas teriam sido resultado do aumento do imposto sobre consumo em abril (de 5% para 8%), que atraiu os consumidores para o mercado de veículos de porte pequeno por causa do preço e do custo com manutenção.

Os miniveículos (carros com motores de até 660cc) ocuparam sete posições no top 10 dos veículos mais vendidos no ano.

Fabricado desde 2003, o modelo Tanto totalizou 234.456 unidades vendidas em 2014, um crescimento de 62,1% em comparação com o período anterior. O compacto Aqua, da Toyota, perdeu a liderança alcançada em 2013 e ficou em segundo lugar, com 233.209 unidades (queda de 11,1% em relação ao período anterior). O Fit da Honda foi o terceiro, seguido pelo compacto Prius da Toyota.

Fonte: IPC Digital

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Abe pede novamente que as grandes empresas aumentem os salários

O primeiro ministro japonês, Shinzo Abe, voltou a solicitar aos líderes empresariais japoneses que subam os salários para favorecer que a economia japonesa saia de mais de uma década de deflação, informou a agência Kyodo.

O governo decidiu, no final de 2014, baixar o imposto atual pago pelas empresas de 34,62% a 32,11% no final do ano fiscal de 2015 e a 31,33% no final do ano fiscal de 2016.

O primeiro ministro referiu que a decisão do governo de reduzir o imposto pago pelas empresas tem como objetivo possibilitar o aumento do salário pago aos trabalhadores.

Fonte: IPC Digital

domingo, 4 de janeiro de 2015

Federação: Economia do Japão crescerá mais do que o esperado

O presidente da Japan Business Federation (Federação de Negócios do Japão), Sadayuki Sakakibara, expressou sua confiança de que a economia do Japão crescerá alem das expectativas em 2015.

Em uma entrevista ao jornal Nikkei, publicada na última sexta-feira, Sakakibara também reiterou a intenção da federação em pressionar os empresários para um aumento salarial de mais de 2%.

Em seu último relatório trimestral, o Banco do Japão fixou a taxa de crescimento do Japão em 1,5% no ano de 2015.

O presidente da organização econômica atribuiu sua previsão otimista ao bom desempenho de empresas japonesas, impulsionadas pela desvalorização do iene frete ao dólar e pelo adiamento do aumento do imposto sobre o consumo, que está previsto para abril de 2017.

“Desejo que esse ano seja o ano em que o Japão escape da deflação e entre no caminho certo para recuperação econômica.” disse Sakakibara, acrescentando: “A comunidade de negócios fará todos os esforços para aumentar os salários.”

Fonte: IPC Digital

sábado, 3 de janeiro de 2015

Falta de mão de obra obriga Japão a expandir os “auto caixas”

Além de embalar suas próprias compras no supermercado, é muito provável que no futuro você seja obrigado a passar suas próprias compras pelo caixa.

O serviço de serufureji (auto caixas) já existe em várias lojas do Japão, mas as principais redes varejistas do país querem expandir as máquinas de auto cobrança devido a escassez de trabalhadores no setor.

O maior grupo varejista do Japão em receita, Aeon Group, conta com 3 mil auto caixas em centenas de lojas de todo o país, mas planeja dobrar esse número em 2015. Segundo especialistas entrevistados pelo WSJ, as máquinas de auto atendimento são mais baratas que o custo trabalhista anual de um funcionário.

Os economistas dizem que é uma tendência irreversível e pode aumentar a produtividade no trabalho, mas muitos clientes se sentem prejudicados por serem obrigados a fazer um serviço que não os compete.

Fonte: IPC Digital

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Japão pretende reduzir impostos sobre empresas para estimular economia

O Japão anunciou nesta terça-feira planos para reduzir os impostos corporativos a partir de abril de 2015, na mais recente tentativa do primeiro-ministro Shinzo Abe de estimular a economia do país.

Em seu plano anual para revisão de impostos, a coalizão do governo prometeu reduzir os impostos para 32,11%, de 34,62%, até março de 2016. A redução deve continuar no ano seguinte, com uma queda para 31,33% ou níveis ainda menores.

A medida tem por objetivo aumentar a competitividade internacional das empresas japonesas ao reduzir os impostos a níveis similares aos praticados em outros países. O governo espera que as companhias, então, elevem os salários de seus funcionários, em um passo que é considerado crucial para a meta de Abe de tirar o país da deflação.

"Queremos que as empresas mudem seu comportamento e utilizem seu dinheiro para fins produtivos, como aumentos salariais e investimento de capital", afirmou o diretor de política tributária do partido do governo, Takeshi Noda, em coletiva de imprensa.

De acordo com Noda, o corte previsto para 2015 deve reduzir as taxas cobradas das empresas em cerca de 200 bilhões de ienes (US$ 1,7 bilhões). O governo deve encaminhar ao Parlamento uma nova lei para efetivar a redução nos impostos. 

Fonte: Dow Jones Newswires.

Poupança dos japoneses fica negativa pela primeira vez na história

O gabinete do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, aprovou um pacote de estímulo econômico de ¥3,5 trilhões, que serão injetados na economia na tentativa de aliviar as perdas causadas pelo aumento de impostos.

O pacote de US$29 bilhões será usado para socorrer pequenas e médias empresas familiares e ajudar na reconstrução das áreas atingidas por desastres naturais.

“Se implementarmos rapidamente essas medidas, podemos reforçar o consumo, melhorar a economia regional e expandir o ciclo de crescimento em todo os cantos do país”, disse Abe em uma reunião com governantes regionais.

Dos ¥3,5 trilhões de estímulos, ¥600 bilhões serão destinados a programas para impulsionar a economia regional, ¥1,5 trilhões para incentivar o consumo e socorrer pequenos negócios, e ¥1,7 trilhões serão usados para a reconstrução da infraestrutura de áreas atingidas por desastres naturais, como o tsunami de 2011.

Fonte: IPC Digital