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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

発電床をブラジルに普及 関係者5人がパラナ州を訪問

発電床をブラジルに普及しようと、株式会社音力発電の速水浩平代表取締役と株式会社日本開発サービス(JDS)の山田光男・調査部主任研究員、田中規子・調査部主任研究員、高野修一・調査部研究員、安田高法・海外ビジネス展開・官民連携支援室室長代理兼調査部研究員が11月5日から7日にかけてパラナ州クリチバ市を視察しました。

一行は5日午前にパラナ日伯商工会議所を訪問し、大城義明会頭と話し合いを行なった後、その滞在期間に大城会頭、高村富士夫理事らの案内のもと中桐廣文副会頭のブラジルCCM社、西村ニルソン副会頭のElco電気エンジニアリング社、会員企業のIndusparque社、パラナ州企画調整局、クリチバ都市公社(URBS)、社会発展技術研究所(Lactec)、クリチバ市消防局などを訪問し、震動発電による発電床の紹介を行いました。

◆「発電床」とは、人が歩くときに発生する床の振動を利用して発電を行う床型の発電機です。詳細は、同社サイト(http://soundpower.co.jp/)まで。

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Japão: índice de confiança do consumidor cai em outubro

O índice de confiança dos consumidores japoneses caiu para 38,9 em outubro, de 39,9 em setembro, segundo informou o governo nesta terça-feira. Esta foi a terceira queda consecutiva após quatro meses de alta.

O referido índice reflete as perspectivas dos consumidores sobre a situação de vida, crescimento da renda, as condições do mercado de trabalho e as perspectivas de compra de bens duráveis. O índice atua como referência para dados sobre gastos dos consumidores.

Uma pontuação acima de 50 indica que os consumidores estão esperando melhores condições em meio ano e uma pontuação abaixo de 50 aponta que os consumidores esperam piora das condições de negócios nos próximos seis meses. O índice não atinge 50 ou mais desde fevereiro de 2006. 

Fonte: Estadão 

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Ata do BC japonês mostra que Kuroda agiu para assegurar meta de inflação

Alguns formuladores de política do banco central do Japão disseram, em uma reunião em outubro, que a inflação poderia mergulhar abaixo de 1 por cento devido à queda dos preços de energia, o que ajuda a explicar porque o presidente do banco central, Haruhiko Kuroda, escolheu ampliar o estímulo monetário. 

Alguns membros também expressaram preocupação de que a inflação poderia estar perdendo força devido à falta de dinamismo nos gastos do consumidor, mostrou nesta quinta-feira a ata da reunião de política monetária da reunião de 6 e 7 de outubro. 

A maioria dos membros concordou que a inflação deve subir novamente com a melhora do hiato do produto, o que poderia ser a razão pela qual quatro dos nove membros do conselho do BC japonês votaram contra a decisão da última sexta-feira para estimular ainda mais a economia. 

A ata não ofereceu pistas sobre a decisão surpresa do banco central de expandir suas compras de dívida pública, mas mostrou mais preocupação com as perspectivas de preços no curto prazo. 

"Alguns membros observaram que, em função da evolução dos preços da energia, a taxa anual de alta dos preços ao consumidor pode cair temporariamente abaixo de 1 por cento", informou o documento. 

Na reunião de outubro, o BC havia mantido seu programa de estímulos, apesar da persistente fraqueza depois do aumento de impostos sobre as vendas em abril.

Fonte: Reuters

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Presidente do BC japonês promete atingir meta de inflação, se diz pronto para mais medidas

O presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, que na semana passada surpreendeu os mercados financeiros globais aumentando o programa de estímulo monetário, disse que o banco central está pronto para fazer mais para chegar à meta de 2 por cento de inflação e recarregar a cambaleante economia. 

Kuroda destacou que a autoridade monetária está determinada a fazer o que for preciso para atingir a meta de inflação em dois anos e vencer quase duas décadas de deflação. 

"Não há nenhuma mudança na nossa política de tentar atingir 2 por cento de inflação na data mais próxima possível, com um horizonte de dois anos mais ou menos em mente", disse o presidente em discurso durante um seminário nesta quarta-feira. 

"Não há limites para os nossos instrumentos de política, incluindo as compras de títulos do governo japonês", disse ele em resposta a uma pergunta após o discurso. 

O banco central japonês surpreendeu os mercados financeiros globais na semana passada ao expandir o forte estímulo, reconhecendo que o crescimento econômico e a inflação não aceleraram como esperado após o aumento do imposto sobre vendas em abril. 

Fonte: Reuters

Presidente do BC japonês promete atingir meta de inflação, se diz pronto para mais medidas

O presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, que na semana passada surpreendeu os mercados financeiros globais aumentando o programa de estímulo monetário, disse que o banco central está pronto para fazer mais para chegar à meta de 2 por cento de inflação e recarregar a cambaleante economia. 

Kuroda destacou que a autoridade monetária está determinada a fazer o que for preciso para atingir a meta de inflação em dois anos e vencer quase duas décadas de deflação. 

"Não há nenhuma mudança na nossa política de tentar atingir 2 por cento de inflação na data mais próxima possível, com um horizonte de dois anos mais ou menos em mente", disse o presidente em discurso durante um seminário nesta quarta-feira. 

"Não há limites para os nossos instrumentos de política, incluindo as compras de títulos do governo japonês", disse ele em resposta a uma pergunta após o discurso. 

O banco central japonês surpreendeu os mercados financeiros globais na semana passada ao expandir o forte estímulo, reconhecendo que o crescimento econômico e a inflação não aceleraram como esperado após o aumento do imposto sobre vendas em abril. 

Fonte: Reuters

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Ministro da Economia do Japão aponta para mais estímulos

O ministro da Economia do Japão, Akira Amari, disse nesta segunda-feira que o governo deve implementar novo estímulo fiscal para impulsionar a economia se os dados preliminares do terceiro trimestre, que serão divulgados em 17 de novembro, vierem fracos, informou a emissora pública NHK. 

Amari também disse que as medidas de estímulo devem ser adotadas independentemente da decisão a ser tomada pelo primeiro-ministro Shinzo Abe até o final do ano de avançar com um segundo aumento de impostos sobre as vendas previsto para o próximo ano, visando frear a enorme dívida pública.

Os comentários foram feitos dias após o Banco do Japão decidir expandir seu estímulo monetário maciço, o que levantou especulações de que Abe iria em frente com o próximo aumento de impostos em outubro. 

Amari disse que o estímulo fiscal adicional deve ser destinado a estimular o consumo privado, particularmente os grupos de baixa renda e famílias com crianças, duramente atingidos pela alta do imposto feita em abril para 8 por cento, ante 5 por cento. 

Fonte: Reuters

Conselheiro do premiê japonês se opõe à nova alta do imposto sobre vendas

Um importante conselheiro do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, fez um apelo nesta terça-feira para que o governo adie uma alta no imposto sobre vendas previsto para o próximo ano, a fim de evitar queda nos gastos do consumidor que prejudicaria a economia. 

Koichi Hamada, professor emérito de Economia na Universidade de Yale e um conselheiro próximo a Abe, já vinha dizendo publicamente suas visões mas elas se chocaram com a posição assumida pela maioria dos consultores de um comitê especial criado pelo governo. 

Eles têm dito que o aumento do imposto deveria ir em frente como planejado para desacelerar a crescente dívida pública japonesa, que tem o dobro do tamanho da economia do país, pior marca do mundo desenvolvido. 

"Retirei meu apoio a uma segunda alta do imposto porque a economia não está mostrando qualquer sinal de que ele poderia ocorrer", disse Hamada. "Eu apoiaria esse plano se ele fosse adiado por cerca de um ano e meio." 

Hamada falou a jornalistas depois de participar do primeiro encontro do comitê que Abe criou no mês passado para aconselhá-lo sobre se deveria ir em frente com o aumento de 10 por cento no imposto sobre vendas, previsto para outubro do próximo ano. 

Abe deve decidir sobre isso até o final deste ano, mas existem especulações de que políticos tentarão adiar o plano depois que o aumento inicial do imposto em abril passado ajudou a empurrar a economia para sua queda mais forte desde a crise financeira global em 2009. 

A frágil recuperação desde então tem levantado dúvidas sobre o bom senso de seguir em frente com os planos de um segundo aumento do imposto. 

Fonte: Reuters