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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

I° Encontro de Networking Paraná Hyogo é realizado na sede da Câmara

O assessor de Relações Internacionais da Prefeitura de Curitiba, Jorge Yamawaki, 
foi uma das lideranças locais que prestigiaram o evento

Realizado na tarde desta quarta-feira, 2, o "I° Encontro de Networking Paraná-Hyogo" promovido pelo Instituto de Economia e Tecnologia Paraná-Hyogo reuniu cerca de 30 pessoas no auditório do denominado "Palácio Hyogo", sede da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná.

Contando com a presença de 15 representantes da província de Hyogo, incluindo empresários e representantes do poder público e terceiro setor, o evento teve por objetivo promover a rede de relacionamento bilateral entre ambas as regiões, promovendo novas oportunidades comerciais e de negócios.

Dunlop e visitas técnicas

De acordo com a porta voz do referido instituto, Ana Paula Ferraz, o encontro faz parte de uma agenda de compromissos composta há cerca de um mês, contemplando ainda visitas técnicas a multinacionais japonesas instaladas no Paraná, como a Sysmex do Brasil (também originária de Hyogo), visitas oficiais ao governo do estado, além da participação na inauguração da primeira fábrica da Dunlop no continente americano pelo grupo japonês Sumitomo Rubber.

Também participaram do encontro: o Cônsul Geral do Japão para a região Sul, Yoshio Uchiyama, o Cônsul Geral da República das Filipinas, Kiyoshi Ishitani, o presidente da CCIBJ do Paraná, Yoshiaki Oshiro, o diretor-presidente da COMEC, Rui Hara, o assessor de Relações Internacionais da Prefeitura de Curitiba, Jorge Yamawaki, o presidente da Mineropar, José Zem, o diretor financeiro do Instituto Hyogo, Makoto Yamashita, além de demais lideranças.

Foto: Yukako Nagamura

Em visita a Câmara, presidente da Hitachi do Brasil oficializa convite para evento no Rio de Janeiro

O presidente da CCIBJ do Paraná, Yoshiaki Oshiro, o presidente da Hitachi do Brasil, Toshiro Iwayama, o vereador de Londrina, Roberto Kanashiro, e o diretor da multinacional japonesa, Emil Seko

Acompanhado do diretor de novos negócios, Emil Seko, o presidente da Hitachi do BrasilToshiro Iwayama, esteve na manhã desta quarta-feira, 02, visitando a sede da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná. 

Na pauta, o "Hitachi Social Innovation Forum" evento a ser realizado no dia 07 de novembro no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. O objetivo, conforme expôs Iwayama, é apresentar os produtos e soluções da empresa para o setor de infraestrutura, especialmente nas áreas de transporte, energia, educação e biometria.

Recebido pelo presidente da entidade, Yoshiaki Oshiro, Iwayama reforçou a importância do relacionamento vigente com a Câmara, seus associados e parceiros. "Estamos familiarizados com a abrangência institucional da entidade (...) por isso esperamos contar com a presença da mesma neste evento, na qual iremos aprofundar diferentes questões que podem ser de interesse estratégico de diferentes key players do Paraná" finalizou.

Também participou da reunião, o vereador de Londrina, Roberto Kanashiro.

Para mais sobre a empresa, acesse:

A tacada da Takeda

À base de aquisições e de medicamentos populares, a farmacêutica japonesa se tornou um dos dez maiores laboratórios do Brasil em quatro anos. Conheça seus próximos passos.

Quando o Banco da Coreia publicou um estudo, em 2008, sobre as empresas mais antigas do mundo ainda em operação, revelou dois fatos curiosos. O primeiro é que, entre as empresas com mais de 100 anos de história, 89,4% eram pequenos negócios com menos de 300 funcionários, como cervejarias, vinícolas, hotéis e restaurantes. A outra curiosidade informava que, entre as 5.586 companhias bicentenárias do mundo, 3.146 estavam no Japão. A farmacêutica Takeda, ao ser uma das poucas das anciãs nipônicas que conseguiram crescer, se encaixa apenas no rol da tradição japonesa de preservação de empresas antigas.

Fundada em 1781 na Osaka feudal, por Chobei Takeda, como uma espécie de trading de ervas medicinais, é hoje a maior empresa de medicamentos da Ásia, com faturamento anual de US$ 16 bilhões. Mas, apesar da longa trajetória, ela abriu seu escritório no Brasil apenas em 2009, com uma tímida operação formada por cinco executivos. Se deixasse de acompanhar sua evolução nesse exato momento e entrasse em contato com ela novamente só agora, em 2013, teria uma surpresa e tanto. A Takeda possui hoje no Brasil dois mil funcionários, vendas acima de R$ 800 milhões e uma posição entre os dez maiores laboratórios do mercado. "O grupo resolveu se expandir para fora da Ásia, nos anos 2000", diz Ricardo Marek, presidente da Takeda no Brasil desde março deste ano.

"Começou por Estados Unidos e Europa e, nos últimos anos, mostrou que tem ambição pelos grandes mercados emergentes." Dessa forma, em apenas quatro anos, a operação no Brasil se tornou a quarta maior do grupo no mundo, superada por Rússia, Japão e EUA. A transformação em uma força dominante do mercado local, no entanto, não está finalizada. O desafio de Marek está em fazer a Takeda ocupar diversos espaços do mercado nacional, da mesma forma que conseguiram as europeias Sanofi-Aventis e Novartis e a americana Pfizer, os laboratórios multinacionais com presença local mais forte. Para conseguir isso, a Takeda precisará reforçar as vendas de produtos complexos vindos da matriz.

"Estamos estreitando o relacionamento com os médicos para trazer ao Brasil o nosso portfólio para as áreas de oncologia e metabólicos, como os remédios para diabetes", diz Marek. Essas categorias de medicamentos trazem maior rentabilidade do que as outras em que a japonesa já atua com força no Brasil. E isso se explica pela própria forma com que a empresa cresceu no País, por meio de aquisições. A rápida transformação da Takeda no Brasil começou há dois anos, com a incorporação das operações globais da suíça Nycomed, adquirida por US$ 14 bilhões. O bom posicionamento da empresa europeia, com remédios que não exigem prescrição médica (conhecidos pela sigla OTC) e gastroenterológicos nos países emergentes, justificou a aquisição de US$ 14 bilhões.

O maior destaque é o remédio para dor de cabeça Neosaldina, o segundo mais vendido do mercado nacional em 2012, com R$ 204 milhões em receitas, no ano passado. Outras grandes marcas que faziam parte do catálogo da Nycomed são Dramin e Eparema, remédios contra enjoos e problemas digestivos, respectivamente. Em maio do ano passado, veio mais uma ousada tacada, com a compra da gaúcha Multilab, por R$ 540 milhões, que a colocou no mercado de genéricos, que já representa 27% do setor farmacêutico nacional. Para tirar mais benefícios da aquisição, Marek coloca em prática um programa de eficiência na fábrica da Porto Alegre, que pertencia à Multilab, inspirado na metodologia desenvolvida pela conterrânea Toyota.

Com isso, o laboratório espera que a fábrica produza mais com custos menores. Dessa forma, ela poderá abastecer não só o mercado brasileiro, como também o restante do Mercosul. Já em termos de produtos, a principal estratégia está em tornar o Multigrip, herdado da Multilab, um dos maiores campeões de vendas do Brasil, assim como é a Neosaldina. "Por seu porte, a Takeda tem uma capacidade de fazer negócios e de investir em marketing que as brasileiras não possuem", diz Lourival Stange, consultor da Produttare Consultores Associados. É uma das vantagens de ser um raro exemplar da multicentenária que também é uma gigante dos negócios no mundo atual.

Fonte: Istoé Dinheiro

Premiê japonês ressalta meta de crescimento equilibrado e reforma fiscal

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, decidiu aumentar o imposto sobre consumo do atual nível de 5% para 8% a partir de abril. Ele deseja se certificar de que os círculos de negócios usem suas receitas aumentadas para contratar mais pessoas e aumentar os salários.

Abe disse numa coletiva para a imprensa, na terça-feira, que vai realizar medidas claras de estímulo para aproveitar a oportunidade de uma maior recuperação. Ele disse que está empenhado em conseguir um equilíbrio entre a revitalização econômica e a reforma fiscal.

Um imposto corporativo especial que foi emitido depois do catastrófico terremoto e tsunami de 2011, criado com o objetivo de reconstruir as áreas afetadas, poderá ser eliminado um ano antes do que originalmente planejado.

Funcionários do governo esperam encorajar os proprietários de negócios para que paguem um salário maior a seus trabalhadores e estimulem um investimento de capital.

Contudo, parlamentares da oposição afirmam que são contra dita mobilização, a menos que o processo venha a garantir maiores salários.

Fonte: NHK

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Visitas à Câmara: Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento do Paraná (SEAB)

Em reunião realizada na tarde desta terça-feira, 01, o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Yoshiaki Oshiro, recebeu o chefe do Departamento de Florestas Plantadas da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (SEAB), Mariano Felix Duran.

Acompanhado do representante do Emater, Jorge Watanabe, Duran apresentou o projeto "Pinheiro do Paraná", que prevê o cultivo, reaproveitamento e utilização sustentável de pinheiros locais na manufatura de móveis, madeiras para construção civil, além da produção de alimentos, etc...

Por tratar-se de um projeto de longo prazo e de alto gabarito técnico, o governo do Paraná - especialmente através da SEAB - iniciou recentemente um trabalho de prospecção junto a possíveis parceiros, especialmente aqueles capazes de contribuírem financeiramente com o mesmo.

De acordo com o diretor da CCIBJ do Paraná, Fujio Takamura, o Japão, especialmente através de agências de cooperação especializadas, aparentemente enquadra-se no perfil do projeto. "O Japão tem um longo histórico de parcerias com o Brasil, especialmente no desenvolvimento de áreas co-relacionadas à MDL, reflorestamento e cadeias produtivas sustentáveis. Como temos compromissos agendados com alguns representantes da JICA nas próximas semanas em Brasília, certamente estaremos introduzindo este projeto na pauta de assuntos a serem discutidos" completou.

Para ações mais recentes da SEAB, acesse:

Visitas à Câmara: Agência Santa Marta

Recebida pelo diretor da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Fujio Takamura, a representante da Agência Santa Marta, Desiree Gracia, esteve na manhã desta terça-feira, 1, visitando a sede da entidade para apresentação do portfólio de atividades e serviços da empresa.

Atuando em diferentes segmentos corporativos, sobretudo àqueles ligados ao acompanhamento de comitivas estrangeiras na região, a empresa assessora empresários de outros países que encontram-se em vias de se instalar no país. 

O programa denominado "relocation", por exemplo, foi criado especialmente para atender a este tipo de demanda, auxiliando na adaptação de profissionais estrangeiros ao estilo de vida local, assessorando-os em questões que vão desde a escolha de moradia, até a aulas de português (particulares ou corporativas).

Entre os principais clientes da empresa, destaque para as multinacionais Volvo do Brasil e Nissan do Brasil.

Para mais, acesse:

Ex-premiê japonês defende fim da dependência nuclear

O ex-primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, afirmou que o país deveria acabar com sua dependência de energia nuclear e se esforçar para fazer uso somente de fontes energéticas renováveis.

Na terça-feira, Koizumi fez um pronunciamento em Nagoya, região central do Japão.

O ex-premiê japonês declarou que já chegou a acreditar que a energia nuclear era a fonte mais limpa e segura, mas que o desastre ocorrido na central geradora Fukushima 1, em 2011, fez com que ele passasse a ter dúvidas sobre isso.

Segundo Junichiro Koizumi, seria mais construtivo que o Japão destinasse verbas alocadas para usinas nucleares a pesquisa e desenvolvimento de fontes de energia naturais.

Koizumi afirmou que, caso o governo e os partidos situacionistas proponham abandonar a geração de energia nuclear, as agremiações oposicionistas concordariam com a ideia. Isso faria com que a proposta ganhasse relevância.

Uma vez que isso aconteça, o povo japonês seria capaz de caminhar rumo ao sonho do desenvolvimento de uma sociedade voltada para a reciclagem.

Fonte: NHK