A produção industrial do Japão foi revista de uma queda de 3,3% para 3,1% em junho. É o primeiro recuo em cinco meses.
Conforme o ministério da Economia, Comércio e Indústria do país, dados referentes a medicamentos e componentes para aeronaves contribuíram para a revisão.
O documento trouxe ainda que os estoques ficaram inalterados entre maio e junho.
Fonte: Valor
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sábado, 10 de agosto de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Novos associados: Tecnocenter Sansuan e MCK Advogados Associados
Esta
semana a Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná celebrou a associação
de mais duas empresas do Paraná!
Com a
adesão da Tecnocenter Sansuan e MCK Advogados Associados à entidade
chega a 119 membros, conquista que compartilhamos com todos os nossos associados,
parceiros e colaboradores.
Sem
sombra de dúvida a obtenção deste expressivo e motivante resultado só fora possível
graças ao sempre presente suporte das nossas empresas associadas mantenedoras.
A todos
que acreditam no nosso trabalho, os nossos sinceros agradecimentos.
Para mais
sobre os novos associados, acesse:
http://tecnocenter.ind.br/
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Prefeitura de Pinhais apresenta projeto do Parque Tecnológico a CCIBJ do Paraná
Mediada pelo Diretor Geral do Campus de São José dos Pinhais do Instituto Federal do Paraná (IFPR), Paulo Yamamoto, a reunião debateu ainda a possibilidade da Câmara estar auxiliando o município na prospecção e atração de pequenas e médias empresas de tecnologia do Japão ao empreendimento. "Sabemos que a Câmara possui um histórico know-how e vasto network com o Japão. Estes ativos podem nos auxiliar incisivamente na constituição de parcerias com empresas que estejam dispostas a expatriar seus núcleos de pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias para a América do Sul" completou o secretário.
De acordo com Takamura, os objetivos do novo parque "casam" com um plano de ideias que vem sendo arquitetado em parceria do escritório de representação da Câmara no Japão. "O nosso diretor no Japão, Satoshi Tsuda, já havia sinalizado interesse de fomentar o intercâmbio tecnológico entre ambos os países, em especial entre a província de Nagano e o Paraná. Ainda estamos iniciando este trabalho de prospecção de empresas (de tecnologia) interessadas em investirem no Paraná, todavia, estamos seguros que é possível realizarmos um trabalho coeso de estímulo a novas parcerias" concluiu.
Para tratar deste e outros assuntos é que o presidente Oshiro estará embarcando ao Japão ainda este mês. "Como a abertura do nosso escritório no Japão é recente, ainda temos muitos assuntos a serem organizados e debatidos. São inúmeras ideias que precisamos transformar em projetos e por fim, executar. Há uma série de novos negócios que precisam ser promovidos e incitados e que demandam a nossa participação. É por isso que a nossa agenda por lá será intensa, com visitas técnicas a empresas locais, business matching, além de reuniões junto a lideranças locais e entidades congêneres" disse Oshiro.
Site oficial da prefeitura de São José dos Pinhais:
http://www.sjp.pr.gov.br/
Site oficial do IFPR:
http://www.ifpr.edu.br/
Para tratar deste e outros assuntos é que o presidente Oshiro estará embarcando ao Japão ainda este mês. "Como a abertura do nosso escritório no Japão é recente, ainda temos muitos assuntos a serem organizados e debatidos. São inúmeras ideias que precisamos transformar em projetos e por fim, executar. Há uma série de novos negócios que precisam ser promovidos e incitados e que demandam a nossa participação. É por isso que a nossa agenda por lá será intensa, com visitas técnicas a empresas locais, business matching, além de reuniões junto a lideranças locais e entidades congêneres" disse Oshiro.
Site oficial da prefeitura de São José dos Pinhais:
http://www.sjp.pr.gov.br/
Site oficial do IFPR:
http://www.ifpr.edu.br/
FMI elogia Japão e alerta para plano de retirada de estímulos
O Fundo Monetário Internacional (FMI) diz que as perspectivas de curto prazo para o Japão melhoraram, e a expectativa de crescimento de 2% para este ano tende a ser resultado principalmente de novos estímulos fiscais e do afrouxamento monetário.
“Diretores, no entanto, concordam que essas perspectivas estão sujeitas a riscos significativos, principalmente por causa de reformas domésticas incompletas e pelo fraco ambiente externo”, diz a instituição.
O fortalecimento da demanda externa, juntamente com a depreciação do iene e um movimento de antecipação do consumo antes do aumento de impostos em 2014, de acordo com o FMI, também estão apoiando a recuperação do Japão.
Para 2014, a projeção é de moderação do Produto Interno Bruto (PIB), para 1,2%, com continuidade do processo de retomada da demanda interna, que deve compensar os efeitos do aumento de imposto sobre consumo (de 5% para 8%) e a diminuição dos gastos com construção no país. No médio prazo, espera-se que o crescimento fique em torno de 1%, enquanto a recuperação dos investimentos é compensada pelos benefícios com aposentadoria, reflexo do envelhecimento da população.
O novo modelo de política monetária do país foi elogiado pelo conselho do FMI, que acredita ser uma “importante contribuição para acabar com a deflação”. Os diretores ressaltam que uma comunicação cuidadosa por parte do banco central é essencial para conter a volatilidade nos mercados e garantir que a política monetária tenha o efeito desejado. “Ao mesmo tempo, alguns diretores encorajam autoridades a prepararem planos para uma eventual saída do afrouxamento quantitativo e qualitativo, mesmo que ainda seja num futuro distante”, diz o FMI.
O FMI sugere que o governo japonês estabeleça um plano fiscal de médio prazo confiável, na tentativa de conter riscos e reduzir incertezas. A redução da relação entre dívida e PIB também é citada como ponto importante, e o conselho do FMI diz que esse processo irá requerer um ajuste significativo ao longo da próxima década. Diante desse cenário, o Japão tem o apoio dos diretores da instituição aos planos de dobrar o imposto sobre consumo até 2015, embora reconheçam que tal ação pode prejudicar o crescimento.
As informações são do artigo IV sobre o Japão. O documento prevê uma análise da situação econômica de países-membros.
Fonte: Valor
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Falha no plano do Japão é um dos maiores riscos globais, diz FMI
A possibilidade de falha na ousada aposta do Japão para reanimar sua economia é um dos maiores riscos para a economia mundial, informou o Fundo Monetário Internacional (FMI) em nesta quinta-feira em seu relatório anual de avaliação de riscos.
Outras ameaças importantes incluem uma desaceleração mais acentuada do que o esperado na China e um timing errado no encerramento do enorme programa de compra de títulos que o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) mantém no país para enfrentar a crise.
O governo do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, está envolvido em um lance de alto risco para dar um choque na economia japonesa, que há duas décadas enfrenta crescimento econômico pífio e deflação.
As armas de Abe são um mix de gastos do governo, crédito fácil e uma reforma ambiciosa da acanhada economia japonesa.
O FMI apoia amplamente o esforço, apelidado de Abenomics, e acredita que deve funcionar se aplicado integralmente. Mas o Fundo vê riscos graves se Tóquio falhar em lidar com os elementos politicamente mais desafiadores.
“Se o Japão lançar todo esse estímulo fiscal e o crescimento não ocorrer por falta de reformas, isso [Abenomics] vai acabar mal. É algo que pode acontecer se a Abenomics não funcionar”, disse a autora do relatório, Isabelle Mateos y Lago.
Em um cenário simulado pelo FMI, os investidores podem exigir mais em juros sobre os títulos do paí s, forçando o governo a cortar gastos e elevar drasticamente os impostos. Nesse caso, o FMI aponta que haveria redução de dois pontos percentuais no crescimento global.
As partes politicamente mais duras do plano têm sido questionadas porque o governo considera que haverá uma aplicação gradual, e longa, de aumento nos impostos. Os assessores de Abe apontam, porém, que elevação nos impostos podem comprometer o crescimento.
(Dow Jones Newswires | Valor)
Falha no plano do Japão é um dos maiores riscos globais, diz FMI
A possibilidade de falha na ousada aposta do Japão para reanimar sua economia é um dos maiores riscos para a economia mundial, informou o Fundo Monetário Internacional (FMI) em nesta quinta-feira em seu relatório anual de avaliação de riscos.
Outras ameaças importantes incluem uma desaceleração mais acentuada do que o esperado na China e um timing errado no encerramento do enorme programa de compra de títulos que o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) mantém no país para enfrentar a crise.
O governo do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, está envolvido em um lance de alto risco para dar um choque na economia japonesa, que há duas décadas enfrenta crescimento econômico pífio e deflação.
As armas de Abe são um mix de gastos do governo, crédito fácil e uma reforma ambiciosa da acanhada economia japonesa.
O FMI apoia amplamente o esforço, apelidado de Abenomics, e acredita que deve funcionar se aplicado integralmente. Mas o Fundo vê riscos graves se Tóquio falhar em lidar com os elementos politicamente mais desafiadores.
“Se o Japão lançar todo esse estímulo fiscal e o crescimento não ocorrer por falta de reformas, isso [Abenomics] vai acabar mal. É algo que pode acontecer se a Abenomics não funcionar”, disse a autora do relatório, Isabelle Mateos y Lago.
Em um cenário simulado pelo FMI, os investidores podem exigir mais em juros sobre os títulos do país, forçando o governo a cortar gastos e elevar drasticamente os impostos. Nesse caso, o FMI aponta que haveria redução de dois pontos percentuais no crescimento global.
As partes politicamente mais duras do plano têm sido questionadas porque o governo considera que haverá uma aplicação gradual, e longa, de aumento nos impostos. Os assessores de Abe apontam, porém, que elevação nos impostos podem comprometer o crescimento.
Fonte: Valor
Europa e Japão vão questionar política Industrial brasileira
Europa e Japao pressionam o Brasil e alertam que o governo de Dilma Rousseff usou por meses a desculpa da valorização do real para justificar, no fundo, a implementação de uma política industrial considerada por eles como "discriminatória".
Na quinta-feira, Bruxelas e Tóquio vão novamente protocolar esta reclamação junto à OMC. Mas, se durante meses as críticas eram respondidas pelo governo alegando que algo precisava ser feito diante do real valorizado, países ricos agora alertam que essa desculpa já não se justifica diante da desvalorização da moeda e alertam que vão pressionar por mudança de rumos na política comercial brasileira.
Desta vez, o ataque se refere ao que os europeus e japoneses identificam como uma política-generalizada de incentivo fiscal dada pelo Brasil a setores estratégicos. Para eles, o Brasil fere regras da OMC que estipulam que governos não podem usar regras tributárias nacionais para criar discriminação entre produtos nacionais e importados.
Fontes da UE disseram ao "Estado" que a decisão de cobrar novas explicações do Brasil - o que seria pelo menos a quinta vez - de forma pública é uma maneira de mostrar que os países ricos não darão trégua ao governo Dilma, principalmente agora que o real se desvalorizou ante o dólar.
Fonte: Estado
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