Translation Support

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Comitiva da Câmara é recebida em Santa Catarina

De rápida passagem por Santa Catarina, o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Yoshiaki Oshiro, acompanhado pelo representante da entidade no Japão, Satoshi Tsuda, e representantes da empresa japonesa de consultoria empresarial FMO. Co., Ltd, estiveram em Florianópolis nesta quinta-feira, 13.

Na agenda, o cumprimento de visitas institucionais a Rui Gonçalves, secretário de Ciências, Tecnologia e Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura Municipal de Florianópolis, Eduardo Cesconeto, diretor técnico da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), e Glauco Côrte, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC).

Segundo Oshiro, as reuniões foram produtivas. “Representando nossa diretoria e associados, tive a oportunidade de apresentar oficialmente nossa entidade aos parceiros de Santa Catarina, colocando a disposição os nossos trabalhos e a nossa rede de contatos no Japão para o desenvolvimento de um sólido trabalho conjunto” disse. 

Na prefeitura e Celesc, Kazuhike Uehara, da empresa FMO, introduziu brevemente o portfólio de produtos e equipamentos de duas empresas japonesas interessadas em comercializarem suas soluções no Brasil nos segmentos de reciclagem e novas energias: Ze Energy Inc (Toyama) e EEN Co., Ltd. (Tóquio).

Já na visita a FIESC, Oshiro ratificou a intenção da Câmara no estreitamento das relações institucionais vigentes, posicionamento visto com bons olhos e amplamente apoiado pelo presidente Côrte. “Tivemos a oportunidade de, por dois anos consecutivos, levarmos conosco representantes da FIEP para participarem do Brazil-Japan Energy Efficiency Workshop, seminário de novas energias realizado no Japão. Tanto o presidente desta, Edson Campagnolo, quanto o diretor geral do Senai/PR, Marco Secco, integraram estas missões e hoje nos auxiliam incisivamente no fomento das relações bilaterais Paraná-Japão. O próximo passo é intensificarmos a participação de Santa Catarina nos nossos projetos, sempre contando com o inestimável apoio da FIESC” completou.  

Agradecimentos

Aproveitamos o espaço concedido para agradecer publicamente a todos os envolvidos na constituição desta produtiva agenda de trabalhos em Santa Catarina e a todos que nos receberam tão gentilmente, em especial Glauco Côrte (FIESC), Henry Quaresma (FIESC), Ana Lucia Dornbusch de Moura Ferro (FIESC) e Massue Habasaki (FMO. Co., Ltd.).

Para mais, acesse:

Japonesa IHI compra 25% do Estaleiro Atlântico Sul

Um grupo de empresas japonesas liderado pela IHI Corporation - antiga Ishikawajima Harima Heavy Industries - acertou a compra de 25% do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) por R$ 207 milhões. As negociações se estenderam por mais de um ano, incluíram reuniões com a Petrobras, o principal cliente do EAS, e até mesmo uma visita do presidente da IHI Corporation, Tamotsu Saito, ao Rio para reuniões com a estatal. Em um segundo movimento, previsto para ser concluído até dezembro, os japoneses devem aumentar para 33,3% sua participação no estaleiro pernambucano.

Na primeira etapa das negociações, a fatia dos japoneses no EAS será distribuída entre a IHI, com 60,44% da fatia de 25%, JGC (24,62%) e JMU (14,92%). Dessa forma, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, que hoje controlam o EAS meio a meio, serão diluídas na operação de aumento de capital para entrada dos japoneses, ficando com 37,45% de participação cada uma.

A IHI é um conglomerado industrial que já teve um grande estaleiro no Brasil, o Ishibrás. O grupo deixou o país em 1994 e voltou no fim de 2010. A JGC (iniciais de Japan Gasoline Company) é uma empresa global da área de engenharia, com 85 anos de existência. Já a JMU é resultado da fusão da IHI Marine United, divisão de construção naval e offshore da Ishikawajima, com a Universal Shipbuilding. No Japão, a JMU tem diversos estaleiros: os maiores em Yokohama, Aichi e Kure.

Osami Imai, presidente da IHI do Brasil, afirmou que é de interesse do grupo de empresas japonesas deter até um terço do EAS. Esse processo poderá fazer com que outras instituições e companhias japonesas invistam no estaleiro. Existe a previsão de que os acordos de acionistas prevendo a compra de 25% do EAS pelos japoneses possam ser assinados, no Japão, no fim deste mês. A assinatura coincidiria com a visita que a presidente Dilma Rousseff tem prevista para o Japão nos dias 27 e 28 de junho. Imai disse que a remessa dos R$ 207 milhões deve ser feita no início de julho. Para fazer o investimento no EAS, os japoneses estão constituindo uma sociedade de propósito específico, a Japan EAS Investimentos e Participações Ltda.

Imai disse ao Valor que a decisão da IHI de investir no estaleiro brasileiro considerou o potencial de desenvolvimento do pré-sal. "A IHI entende que o pré-sal é um projeto nacional que aumenta a força global do Brasil", disse o executivo. Segundo ele, o acordo para entrada dos japoneses no EAS prevê transferência de tecnologia e da experiência das empresas do país na construção naval e offshore com o objetivo de melhorar a produtividade e a eficiência do estaleiro. Nesse ponto, a responsabilidade do sócio japonês passa a ser também com o cumprimento dos prazos de entrega de navios e sondas de perfuração à Petrobras.

Desde 2007, o estaleiro enfrentou problemas de baixa produtividade, prejuízos e atrasos na construção de navios e de sondas. No total, o estaleiro tem em carteira 22 navios encomendados pela Transpetro, a subsidiária de logística da Petrobras, por R$ 7 bilhões. A Sete Brasil, empresa que tem a Petrobras como sócia, encomendou sete sondas ao estaleiro por US$ 5,2 bilhões.

Desde o ano passado, quando a IHI Marine United acertou um acordo de transferência de tecnologia com o EAS, profissionais japoneses passaram a trabalhar no estaleiro. A produtividade e os resultados do estaleiro começaram a melhorar. Em 2011, o EAS teve prejuízo de R$ 1,47 bilhão. No ano passado, o prejuízo caiu para R$ 138 milhões. Hoje há cerca de 30 engenheiros da IHI trabalhando no EAS. Com a entrada no capital do estaleiro, os japoneses passarão a ter também assentos tanto na diretoria-executiva do EAS quanto no conselho de administração da empresa.

Fonte: Valor

terça-feira, 11 de junho de 2013

Visitas à Câmara: CONAMPE

Em reunião realizada nesta terça-feira, 11, o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Yoshiaki Oshiro, recebeu o consultor e representante da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais – CONAMPE, Eduardo Prugner.

Na pauta, a apresentação institucional da referida confederação, que hoje representa 98% das empresas com CNPJ no Brasil, algo correspondente a 20% do PIB e metade dos empregos com carteira assinada do país. Entre os seus principais parceiros, destaque para o Banco do Brasil, FIEP, Fecomércio/PR, Sebrae e Caixa Econômica Federal.

A reunião também contou com a presença do diretor da Câmara, Antônio Cabanilhas.

Para mais sobre a CONAMPE, acesse:

Embaixador no Japão pode ser novo representante na OMC

A presidente Dilma Rousseff prepara-se para nomear novo representante do país na Organização Mundial do Comércio (OMC), um dos postos mais importantes da diplomacia brasileira. O Valor apurou que o nome mais forte atualmente para ocupar o cargo é o de Marcos Bezerra Abbott Galvão, embaixador no Japão e ex-secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda.

O posto em Genebra ficará livre no começo de setembro, quando Roberto Azevêdo assumirá a direção-geral da OMC, como o primeiro brasileiro a comandar uma organização-chave da governança global.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, é apresentado por fontes do governo como um dos mais sólidos apoios para a nomeação de Galvão ao posto em Genebra. Galvão organiza atualmente a visita da presidente Dilma a Tóquio, prevista para o dia 25.

A influência das regras da OMC nos mais diferentes setores - alíquotas, saúde, ambiente e finanças - dá uma dimensão adicional ao trabalho diplomático em Genebra, o que tem aberto caminho para um cargo ministerial, de volta ao Brasil, como aconteceu com Felipe Lampreia, Celso Lafer e Celso Amorim.

Por outro lado, Dilma dificilmente irá à cerimônia de posse de Azevêdo no comando da OMC, que o governo reconhece como uma de suas principais vitórias na área diplomática. Não é habitual que presidentes participem desse tipo de cerimônia na entidade. Em contrapartida, parece provável a presença do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. Ontem, a presidente brasileira agradeceu às autoridades portuguesas pelo empenho na vitoria de Azevêdo na disputa pela direção da OMC.

Fonte: Valor

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Presidente da Denso do Brasil reúne-se com representantes da Agência de Desenvolvimento do Paraná e Câmara em Curitiba

Recebidos pelo presidente Denso do Brasil, Hiroshige Shinbo, representantes da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná e Agência de Desenvolvimento do Paraná (ADP) estiveram nesta segunda-feira, 10, visitando a sede da empresa em Curitiba.

O objetivo do encontro, segundo relatou Carlos Alberto Gloger, presidente da ADP, foi ouvir e atender as demandas da empresa, principalmente no que diz respeito ao fornecimento de informações e dados referentes aos incentivos fiscais disponibilizados pelo Governo do Estado através de programas como o bem sucedido “Paraná Competitivo”. 

Assessorando e mediando os contatos, o presidente da Câmara, Yoshiaki Oshiro, relatou que a reunião serviu também para apresentar os novos projetos da empresa, que a médio prazo deverá integrar outros mercados além do automotivo. “A Denso (pertencente ao grupo Toyota) destaca-se como sendo uma das principais indústrias do setor automotivo mundial, fornecendo produtos e soluções ímpares para diversas montadoras. Para a nossa sorte, esta incomparável qualidade, conforme nos expôs o presidente Shinbo, também deverá fazer parte do dia-a-dia dos brasileiros em outro segmento” colocou Oshiro, que não revelou qual será esta nova área de atuação da empresa.

Apesar deste novo campo de atuação não ter sido oficialmente divulgado, a empresa já sinalizou que continuará ampliando suas operações no país dentro do segmento automotivo. “Nossa empresa já possui plantas em Curitiba e Santa Bárbara do Oeste, interior de São Paulo. Nossa intenção num primeiro momento é continuarmos expandindo nestas regiões, dando sequencia ao trabalho já instituído" completou Shinbo.

Para mais sobre a empresa, acesse:

Japoneses na disputa pelo TAV

A três meses da publicação do edital que revelará oficialmente as regras para assumir o projeto do Trem de Alta Velocidade (TAV) que ligará Campinas, São Paulo e Rio, a japonesa Hitachi deu início a uma campanha para mostrar que entende do assunto. "A gente não pode chegar lá mais rápido?", pergunta um dos anúncios da empresa em mídia impressa, fazendo referência ao compromisso com "sistemas de transporte eficientes".

A companhia, que se considera a líder mundial nesse segmento, integra um dos consórcios que disputarão a licitação. Ela entra no negócio com o fornecimento do trem e com a gestão do sistema de transporte e passageiros. Ao lado dela estão as também japonesas Mitsui, Toshiba e Mitsubishi Heavy Industries.

O projeto é uma das apostas da empresa para colocar em prática um ambicioso plano de expansão no País: até 2015ela pretende quadruplicar o faturamento no Brasil para US$ 1,5 bilhão.

O diretor-presidente da Hitachi no Brasil, Toshiro Iwayama, diz que a empresa já conversa com o governo sobre o trem-bala há três anos. "Eu praticamente tenho um passe para ir a Brasília." A empresa aguarda o edital para avaliar os detalhes do projeto, mas já vê que há "coisinhas" a serem consertadas. O retomo financeiro prometido, por enquanto, não parece ser alto.

A Hitachi já faz a gestão de sistemas de transporte e passageiros no Japão e no Reino Unido. No Brasil, a empresa tem trens em São Paulo (CPTM), Porto Alegre e no Rio. Os japoneses também se prepararam para participar da licitação da Linha 18 do Metrô de São Paulo, prevista para o mês que vem.

Fonte: O Estado de São Paulo

sábado, 8 de junho de 2013

Projeto “Pintura Solidária” dá início à processo de revitalização da sede da CCIBJ do Paraná

Organizado neste sábado, 8, o projeto “Pintura Solidária” reuniu diretores e parceiros da Câmara para dar início a revitalização do Instituto Cultural e Científico Brasil-Japão (ICCBJ), denominado “Palácio Hyogo”.

Inaugurado em 1996 este empreendimento fora patrocinado pela província de Hyogo, município de Himeji e Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, além de contar com o apoio do município de Curitiba e Governo do Estado do Paraná. 

Hoje o ICCBJ anexa em sua sede a Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná e Associação Hyogo. Possui amplo estacionamento, salas individuais, sala de reunião, cozinha, salão de exposições e eventos, além de um amplo auditório capaz de comportar 200 pessoas.    

A ideia do projeto partiu do próprio presidente da Câmara, Yoshiaki Oshiro. “Em conversa com demais membros da presidência e diretores, decidimos polarizar esforços e darmos início a esta revitalização, colocando literalmente as “mãos na massa”. Este gesto simbólico não só registra o nosso amor e dedicação por este singular espaço, bem como serve de exercício de cidadania (...) Agradecemos de coração as pessoas que colocaram-se à disposição da entidade e vieram nos ajudar neste sábado" colocou.

Segundo o vice-presidente da Câmara, Gilberto Hara, ao longo de quase 2 décadas, o prédio nunca havia passado por uma completa reforma predial, algo que a atual gestão vem comprometendo-se. "É claro que reformas e reparos ocasionais sempre ocorreram, mas acreditamos que chegou o momento de revitalizarmos o espaço, principalmente se considerarmos o gradativo aumento na demanda (por parte dos empresários japoneses) pelos serviços prestados pela entidade".

Outros empresários e associados - que não puderam comparecer neste sábado - já sinalizaram o interesse em participar deste processo de revitalização, como Atsushi Yoshii, presidente da A. Yoshii Engenharia, João Noma, fundador da Noma S. A., e Hiroshige Shinbo, presidente da Denso do Brasil.

Importantíssimo ressaltar que esta reforma está sendo custeada pela Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná e empresas associadas conforme descreveu Heberthy Daijó, diretor financeiro. "As ações do tempo em nossa infraestrutura são inegáveis, sendo obrigação da Câmara nortear este projeto de reestruturação, que já conta com o apoio de algumas empresas associadas como Viaplan Engenharia, Emadel Engenharia, Elco Engenharia e A. Yoshii Engenharia" completou.

Agradecimentos

Agradecemos a todos os diretores e parceiros envolvidos neste projeto, em especial aos amigos da FMO. Co., Ltd., Hamaya do Brasil, Emadel Engenharia, Instituto Cultural e Científico Brasil Japão, Gilberto Hara e esposa (Viaplan Engenharia), Nilson Nishimura (Elco Engenharia), Yukako Nagamura (Nippak Shimbun), Rui Hara (Coordenador da Comec), Hélio Higa (Presidente da Associação Okinawa Kenjin-kai), Fujio Takamura (CCIBJ do Paraná), e Akira Ishisaki (Presidente da Associação Cultural e Beneficente Nipo-brasileira de Curitiba).