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sábado, 8 de junho de 2013

壁の塗り替えにも役員、会員企業らが協力

 パラナ日伯商工会議所では、6月8日、1996年に建設され、会議所が事務所を構える兵庫姫路会館の壁を自分たちの手で塗り替えようと、多くの会議所役員、会員企業の方々がボランティアで集まりました。長年利用してきた兵庫姫路会館を自分たちの手で塗り替えようという考えは、大城義明会頭のアイデアです。週末にもかかわらず、多くのボランティアが集まり、協力して塗装作業が行われました。ご協力いただいた会員企業、関係者の皆様に心より感謝を申し上げます。

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Presidente do Grupo Hubner recebe empresários do Japão em Araucária

Na manhã desta sexta-feira, 07, uma comitiva da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná visitou a sede do Grupo Hubner, localizada em Araucária, região metropolitana de Curitiba para apresentação de produtos e soluções do Japão ligadas ao reaproveitamento de biomassa.

Kazuhike Uehara, diretor da empresa japonesa de consultoria empresarial, FMO. Co., Ltd. apresentou ao presidente do grupo, Nelson Hubner, detalhes técnicos do denominado Biomass Power Generation System, tecnologia radicalmente diferente dos geradores de eletricidade convencionais (onde o vapor gerado move a turbina). Segundo o mesmo, a madeira é termicamente decomposta e gaseificada, sendo este gás - e não simplesmente a produção de vapor - responsável pela geração de eletricidade, potencializando a eficiência térmica do gerador, que comprovadamente atinge níveis de quase 80% de efetividade (os maiores já registrados no mundo).

Para Fujio Takamura, diretor de projetos da CCIBJ do Paraná, o Japão possui inúmeras soluções que podem expatriadas e aplicadas na América do Sul, sendo um dos papéis da entidade apresentá-los aos empresários locais. “A Câmara, por tratar-se de uma entidade bilateral de fomento das relações comerciais Paraná-Japão, vem provocando constantemente o surgimento de novos negócios entre empresários locais e representantes do capital privado japonês, sendo “novas energias” um dos setores de maior aceitação por parte do mercado brasileiro. Empresas como a Hubner, que encontram-se na vanguarda do setor e buscam constantemente estas novas tecnologias, são exemplos concretos deste interesse, cabendo a nós juntar as partes” disse.

Com mais de 30 anos de existência, o Grupo Hubner é composto por oito empresas espalhadas pelo país e divididas em diferentes nichos de atuação como fundição, bricagem, siderurgia, indústria mecânica, motores, implementos rodoviários, entre outros. Em 2012, a empresa passou a atuar no mercado de biomassa, tendo participado, a convite da CCIBJ do Paraná, das duas edições do seminário "Brazil-Japan Energy Efficiency Workshop", realizado em Tóquio.

Sobre a empresa, acesse:
http://www.grupohubner.com/

Revolucionário equipamento de reciclagem de resíduos é apresentado na sede Câmara

Nesta semana, Kazuhike Uehara, diretor da empresa japonesa de consultoria empresarial FMO. Co., Ltd. esteve na sede da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná realizando apresentação técnica do denominado “EE 21” máquina de altíssima tecnologia que recicla resíduos sólidos.

Manufaturado pela empresa EEN Co., Ltd, sediada em Tóquio, o equipamento promete revolucionar o setor, pois de acordo com Uehara o mesmo opera sem agredir o meio ambiente. “O EE 21 recicla diversos tipos de resíduos sólidos por meio de um sistema que não produz fumaça ou dioxinas, justamente por tratar de um processo sem combustão (pirólise), algo inédito e que dá ao mesmo uma posição de destaque no mercado” disse.

Tendo a sustentabilidade como elemento chave, o equipamento mostra-se eficaz até na reciclagem de materiais considerados de difícil reaproveitamento, como pneus, transformando-os em matéria-prima para outros produtos, além de adubo, apresentando uma altíssima taxa de eficiência.

De acordo com o representante da Câmara no Japão, Satoshi Tsuda, a intenção da empresa (EEN) é dar início a prospecção de parceiros interessados em comercializarem o equipamento na América do Sul através do estabelecimento de contatos por meio da FMO (consultoria representante).

Para mais sobre:

Contato da representação: 
fmotsuda@titan.ocn.ne.jp

Fogo interrompe refinaria da Petrobras no Japão

A Nansei Sekiyu KK, refinaria japonesa que pertence integralmente à Petrobras, localizada em Okinawa, no Sudoeste do Japão, foi fechada ontem após "um breve incêndio".

O fogo começou por volta da meia-noite de quarta-feira e foi apagado logo depois, mas a produção foi suspensa, disse um porta-voz, garantindo que "ainda não está claro" quando as operações serão reiniciadas. O transporte terrestre e marítimo continua inalterado.

Em novembro de 2011, o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, anunciou que a refinaria poderia ser vendida por uma boa proposta. Após vários meses, em março deste ano, informações davam conta de um interessado e as negociações ainda estão em andamento.

Com um plano de investimento de US$ 9,9 bilhões, a refinaria é um dos ativos que a petroleira pretende se desfazer para reforçar seu caixa e, com isso, viabilizar seu pesado plano de negócios, que prevê investimentos de US$ 236,7 bilhões entre 2013 e 2017.

A unidade de Okinawa foi comprada por cerca de US$ 50 milhões pela Petrobras, que não detalhou investimento nas instalações. O negócio tinha como objetivo aumentar a capacidade da estatal de refino no exterior.

Fonte: SP Shimbun

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Agência de Desenvolvimento do Paraná (ADP) recebe representantes da CCIBJ do Paraná

Recebida pelo presidente da Agência de Desenvolvimento do Paraná, Carlos Alberto Gloger, a comitiva da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná esteve na tarde desta quinta-feira, 06, visitando pela primeira vez a nova sede da ADP, situada na Avenida João Gualberto, 780.

Anteriormente sediada no Palácio das Araucárias, o órgão foi criado pelo governador Beto Richa ano passado para atuar na atração de novos investimentos para o Estado e também apoiar empresas já existentes por meio de convênios e parcerias comerciais.

Segundo Gloger, a intenção é polarizar esforços em prol da atração e ampliação da participação de representantes do capital estrangeiro instalados no estado. “Nossa agência pretende contar com o apoio da Câmara Japonesa de Comércio do Paraná para iniciar um trabalho progressivo e gradativo de aproximação com o Japão. Para tanto, contamos com o suporte desta que, ao longo dos anos, tem participado incisivamente na atração de novas empresas do Japão ao estado. Vamos dialogar em busca de um entendimento mútuo sobre como deveremos proceder, definindo um plano de trabalho que traga resultados a longo prazo e que vise a manutenção da nossa economia” concluiu.

Importante relembrar que nos últimos dois anos da atual gestão, duas novas empresas japonesas aportaram investimentos permanentes no Paraná: Sumitomo Rubber (fabricante de pneus) e Hamaya do Brasil (reciclagem de lixo eletrônico), ambas contaram com o apoio da Câmara (direta e indiretamente) estando sediadas em Fazenda Rio Grande, devendo movimentar indiretamente cerca de 5 mil trabalhadores. 

Visitas à Câmara: Malote Digital

Na manhã desta quinta-feira, 06, o diretor de projetos da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Fujio Takamura, recebeu na sede da entidade a visita da executiva de vendas da empresa Malote Digital, Monica Vescovini.

Na pauta a apresentação do software de gerenciamento de documentos digitais de última geração que proporciona a modernização de arquivos e pastas de papel através do gerenciamento integral de trabalhos, otimizando processos e facilitando o acompanhamento de atividades.

Para mais sobre o sistema, acesse:
http://malotedigital.com.br/

Japão faz a mais séria tentativa para se livrar da estagnação

O Japão busca em um programa de relaxamento monetário radical a solução para um problema tão ou mais complexo do que a debacle financeira que arruinou as economias desenvolvidas a partir de 2008 - a deflação crônica. Eleito em dezembro, o primeiro ministro Shinzo Abe empenha-se agora na mais séria tentativa para livrar o Japão de uma estagnação econômica que perdura desde o estouro da bolha de ativos de 1989. Se há uma abundante série de políticas disponíveis e exemplos de êxito no combate a processos inflacionários, receitas e lições escasseiam quando se trata da deflação. Um retrato evidente do mal: o Produto Interno Bruto do Japão é hoje praticamente igual ao de 1991, segundo cálculos da revista "The Economist".

Abe deu um choque de ânimo nos investidores ao lançar em 4 de abril as bases de seu programa das "três flechas", combinando afrouxamento monetário, mudanças fiscais e reformas econômicas. A primeira parte do programa é inteiramente conhecida. O Banco Central japonês se encarregará de dobrar a base monetária do país e gastar pelo menos US$ 1,4 trilhão para atingir o objetivo de produzir uma inflação de 2% em um período de até dois anos. Enquanto os programas do Fed consumiram 0,5% do PIB por ano, o de Abe dobra a aposta e equivale a 1% do PIB japonês, de US$ 7 trilhões. Com a maior dívida pública bruta do mundo, 245% do PIB (a líquida é de 143%), o governo do Partido Liberal Democrático elevará a taxação sobre o consumo de 5% (a menor entre as economias relevantes) para 8% e, em outubro de 2015, para 10%, aliviando, por outro lado, o peso tributário sobre as empresas.

O programa de reformas, sobre o qual recai o maior ceticismo, teve seu detalhamento adiado. Em discurso ontem, Abe deixou implícito que ele virá após as importantes eleições para o Senado, em junho. Mas as tarefas são conhecidas e de difícil execução: mudar a previdência, abrir a economia, especialmente no setor de serviços e na agricultura, e dar maior flexibilidade ao mercado de trabalho.

A euforia tomou conta dos mercados para dar em seguida lugar às dúvidas sobre a viabilidade do "Abenomics". Mesmo com as quedas recentes, a bolsa de Tóquio acumula alta de 27% no ano, depois de uma esticada de mais de 70%. O iene teve forte desvalorização, e ainda se situa 13% abaixo de meados de 2012. A alta dos rendimentos dos títulos do governo trouxe o mais importante sinal de angústia dos mercados, dividindo os investidores sobre a viabilidade do plano.

Para uns, Abe envolve-se em missão impossível ao buscar simultaneamente elevar a inflação e baixar os juros. Para outros, o aumento dos rendimentos dos títulos ocorrerá de qualquer forma, porque o nível de 0,31% (5 de abril) é incompatível com uma inflação de 2%, embora nada desprezível com deflação de 0,9%, como em março. O aumento dos juros, porém, não pode ser maior que a inflação prevista. Um dos problemas do Japão é a elevada poupança, mesmo com juros muito baixos, que com a deflação se tornam razoavelmente positivos.

Produzir inflação pode ser infernalmente complicado. A compra maciça de títulos públicos já desvalorizou os papéis em poder dos grandes detentores, os bancos, cujas perdas podem levar a um aperto no crédito indesejado para a retomada da economia. Um erro de calibragem dos juros pode elevar a gigantesca dívida pública japonesa. A monetização exagerada da dívida pública poderá fazer do BC um aprendiz de feiticeiro, ao produzir uma inflação muito acima do alvo.

Um dos aspectos centrais da política de Abe é levar os consumidores às compras - hoje, eles sabiamente se retraem com a certeza de que os preços amanhã serão menores. O primeiro ministro quer que as empresas invistam mais e elevem os salários, que movimentarão o consumo, enquanto juros zero ou negativos desestimularão a poupança. Há sinais encorajadores. Os salários em abril subiram 0,3%, a maior alta em um ano.

Os gastos de capital das grandes corporações, contudo, caíram quase 5% no primeiro trimestre do ano. Os lucros das empresas japonesas crescem pelo segundo ano a uma velocidade bem maior que a média mundial (Bloomberg, 4 de junho), e precisam ser convencidas de que vale a pena investir na atividade doméstica e distribuir mais dividendos a seus acionistas. O entusiasmo inicial com o plano Abe foi vital para que ele vá em frente. O sucesso, se ocorrer, não será algo rápido nem indolor.

Fonte: Valor Econômico