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quarta-feira, 21 de março de 2012

Novo Associado: Fator Assessoria e Consultoria


Com clientes como a Jica (Agência de Cooperação Internacional do Japão) e Embaixada do Japão em Brasília, o advogado Dirceu Sato, sócio-proprietário da Fator Assessoria & Consultoria Jurídica, esteve na tarde desta quarta-feira (21) visitando a sede da CCIBJ do Paraná em Curitiba.

Na pauta, a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pela empresa (sediada em Maringá) e a formalização da sociedade com a entidade.


A empresa, que tem como carro chefe o atendimento jurídico a questões trabalhistas por parte de órgãos e empresas do capital privado japonês, deverá ser uma grande aliada da entidade no desenvolvimento de projetos que visem a atração e assessoria de novas empresas nipônicas para o estado, disse o diretor da câmara, Fujio Takamura. "A Fator possui um grande diferencial que é o atendimento jurídico em japonês. Este vasto know-how das nossas leis somado a fluência no idioma japonês transmitirá ao empresário do Japão maior segurança e confiabilidade, aumentando as chances de concretizarmos novos negócios." completou.


Para maiores informações:
Fator Assessoria & Consultoria Jurídica
Tel: 044 3226-4304
E-mail: fatortributaria@uol.com.br

terça-feira, 20 de março de 2012

Câmara sedia coquetel de lançamento do livro "Dicas Campanha Municipal: Vereador e Prefeito" do autor Julio Ando

Na noite desta segunda-feira (19), o empresário Julio Ando realizou o lançamento oficial de seu livro "Dicas Campanha Municipal: Vereador e Prefeito" na sede da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná.

Contando com a presença de cerca de 100 pessoas, incluindo o Cônsul Geral do Japão, Noboru Yamaguchi, o Cônsul Geral das Filipinas, Kyoshi Ishitani, os deputados federais Ratinho Junior e Luiz Nishimori, Teruo Kato (deputado estadual), Julio Félix (presidente do Tecpar), Celso Torquato (vereador Curitiba), além de demais lideranças e autoridades, Ando, que já foi vereador e deputado estadual, fez uma breve apresentação, expondo e abrangendo as mais variadas situações no que dizem respeito a condução de uma campanha política vitoriosa.

O livro abrange desde noções básicas sobre quociente eleitoral à montagem de equipe, discursos, e legislação eleitoral. Para o autor, o livro pode auxiliar no desenvolvimento da política nacional. "Sentimos uma enorme carência na literatura nacional acerca do tema. Existem muitos materiais que abrangem o tema "marketing político", mas poucos autores focaram-se na constituição de um manual voltado àqueles que querem adentrar a vida pública, mas muitas vezes carecem de qualquer tipo de orientação, sobretudo no que diz respeito a realização e condução de campanhas eleitorais" finalizou Ando.

Acesse já o site oficial do autor para maiores detalhes sobre este singular trabalho:
http://www.julioando.com/

segunda-feira, 19 de março de 2012

Secretário Ricardo Barros recebe comitiva da câmara

Nesta segunda-feira (19) o secretário de estado da Indústria, Comércio, e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, recebeu a visita da comitiva da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, composta pelo Consulado Geral do Japão e a empresa Satake Corporation, do Japão, que vem estudando a possibilidade de expandir suas atividades no país.

Atualmente situada em Joinville (única filial no país), a empresa, que manufatura máquinas que descascam, separam, e peneiram grãos, como arroz, feijão, trigo, entre outros, vem prospectando através da câmara uma cidade no Paraná para dar início a suas atividades na região.

Para o secretário Barros, o papel da câmara na atração de investimentos japoneses é fundamental para o desenvolvimento das relações comerciais entre ambos os países. "A câmara japonesa do Paraná vem se consolidando como uma instituição parceira do governo do estado na busca por novos negócios com o Japão. Através do programa Paraná Competitivo, e atuando em conjunto do município a ser escolhido, esperamos atendê-la da melhor maneira possível, consolidando mais uma empresa japonesa no estado" completou.

De acordo com Tetsuya Koura, diretor presidente da empresa no Brasil, este network entre a câmara e o governo é um meio facilitador que motiva projetos futuros. "A integração (câmara-governo) é muito importante para nós que representamos o capital japonês. É um canal que abre as portas para um diálogo produtivo com o estado, facilitando nosso trabalho".

Apesar deste clima de otimismo, nada fora acordado ou fechado. A expectativa é que a empresa, fundada em 1896 e que possui fábricas na Ásia, Oceania, América do Norte, Europa, e Brasil, passe a fabricar suas máquinas no Paraná até o final de 2013.

Sobre a empresa, acesse:

Saída da Samsung abre porta ao Japão

As negociações dos sócios do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) para encontrar um novo parceiro estratégico são intensas. Queiroz Galvão e Camargo Corrêa, controladoras do estaleiro pernambucano, negociam com dois pesos-pesados japoneses: Mitsui, com quem as conversas estão mais adiantadas, e a Mitsubishi.

A participação acionária do novo sócio poderá ficar em torno de 30% - a conferir. Os sócios do EAS correm contra o tempo para recuperar o atraso provocado pelos problemas causados pela ex-sócia, a coreana Samsung, que vinha fazendo "corpo mole" desde que o contrato para a construção das sete sondas de perfuração em águas ultraprofundas foi assinado, em junho de 2011, disse uma fonte ouvida pelo Valor.

A Sete Brasil, que vai arrendar esses equipamentos à Petrobras, pressiona o EAS. O estaleiro terá que recuperar os nove meses perdidos já que deveria ter começado a construir a primeira sonda, que precisa ser entregue em junho de 2015. O EAS terá que apresentar um novo projeto para essas embarcações - o da antiga sócia não será usado. As negociações estão sendo feitas com a norueguesa LMG Marin, a mesma projetista do estaleiro Enseada do Paraguaçú, a ser construído por Odebrecht, UTC e OAS na Bahia. A LMG Marin estaria associada ao Remontowa, um construtor naval pequeno, mas tradicional da Polônia.

Segundo fontes ouvidas pelo Valor, a LMG tem um projeto com mais engenharia naval, de execução mais simples e que usa 10% menos aço do que o da Samsung.

Em seu primeiro mês na presidência da Petrobras, Graça Foster já não deixa dúvidas de que sua principal preocupação é desatar o nó que não deixa deslanchar o projeto do governo de retomar a construção naval no Brasil.

Hoje Graça Foster vai visitar as instalações do estaleiro Rio Grande, da Engevix, no Rio Grande do Sul, depois de ter ido pessoalmente no EAS e no Enseada, na Bahia. Em entrevista recente ao Valor, Graça disse que quer ver pessoalmente a situação desses estaleiros e que nesse assunto, a Petrobras "vai cair em cima".

A saída da Samsung de Pernambuco pode acabar resvalando na composição acionária de outros estaleiros que têm contrato de transferência tecnológica com um sócio minoritário detentor da tecnologia de construção. É o caso do OSX, que o empresário Eike Batista está construindo no Rio e que deve fechar contrato com a Sete Brasil para construir duas sondas.

Na sexta-feira, quando anunciou que fará um aporte de US$ 1 bilhão na OSX, Batista disse que tem um contrato bem amarrado com a também coreana Hyundai Heavy Industries, que tem 10% da OSX Construção Naval. Na entrevista ao Valor, Graça Foster afirmou que a seu ver, fatias de 6% (como era o caso da Samsung) ou 10%, como o da Hyundai, são pequenos para garantir um comprometimento com o Brasil de uma estrangeira que tem domínio desse negócio no mercado internacional: "Só vai ter assinatura de contrato na hora em que a Sete Brasil demonstrar por A mais B mais C mais D mais E que vai construir ali e que aquele estaleiro tem toda a condição de receber a encomenda porque tem um plano, porque tem um plano B, porque tem um plano C".

Segundo Eike Batista, o acordo da OSX com a Hyundai prevê transferência de tecnologia e treinamento de pessoal. "Desde o início, esta negociação foi muito diferente das outras feitas no Brasil. Nós tivemos um custo de US$ 250 milhões para comprar esse know-how e hoje nós temos um relacionamento com a transferência de 40 gerentes coreanos que virão morar no Brasil. Ficarão aqui em tempo integral", disse o executivo, em conferência com analistas.

"Estamos falando de transferência total de tecnologia, de estaleiro de última geração. E também muitos brasileiros irão para a Coreia para, basicamente, compreender melhor, entender o procedimento e aprender como administrar esse estaleiro", informou Eike Batista.

As palavras de Graça sugerem que a Sete Brasil deve pressionar todos os estaleiros com os quais vai contratar outras 21 sondas, de modo a ter mais garantias de que os atuais sócios têm um plano alternativo caso surjam problemas como o da Samsung.

Mesmo assim, a avaliação é que os problemas no EAS, que culminaram com a saída da Samsung, aconteceram em boa hora porque "ainda dá tempo para recuperar o atraso e sinaliza para o mercado que a política de conteúdo nacional não afrouxou", explicou uma fonte envolvida.

Se o EAS fechar parceria com um japonês, a sociedade pode marcar a volta de um grande conglomerado do Japão à construção naval e offshore do Brasil depois que a japonesa Ishikawajima-Harima Heavy Industries, atual IHI, deixou o país em 1994.

Um executivo de uma grande empresa mostrou-se cauteloso, porém, com a possibilidade de um desfecho das negociações do EAS no curto prazo. Na avaliação de fontes ouvidas pelo Valor, a pequena participação que os coreanos detinham no EAS demonstra que sócios estrangeiros precisam assumir riscos se quiserem entrar na construção de plataformas no Brasil.

"É preciso dividir ônus e bônus", disse o executivo. O Samsung chegou a ter 10% do EAS, mas foi diluído e caiu para 6% até sair do negócio. O estaleiro da OSX, no Rio, tem 10% de participação da Hyundai, enquanto o Enseada do Paraguaçu, na Bahia, projeto de Odebrecht, OAS e UTC, ainda negocia participação com sócio estrangeiro. No mercado, comenta-se que o Enseada do Paraguaçu teria se definido pelo japonês Kawasaki com quem negociaria percentual de participação entre 20% e 30%, mas oficialmente a escolha não foi anunciada e um outro candidato continuaria no páreo: o grupo coreano DSME (Daewoo).

(Valor)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Presidente da Agência de Fomento do Paraná reúne-se com comitiva da câmara

Na busca pelo desenvolvimento de projetos que visem o desenvolvimento do nosso estado em parceria do capital japonês, Juraci Barbosa, presidente da Agência de Fomento do Paraná S.A, reuniu-se nesta quarta-feira (14) com o presidente da CCIBJ do Paraná, Yoshiaki Oshiro, e do diretor Heberthy Daijó.

Acompanhado por Jurandir Oliveira, diretor de Gestão de Risco, Domingos Portilho, assessor, e Danilo Emponotti, gestor de implementação, Barbosa apresentou alguns dos trabalhos a serem realizados e projetos que visam o estabelecimento de parcerias com o capital estrangeiro.

Para Juraci, o Japão possui larga experiência em financiamentos e investimentos internacionais e o Paraná, certamente, através do papel desempenhado pela câmara em parceria do governo do estado, deve buscar esta aproximação com o país, apresentando projetos que visem o desenvolvimento integral de ambas economias.

SOBRE A AGÊNCIA

A Agência de Fomento do Paraná S.A. – AFPR é uma instituição financeira que opera prioritariamente com recursos próprios, que são aplicados, no financiamento de iniciativas compatíveis com a política de governo do Estado. Através de seus programas, e em parceria com Secretarias e outros órgãos do Estado, os recursos são direcionados na oferta de crédito e financiamentos sem burocracia e em condições favoráveis de taxas, prazos e garantias.

Criada pela Lei 11741/97, a Agência de Fomento do Paraná tem a finalidade de apoiar financeiramente a pequena empresa na modernização e ampliação de suas atividades. Apoia o micro e o pequeno empreendedor, do campo e da cidade, visando estimular a política de geração de emprego e renda. Provê ainda recursos para cooperativas e seus associados, e para os Municípios do Estado, que investem em estruturas de atendimento dos serviços básicos e bens públicos. Estimula a geração e crescimento de negócios em inovação e também em tecnologia, por meio de financiamento a empresas de base tecnológica incubadas.

Além dos financiamentos, que representam as atividades fim, a Agência de Fomento também atua na gestão de fundos. O Fundo de Desenvolvimento Econômico - FDE e Fundo de Aval Rural – FAR, são operacionalizados pela instituição. E sob sua gestão encontram-se também os ativos originários do processo de monetização do Banco do Estado do Paraná S.A - Banestado.

Visitas à câmara: Noma do Brasil / Parque do Japão

No final da tarde desta quarta-feira (14) o presidente da CCIBJ do Paraná, Yoshiaki Oshiro, recebeu a visita do presidente da Noma do Brasil, João Noma, além do presidente da Oscip Parque do Japão, Massayoshi Shiraishi, e a gerente de projetos, Mary Cristina Yoshii Fugou.

A visita integra um roteiro de reuniões agendadas na capital do estado, que prevê a busca e a formatação de estratégias comerciais que visem a manutenção do calendário de atividades previstas para este ano no parque, um dos maiores pontos turísticos da região noroeste do Paraná.

De acordo com Cristina, a câmara pode servir de canal para que a Oscip apresente seus projetos de captação de investimentos às empresas de capital japonês interessadas na promoção de suas marcas no âmbito cultural. "Estamos familiarizados com os trabalhos desenvolvidos pela câmara no desenvolvimento das relações comerciais e diplomáticas Paraná-Japão. Por isso compreendemos que a mesma pode nos ajudar a estreitar esta relação com as empresas japonesas já instaladas em nosso estado para que possamos transformar projetos culturais em realidade" completou.

Oshiro colocou-se a disposição na tentativa de realizar esta ponte entre a Oscip e o empresariado japonês. "O estabelecimento deste network, sem dúvida, não é fácil. As empresas japonesas trabalham com um orçamento anual fechado estabelecido no começo do ano, sendo difícil a aprovação de projetos paralelos durante o ano. Além disso, cada empresa possui uma diretriz no que diz respeito a investimentos no setor cultural. Contudo Maringá é a minha cidade natal. Devo muito a este município e a sua gente. Tentarei ao máximo estabelecer este elo entre os japoneses e o parque".

A reunião serviu também para selar a sociedade entre a entidade e a Noma do Brasil, um dos maiores fabricantes de implementos rodoviários da América Latina e que conta hoje com um parque fabril de 175 mil m², sendo 40 mil m² de área construída.

Para mais, acesse:
http://www.noma.com.br
http://www.parquedojapao.com.br/

Produção industrial no Japão sobe 1,9% em janeiro ante dezembro

SÃO PAULO - A produção industrial no Japão subiu 1,9% em janeiro na comparação com o mês anterior, de acordo com dados ajustados sazonalmente, divulgados hoje pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria do país. Na comparação com janeiro de 2011, houve queda de 1,3%.

Em janeiro ante dezembro, os embarques recuaram 0,9%, enquanto na comparação anual, foi registrada queda de 1,5%. Os estoques cresceram 3% na comparação mensal e subiram 2,5% ante janeiro de 2011.

(Gabrielle Moreira | Valor)