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sábado, 10 de setembro de 2011

Novo Associado: A.Yoshii Engenharia

Esta semana o diretor comercial da A. Yoshii Engenharia, Wilson Hossaka, esteve visitando a sede da CCIBJ do Paraná em Curitiba.

Recebido pelos diretores Fujio Takamura e Heberthy Daijó, Hossaka reforçou a disponibilidade da empresa no suporte e assessoria junto a instituição no norte do estado, especialmente em Londrina, cidade onde a mesma está sediada.

No início deste mês a A.Yoshii oficializou a sociedade com a câmara, que pretende até o ano que vem, oficializar uma superintendência em Londrina.

Site oficial da empresa:

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Novo associado: A. S. Myasava Consultoria Tributária

Com um portfólio de clientes como Denso e Bunge, Antônio Myasava, sócio-proprietário da A. S. Myasava Consultoria Tributária Ltda, esteve na sede da câmara nesta segunda-feira (05) oficializando a filiação do escritório junto a entidade.

Com a sociedade estabelecida, Myasava, um dos maiores advogados tributaristas do estado, junta-se ao time de conselheiros da câmara, auxiliando a entidade no fomento das relações comerciais bilaterais Paraná-Japão.

domingo, 4 de setembro de 2011

Prefeituras do interior recebem comitiva da câmara e Consulado Geral do Japão

Entre os dias 02 e 04 de setembro, o Cônsul Geral do Japão em Curitiba, Noboru Yamaguchi, e o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Yoshiaki Oshiro, estiveram visitando uma série de municípios no interior do estado a fim de promoverem a interiorização do Consulado e da CCIBJ do Paraná na região.

O roteiro teve início em Nova Esperança, no encontro com a prefeita Marilza Benati e o ex-prefeito e vereador Claudio Benati. Na pauta a apresentação do município e os trabalhos realizados pela atual gestão.

Em seguida, a comitiva deslocou-se para Paranavaí, onde foram recebidos pelo ex-prefeito e deputado estadual, Teruo Kato, e pelo presidente da Sociedade Paranavaiense Desporto e Cultura, Massaharu Fukushima. Kato expressou preocupação com o futuro das crianças e adolescentes do estado, expondo em seguida alguns projetos voltados para este tema. Na sequencia, participaram do Festival Nipo-Brasileiro de Paranavaí, onde o cônsul Yamaguchi fora homenageado.

No sábado (03) foi a vez do prefeito de Paranacity Mario Yamamoto reunir-se com a comitiva da câmara e consulado, que em seguida visitou o ambulatório do posto de saúde David Ribeiro Netto, já contando com equipamentos doados pelo governo japonês através do consulado. Após o almoço com lideranças nikkeis locais, a comitiva visitou a usina de açúcar e álcool Santa Terezinha, uma das maiores empregadoras da região. A noite em Maringá, a comitiva participou do 22° Festival Nipo-brasileiro, uma das maiores festas da colônia japonesa do estado.

Ainda em Maringá, na manhã do domingo (04) a comitiva participou de um café da manhã com os responsáveis pela condução e execução do Parque do Japão de Maringá, incluindo representantes da prefeitura, da Oscip Parque do Japão, e da Associação Comercial de Maringá.

O tour pelo interior teve fim em Londrina, quando o empresário do ramo da construção civil, Atsushi Yoshii, recebeu a comitiva em um dos showroom's de sua empresa, a A.Yoshii Engenharia, para expor à câmara e consulado as mais recentes obras executadas pela empresa. O encontro serviu também para oficializar a sociedade entre a A.Yoshii e a entidade.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Futuro presidente da FIEP, Edson Campagnolo, recebe presidente da câmara e Cônsul-Geral do Japão em Curitiba

O recém eleito presidente da Federação das Indústrias do Paraná, Edson Campagnolo, recebeu na manhã desta quinta-feira (01) na sede da entidade, o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Yoshiaki Oshiro, e do Cônsul Geral do Japão em Curitiba, Noboru Yamaguchi.

O encontro teve o propósito de introduzir e apresentar ao futuro gestor executivo da FIEP as atividades realizadas pela câmara em consonância com o consulado japonês na atração de novos investimentos japoneses no estado.

O Cônsul Yamaguchi relatou a Campagnolo que após a ocorrência do terremoto e tsunami que atingiram o Japão em março deste ano, e que consequentemente ocasionaram os problemas decorrentes de vazamento na usina nuclear de Fukushima, somados ao pessimista momento em que se insere a economia mundial, refletindo inclusive na valorização do iene, são fatores que vem contribuindo para a expatriação de investimentos japoneses no mundo. Dentro deste cenário, o Brasil, sem dúvida, é um dos destinos escolhidos pelos japoneses para aplicação destes investimentos, sejam ele de caráter financeiro ou industrial.

Reforçando o que fora colocado pelo cônsul japonês, Oshiro relatou que o Paraná tem totais condições de, ao lado de São Paulo e o estado do Amazonas, atrair investimentos japoneses, e que a atual gestão do executivo estadual vem dando claros sinais de que é necessário retomar o processo de industrialização do estado, inclusive com a reedição de programas como o "Paraná Competitivo". "Inserindo-se neste novo contexto, é que surgem os trabalhos realizados pela câmara: no processo de mediação e atração das empresas japonesas ao estado" completou Oshiro.

Campagnolo ouviu atentamente e informou que a FIEP tem interesse em estreitar relações com a câmara japonesa do Paraná, e que para tanto colocará a disposição da entidade toda sua estrutura funcional no suporte e assessoria aos trabalhos realizados junto as comitivas japonesas.

38° Missão Econômica da câmara ao Japão e China

Há 38 anos, a Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná viaja ao oriente para celebrar as relações multilaterais diplomáticas e comerciais do estado do Paraná com o Japão e demais países da Ásia.

Este incomparável knowhow fica mais uma vez evidente com a presença do Deputado Federal Luiz Nishimori na chefia da missão deste ano, que irá realizar desde encontros e reuniões oficiais junto à autoridades e lideranças do Japão, a visitações a pontos turísticos e a maior feira de negócios da atualidade, a Canton Fair, na China.

Por isso, você que é empresário, e procura estreitar relações com ambos os países, não deixe embarcar conosco nesta incrível jornada que certamente, mudará sua vida e quem sabe, dar uma nova perspectiva aos seus negócios!

LINKS

Roteiro e valores:

Recomendações aos viajantes:

Canton Fair 2011:

Contato:
ccibj@ccibj.com.br

Maiores informações:
(41) 9616-2200 (tratar com Laura)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Radiação pode deixar área do Japão inabitável

O governo japonês pode declarar algumas áreas próximas à usina nuclear de Fukushima inabitáveis por mais de dez anos, por causa de níveis de radiação 500 vezes acima do limite recomendado.

"Estou ciente da possibilidade de haver áreas em que os moradores não poderão retornar às suas casas por muito tempo", disse o secretário-chefe de Gabinete, Yukio Edano, a jornalistas em Tóquio.

Técnicos mediram uma radiação de 508,1 milisiervert por ano na cidade de Okuma, a 3 km da central danificada após o forte terremoto seguido de tsunami do dia 11 de março. O nível mundialmente recomendado é de 1 milisiervert por ano. Há uma crescente impressão dentro do governo de que levará mais de uma década para que moradores de Okuma e de Futaba, também a 3 km da usina, possam retornar a suas casas.

A população nessa região era de 1.131 pessoas antes dos desastres. Testes preliminares e relatórios indicaram altos niveis de radiação em amostras do solo em áreas além da zona de exclusão de 20 km ao redor de Fukushima.

Em 24 de maio, algumas amostras registraram mais de 1,48 milhão de becquerels por metro quadrado, padrão usado para a retirada de moradores após o acidente na usina nuclear de Tchernobil, na Ucrânia, em 1986. A informação consta de um relatório entregue ao governo por Tomio Kawata, da Organização para o Gerenciamento do Lixo Nuclear do Japão.

O tsunami que se seguiu ao tremor de 9 graus em março afetou o funcionamento da usina, de modo que três de seus seis reatores derreteram, o que provocou os vazamentos radioativos.

Moradores que não receberem autorização para voltar às suas casas poderão receber compensações financeiras, segundo a mídia local. O primeiro-ministro Naoto Kan deve explicar o plano para autoridades locais quando visitar a Província de Fukushima no final desta semana.

Fonte: Valor

Fundos japoneses agora enfrentam perdas no Brasil

O caso de amor entre os pequenos investidores do Japão e os ativos brasileiros tem sido intenso nos últimos dois anos e meio e levou ao acúmulo de quase 8 trilhões de ienes (US$ 104,3 bilhões) de investimentos em fundos mútuos relacionados à maior economia da América Latina, segundo a Lipper, empresa que monitora o comportamento de fundos. Mas agora dúvidas vêm surgindo em relação à longevidade dessa relação.

Esses fundos sofreram um golpe duplo. A recente onda de aversão a risco levou a grandes vendas de ativos de mercados emergentes. Há ainda a valorização do iene a patamares não vistos desde a Segunda Guerra Mundial, em comparação ao dólar, e uma desvalorização recente do real brasileiro.

Analistas afirmam que muitos investidores japoneses deverão sofrer perdas com seus investimentos nos mercados emergentes. A atração inicial dos fundos brasileiros, que não existiam no Japão antes da crise do Lehman Brothers, é clara. A promessa de uma economia em crescimento acelerado, que deverá se beneficiar por ser a sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014 e da Olimpíada de 2016, era atraente demais e familiar demais para ser desperdiçada pelos japoneses, que lembraram a história de crescimento de seu próprio país na década de 1960.

A enorme diferença dos juros entre os dois países (0,1% e 12,5%) também contribuiu para essa atração. Entretanto, entre o fim de junho e 12 de agosto, todos os 111 fundos dirigidos para os investidores japoneses cujo tema é o Brasil, com exceção de seis, viram os valores líquidos de seus ativos encolher, de acordo com a Lipper.

Embora os investidores japoneses estejam saindo das ações brasileiras há cerca de um ano - levando a uma queda nos valores líquidos dos patrimônios dos fundos de ações -, eles vêm se dirigindo para os fundos de cobertura de câmbio. Há fundos em que os ativos subjacentes normalmente não são denominados em real, sendo na verdade bônus de alto rendimento denominados em dólar, imóveis ou commodities.

Mas para proporcionar um reforço adicional aos retornos, os fundos investem no real por meio de "non-deliverable forwards", ou NDFs - derivativos que permitem aos investidores especular com uma moeda local a distância (offshore). Esses produtos respondem por pelo menos 5,5 trilhões de ienes dos fundos totais, afirma a Lipper, e os valores líquidos dos ativos de 47 de um total de 67 desses fundos caíram 10% ou mais entre o fim de junho e 12 de agosto.

O próprio tamanho dos investimentos japoneses nesses fundos significa que isso poderá ter um efeito significativo sobre o mercado de NDF em real se houver uma onda de vendas súbita, porque as medidas recentes do Brasil para conter a alta do real pioraram a liquidez do mercado, segundo analistas. "Os participantes do mercado estão nervosos uma vez que isso poderá afetar os mercados de NDF", afirma Junya Tanase, uma estrategista de câmbio do J.P. Morgan.

Para Masatsugu Yamamoto, um gestor de fundos sênior da Diam Asset Management, a maior preocupação é se a aversão global ao risco piorar muito e mandar o iene para níveis em torno de 60 por dólar. "O ponto que os clientes estão observando mais no momento é se o valor líquido de seus ativos vai cair mais por causa do iene forte", diz Yamamoto. Seu fundo de cobertura cambial de 100 bilhões de ienes ainda tem captações diárias de 300 milhões de ienes. "Há investidores divergentes comprando de acordo com as quedas de momento."

A história do Brasil permanece intacta, afirma Yamamoto. "Se os investidores estivessem preocupados com o Brasil, os bônus soberanos do país estariam sendo vendidos em massa, mas não é o caso." Os pequenos investidores japoneses parecem estar entrando em uma fase mais sólida de suas relações com o Brasil. Mas este casamento poderá passar por fases difíceis no futuro.

Fonte: Valor