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terça-feira, 7 de junho de 2011

Premiê japonês sob pressão

A iniciativa na semana passada do primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan (na foto, comendo uma ameixa para promover evento), de prometer para breve sua renúncia não foi o suficiente para diminuir a pressão para que saia rapidamente do governo. É cada vez maior a especulação sobre uma grande coalizão envolvendo o partido do próprio Kan e agremiações oposicionistas para a formação de um novo governo. Kan passou a ser alvo de críticas intensas devido à maneira como lidou com a crise gerada pelo terremoto em março.

Fonte: Itamaraty

IBEC promove palestra de marketing empresarial e pessoal na sede da câmara

Dando início a parceria com o Instituto Brasileiro de Educação Comportamental (IBEC), no próximo dia 22 de junho, a partir das 20:00hrs, a Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná estará sediando a palestra "Marketing empresarial e pessoal: tendências e diferenças" proferida pelo professor e publicitário Constantino Kotzias.

Participe!

Local: Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná
Avenida Comendador Franco 871, Palácio Hyogo, Jardim Botânico
Custo: R$50,00 (R$35,00 para associado da câmara)
Inscrições: (41) 3026-0677 / ibec@ibecweb.com.br

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Visitas à câmara: Linecon

Na tarde da última sexta-feira (03), os diretores Heberthy Daijó e Fujio Takamura, receberam a visita de Alexandre Betiatto, Diretor Presidente da empresa Linecon: Modelagem e Simulação de Sistemas.

Especializada na simulação computadorizada de projetos, a Linecon é uma das primeiras empresas do estado a oferecer este tipo de serviço na região, dando a oportunidade para o cliente simular dentro de um determinado projeto pré-concebido, diferentes situações e variantes dentro de um sistema informatizado de modelagem e eventos discretos, aplicando metodologias e técnicas com resultados que vão muito além de um business plan convencional.

Conheça os trabalhos desenvolvidos pela Linecon:

sábado, 4 de junho de 2011

THK Rhythm confirma unidade em Ponta Grossa

O presidente da THK Company, Akihiro Teramachi, confirmou ontem que irá construir uma fábrica em Ponta Grossa. O anúncio aconteceu no gabinete do prefeito Pedro Wosgrau Filho e foi acompanhado pelo secretário municipal de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, João Luiz Kovaleski. O grupo irá fabricar componentes automotivos com a marca Rhythm. O valor que será investido é mantido em sigilo.

A empresa pretende construir uma fábrica de mais de 30 mil metros quadrados e trazer tecnologia de última geração para o Município. Além desta planta fabril, o grupo pretende instalar também uma unidade industrial com a marca THK para fabricação de equipamentos utilizados em uma ampla variedade de máquinas, especialmente na robótica. Esta segunda fase de implantação está prevista para dois anos após o início das operações da Rhythm.

Se as perspectivas com a primeira fase de instalação da THK em Ponta Grossa são positivas, para a segunda etapa o cenário é ainda mais animador: o presidente estima que serão oferecidas pelo menos mais mil oportunidades de emprego na futura fábrica, que deve começar a operar em 2014, empregando mão de obra qualificada e treinada, em grande parte, pela própria empresa.

“Além de ser um investimento bastante expressivo, a THK está sinalizando uma aquisição bastante importante para Ponta Grossa, que poderá empregar técnicos e profissionais em mecatrônica numa fábrica instalada aqui, que produzirá equipamentos de última geração e que prepara componentes para alguns dos sistemas de produção mais complexos da indústria”, comemora Kovaleski.

THK

O grupo foi fundado em 1971, em Tóquio. Hoje tem fábricas e escritórios em cinco países asiáticos, nove só nos Estados Unidos e ainda unidades na Alemanha, Reino Unido, Itália, Suécia, Áustria, Espanha, Turquia, Holanda e France.

O sistema empregado pela THK foi desenvolvido pela própria empresa, que detém a patente mundial de seu sistema de movimento linear. Atualmente, a THK é responsável pelo fornecimento de componentes da barra de direção de veículos da Fiat, no Brasil. Mas seu portfólio de clientes é bastante expressivo também em outros continentes: no Japão, seus principais clientes são os conglomerados automobilísticos Nissan, Toyota, Mazda e Honda. Nos Estados Unidos, a empresa é fornecedora da General Motors e da Ford e, na Europa, atende a clientes como as alemãs BMW e Mercedes-Benz, e a francesa Peugeot e a italiana Fiat.

Fonte: Diário dos Campos

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Câmara na criação de Agência de Internacionalização do Paraná

Com a presença de representantes de mais de 50 entidades – entre federações, associações, empresas, consulados, universidade, câmaras de comércio e outros setores ligados ao comércio exterior – foi fundada quinta-feira a Agência de Internacionalização do Paraná. O órgão vai trabalhar para ampliar a participação do Estado no mercado internacional.

“A agência vai promover a sinergia e a articulação entre todos aqueles que atuam nos setores de relações internacionais e comércio exterior. Tenho certeza de que o órgão vai prestar grandes serviços à economia paranaense”, disse o secretário da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, que coordenou o processo de criação do órgão.

O secretário explicou que a agência é formada por sócios mantenedores e participantes e que, em breve, será convocada a primeira reunião do Conselho de Administração, quando será indicada a diretoria executiva.

“Cada sócio definirá de que forma pode contribuir com a entidade. Essa contribuição pode ser financeira, por meio da cessão de funcionários ou de espaço físico. Importante é que sentimos em todo esse processo da criação da agência a união do setor para o desenvolvimento das relações internacionais do Paraná”, reiterou.

Os representantes das entidades sugeriram linhas de atuação para a agência e foram unânimes em elogiar a iniciativa do governo de criar o órgão e a velocidade com que a iniciativa saiu do papel. As primeiras reuniões foram feitas em janeiro deste ano.

Roberto Coliva, da Câmara de Comércio Paraná Itália, afirmou que a velocidade na criação do órgão reflete o interesse dos setores público e privado no crescimento das relações internacionais do Paraná. “Teremos um importante canal de divulgação e para estabelecer rede de contatos no exterior”, disse.

Odone Martins, da Associação Comercial do Paraná, classificou o momento como histórico para o Paraná ao afirmar que a agência interrompe um período de ausência de políticas públicas voltadas ao mercado internacional. “Estamos agregando forças distintas para fortalecer o comércio exterior do Estado”, destacou.

O representante da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Japão do Paraná, Yoshiaki Oshiro, previu que a agência vai possibilitar a abertura de diversos mercados para o Paraná, ao criar um processo de intercâmbio de informações. “Essa cooperação vai otimizar os trabalhos e diminuir gastos”, afirmou.

A importância da Agência para facilitar o acesso das micro, pequenas e médias empresas aos mercados estrangeiros foi destacada pelo coordenador de negócios internacionais da FAE Centro Universitário, Joaquim Brasileiro. “É um momento oportuno para o Paraná e para o Brasil. Temos que trabalhar na inclusão delas nesse setor”, disse.

O auxílio em relação à legislação também deve ser um dos focos da Agência de Internacionalização do Paraná. O empresário Zulfiro Bosio, que há 40 anos trabalha com comércio exterior, disse que essa orientação pode acelerar processos e evitar perdas.
O representante da Câmara Portuguesa no Paraná, José Brandão Coelho, colocou à disposição a estrutura e a rede de contatos da Câmara para auxiliar no início dos trabalhos da agência. “Temos uma extensa lista de contatos em Portugal”, afirmou.

A criação da Agência faz parte do programa Paraná Competitivo, que tem o objetivo de tornar o Estado mais atraente para investimentos nacionais e internacionais. O programa possui ainda vertentes nas áreas fiscal, de infraestrutura, qualificação de mão de obra e desburocratização.

Fonte: Seim

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Japão subestimou risco de tsunami atingir usinas nucleares, diz AIEA

SÃO PAULO – Um relatório preliminar divulgado hoje pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) mostra que o Japão subestimou o risco de um tsunami atingir suas centrais atômicas.

O documento afirma que as plantas de Fukushima, seriamente danificadas pelo terremoto seguido de tsunami de 11 de março, precisavam de um centro de administração reforçado, que permitisse lidar com acidentes. Tal centro deveria ser implantando em todas as usinas com potencial de acidente grave.

Os especialistas da AIEA, entretanto, destacam que a resposta do governo japonês diante da tragédia tem sido “impressionante e extremamente bem organizada”. Eles ainda lembram a importância de se manter um programa de monitoramento da saúde da população e dos trabalhadores da usina de Fukushima.

O relatório final com a análise sobre a crise nunclear no Japão deverá ser apresentado pela AIEA em uma conferência internacional em Viena, entre 20 e 24 de junho.

Fonte: Francine De Lorenzo | Valor

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Oposição pressiona primeiro-ministro do Japão a deixar o cargo

SÃO PAULO – O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, deverá enfrentar nesta quinta-feira uma votação no Parlamento japonês que poderá lhe custar a liderança do país. Os partidos de oposição apresentaram hoje uma moção de censura contra o premiê, que deverá ser levada amanhã para apreciação.

Com o Japão em recessão e envolto em uma profunda crise nuclear, a oposição pressiona para que Kan deixe o cargo. Se a moção de censura for aprovada, o primeiro-ministro terá de abrir mão de seu posto ou dissolver o Parlamento e convocar eleições.

O Partido Democrático do Japão (PDJ) de Kan e seus aliados, entretanto, controlam 309 das 480 cadeiras do Parlamento. Por isso, para que a moção seja aprovada, ao menos 70 membros da coalizão terão que se voltar contra o premiê.

Fonte: Francine De Lorenzo | Valor