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segunda-feira, 7 de março de 2011

Prefeito de Fazenda Rio Grande recebe comitiva da câmara e empresários japoneses


Na última sexta-feira (04) o prefeito de Fazenda Rio Grande, Francisco Santos, esteve recebendo em seu gabinete a comitiva da empresa japonesa do setor de reciclagem, Hamaya Corporation, que assessorada pela Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, pôde se familiarizar com os programas e benefícios oferecidos pelo município.

De acordo com o prefeito Santos, a prefeitura vem atraindo investimentos estrangeiros para a região devido ao inchaço de Curitiba aliado a adoção de políticas públicas que visam a geração de emprego e renda na cidade. "É factual que Curitiba possui uma limitação geográfica, o que proporciona aos municípios da região metropolitana a possibilidade de estarem abrigando novas empresas e investimentos. Sabendo disso, nossa cidade vem adotando diferentes estratégias, sobretudo através de programas e leis de incentivo, para alocar o capital estrangeiro que deseja se instalar no Paraná". Santos ainda complementou dizendo que a cidade já abriga empresas provenientes do capital japonês, como a NTN Rolamentos e a Kayaba do Brasil.

No período da tarde, acompanhados pelo secretário da Indústria e Comércio do município, Eloy Kuhn, a comitiva visitou a área que abrigará o novo distrito industrial da cidade. "Com o início das obras de duplicação da BR116 que liga Curitiba a nossa cidade, estamos seguros que Fazenda Rio Grande irá se tornar um pólo industrial modelo na região" finalizou Kuhn.

A câmara esteve representada na ocasião pelo seu presidente, Yoshiaki Oshiro, vice-presidente, Gilberto Hara, e Fujio Takamura (diretor de projetos).

domingo, 6 de março de 2011

Japoneses têm US$73 bi investidos no Brasil

TÓQUIO: Em 2009, a paixão dos japoneses pelo Brasil passou do samba e do futebol para a moeda e o crescimento econômico. Investidores pessoa física do Japão já acumulam mais de 6 trilhões de ienes (US$73,1 bilhões) em ativos brasileiros, segundo estimativas de JPMorgan e Nomura. E isso corresponde a mais de 1% do PIB japonês, de acordo com reportagem do britânico "Financial Times".

Esse total, ainda segundo o "FT", inclui investimentos diretos em ativos brasileiros por meio de fundos de investimentos, assim como por meio da exposição ao real pelo uridashi - títulos em moeda estrangeira emitidos para japoneses, muitas vezes por instituições supranacionais - e em fundos com ativos não brasileiros mas cobertos em real.

E o investimento tem dado lucro. Yunosuke Ikeda, estrategista de divisas da Nomura, disse ao "FT" que a chave para o sucesso é a oferta de moedas de alto rendimento e opção por economias ricas em recursos naturais - dois pontos em que o Brasil se encaixa perfeitamente.

O real subiu 27% frente ao iene desde o início de 2009 e a taxa básica de juros brasileira, a Selic, está atualmente em 10,75%. A japonesa varia de 0% a 0,1%.

Fundos de renda fixa em economias emergentes estão entre os melhores investimentos do ano passado, com rendimento superior a 20% em muitos casos. E a maioria desses fundos investem ativos em dólar ou em euro com opção de proteção, que geralmente tem o real como a moeda preferida.

"Eles começaram a investir logo depois da quebra do Lehman, quando a aversão a riscos era extremamente alta entre a comunidade de investidores institucionais e, como recompensa, acabaram conseguindo um grande desempenho", explicou ao "FT" Philipp Orgler, do Barclays Capital em Tóquio.

Mas os ganhos conseguidos por muitos investidores japoneses estão fazendo eles questionarem se isso pode continuar, assim como onde estará a próxima "oportunidade Brasil" - que poderia ser na Turquia, no México ou na Austrália.

O anúncio do governo brasileiro sobre o objetivo de combater a alta do real é visto por analistas como uma oportunidade para novos investimentos japoneses, no país ou fora. "As pessoas estão procurando outras moedas, incluindo as de Indonésia e Índia", disse Ikeda. "Mas o real é muito mais popular".

Fonte: O Globo

sexta-feira, 4 de março de 2011

Câmara reúne-se com SEIM na mediação e suporte ao capital japonês no Paraná

Nesta sexta-feira (04) o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Yoshiaki Oshiro, e membros da diretoria, receberam a visita de executivos da Hamaya Corporation, empresa líder no setor de reaproveitamento de eletroeletrônicos usados no Japão.

Em Curitiba há dois dias, a comitiva demonstrou real interesse em abrir uma filial da empresa no Paraná, e vem sendo assessorada pela câmara nas prospecções realizadas.

Para tanto, foi convidado a integrar a reunião o coordenador da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul (SEIM), Cesar Brunetto, que prontamente expôs os benefícios e as vantagens de se investir no Paraná. "A vinda da Hamaya abre novas oportunidades no que diz respeito a reciclagem de eletroeletrônicos e equipamentos de informática no Paraná. Principalmente pelo fato de serem segmentos que demandem um knowhow extremamente técnico, requisito prontamente preenchido pela empresa. Além disso, nosso Estado tem essa preocupação: de reaproveitar estes materiais (de difícil manutenção e que exigem cuidados especiais) em consonância com a preservação do meio ambiente" disse Brunetto.

Para Roberto Itai, diretor da Hamaya, o Paraná certamente será uma das bases da empresa no Brasil. "Não há dúvidas sobre a potencialidade do mercado brasileiro e em especial do Paraná. Precisávamos ver todo este desenvolvimento de perto. Agora, é uma questão de tempo até finalmente nos instalarmos aqui".

A câmara esteve representada na reunião pelo seu presidente, Yoshiaki Oshiro, juntamente com os diretores Emerson Fukushima (Assuntos Jurídicos), Fujio Takamura (Projetos) Antonio Cabanilhas (Assuntos Comerciais) e Heberthy Daijó (Financeiro).

quinta-feira, 3 de março de 2011

Empresa japonesa escolhe Paraná para expandir investimentos

Na foto, o presidente da câmara, Yoshiaki Oshiro, o secretário de Estado do Planejamento e Conselheiro da câmara, Cássio Taniguchi, e representantes da empresa Hamaya Corp do Japão.

O secretário de Estado do Planejamento e Coordenação Geral, Cassio Taniguchi, esteve reunido na quinta-feira (03), no Palácio das Araucárias, com executivos japoneses da empresa Hamaya, que pretende abrir uma filial no estado do Paraná.

A empresa japonesa Hamaya atua no ramo de reciclagem de materiais ferrosos, não-ferrosos e equipamentos eletrônicos de informática. No Paraná os executivos japoneses estão fazendo uma prospecção para escolher a melhor região para se instalarem. Para Roberto Itai, o Estado do Paraná vem surpreendendo positivamente. “Num primeiro momento nossa intenção era nos instalarmos no Estado somente em 2014. Contudo, estamos realmente impressionados com o desenvolvimento da região. Fomos surpreendidos positivamente” completou.

O encontro contou ainda com a presença do presidente da Comec, Rui Hara, e de representantes da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão - Paraná, incluindo seu presidente, Yoshiaki Oshiro, vice-presidente, Gilberto Hara, e o diretor, Fujio Takamura, no trabalho de assessoramento e mediação de novos negócios junto ao capital privado japonês e governo do Estado.

Segundo o secretário Cassio Taniguchi, o Paraná já tem uma logística e infraestrutura avançada, além de incentivos fiscais para empresas investidoras.

“Após oito anos fora do circuito de novos investimentos empresariais, o governo do estado está retomando os laços com as empresas que pretendem investir no Paraná. Estamos priorizando o aumento da geração de emprego e renda que faz parte do Plano de Governo do governador Beto Richa”, destaca o secretário.

Fonte: Assessoria de imprensa SEPL

quarta-feira, 2 de março de 2011

Diretor de Desenvolvimento Econômico de Maringá visita sede da câmara

Na última sexta-feira (25) recebido pelo diretor Fujio Takamura, o diretor de Desenvolvimento Econômico de Maringá, Shudo Yasunaga, esteve visitando a sede da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná no intuito de apresentar a instituição o já quase totalmente concluído Parque do Japão (Memorial Imin 100) que está sendo constituído na cidade.

Tendo suas obras iniciadas em 2008, o parque tem por objetivo muito mais que a comemoração do centenário da Imigração Japonesa, visando a constituição de um complexo comunitário que esteja a serviço da população de Maringá, e devido sua beleza, torne-se uma referência turística na região.

Equipado com um complexo esportivo, bosques, casa de chá, lagos, ilhas e plantas exóticas, o projeto inicial prevê ainda a construção de um restaurante e um centro cultural, as únicas duas instalações ainda não finalizadas. "O prefeito Silvio Barros tem buscado insessantemente recursos para finalizarmos este belo e singular trabalho. E, ao que tudo indica, ao final de 2011 já teremos as obras do restaurante concluídas, faltando apenas o centro cultural. Estamos otimistas que conseguiremos concluir o parque até 2012" relatou Yasunaga.

Diversas empresas como Honda, Toyota, Positivo e Farmácias Nissei, além de bancos como Itaú, BMG, Santander, Banco Safra, Bradesco e Caixa, ajudaram na constituição do parque até o presente momento. A prefeitura de Kakogawa (cidade co-irmã de Maringá) também ajudou a viabilizar o projeto.

Aliás, vale destacar que o processo de irmandade constituído entre ambas as cidades em 1973 integra a biografia do nosso Presidente de Honra e então Deputado Federal e líder da Comissão Parlamentar Brasil Japão, Antônio Ueno, no trabalho de mediação junto aos prefeitos Silvio Magalhães Barros e Sadao Inaoka.

Conheça o Parque do Japão: http://www.parquedojapao.com.br/

terça-feira, 1 de março de 2011

Câmara no Kanmingodokaigi 2011

Realizado nos dias 21 e 22 de fevereiro no hotel Maksoud Plaza em São Paulo, o Kanmingodokaigi 2011 reuniu a embaixada japonesa, consulados, organizações e câmaras do comércio e indústria do Japão estabelecidas no Brasil, além das principais empresas japonesas que atuam no país como Panasonic, Mitsubishi, Kurashiki, Denso, Honda, Marubeni, Hitachi, Nittsu, entre outras, no intuito de discutirem o futuro dos negócios bilaterais Brasil-Japão para os próximos anos.

A Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná esteve representada pelo seu presidente, Yoshiaki Oshiro, e pelo Deputado Federal e diretor para assuntos Brasil-Ásia, Luiz Nishimori, que focaram suas apresentações na enorme potencialidade agrícola do Estado do Paraná em detrimento ao estabelecimento de novas parcerias econômicas e comerciais com o Japão através do setor.

Comitiva de Maringá visita Sede da câmara

Na tarde desta terça-feira (01) o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná, Yoshiaki Oshiro, esteve recebendo em nossa sede empresários de Maringá e região.

Gintaro Ikeda (Diretor Comercial da Paraná Diesel de Campo Mourão), Takumi Shimada (Presidente de Honra da Aliança Cultural Brasil-Japão), Ricardo Origasa (Vice-presidente da Aliança Cultural Brasil-Japão) e Kenji Ueta (Diretor da Ueta Foto Cine Maringá) puderam se familiarizar com os projetos e trabalhos desenvolvidos pela câmara.

"Sem dúvida, uma das metas da próxima gestão será implementar uma superintendência regional da câmara em Maringá. No momento, este projeto ainda encontra-se em fase embrionária. Contudo já temos um grupo de empresários interessados em dar prosseguimento ao mesmo e ao que tudo indica, a constituição de um escritório regional sairá do papel este ano" finalizou Oshiro.